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        <title>Últimas notícias da Geekinout</title>
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                <description><![CDATA[ Gaming, filmes, séries, cultura geek, dicas saudáveis, e muito mais! Explora as últimas novidades na Geekinout ]]></description>
        <language>pt</language>
        <pubDate>Thu, 29 Oct 2026 14:51:16 +0000</pubDate>

                    <item>
                <title>The Duskbloods, o exclusivo da FromSoftware para a Switch 2, foi adiado para 2027</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/the-duskbloods-o-exclusivo-da-fromsoftware-para-a-switch-2-foi-adiado-para-2027</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>Afinal, os donos da Nintendo Switch 2 vão ter de esperar mais um pouco pelo novo jogo da FromSoftware. O estúdio de Elden Ring e Dark Souls anunciou que The Duskbloods, o seu exclusivo para a consola da Nintendo, <a href="https://www.fromsoftware.jp/ww/pressrelease_detail.html?tgt=20261029_theduskbloods_postponement" data-as-button="false">foi adiado de 2026 para 2027</a>.</p><p>Segundo a FromSoftware, a decisão surge na sequência do teste de rede realizado em agosto, em que os jogadores mostraram grande interesse nos conceitos centrais do jogo, como o combate direto, a profundidade estratégica e a expressão individual de cada jogador. </p><p>Para reforçar esses aspetos, o estúdio decidiu dar mais tempo ao desenvolvimento, de forma a fazer os ajustes finais às regras e ao equilíbrio do jogo. A FromSoftware pediu ainda desculpa aos jogadores que aguardavam o lançamento e agradeceu a compreensão.</p><p>Para quem ainda não conhece, The Duskbloods é um jogo de ação e multijogador online, publicado pela Nintendo em parceria com a FromSoftware, em que até oito jogadores lutam pela supremacia entre si e contra inimigos desafiantes.</p><p> Os jogadores assumem o papel de “Bloodsworn”, guerreiros que superam os limites humanos graças a um sangue especial, e enfrentam-se em combates violentos pela “First Blood”, à medida que o crepúsculo da humanidade se aproxima.</p><p>Para já, não há uma data concreta de lançamento, apenas a indicação de que o jogo chega em 2027.</p>
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                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
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                <pubDate>Thu, 29 Oct 2026 14:51:16 +0000</pubDate>
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                    <item>
                <title>Harry Potter vai ser a prenda de Natal da HBO Max (data de estreia revelada)</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/harry-potter-serie-estreia-portugal</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>Os fãs de Harry Potter já têm planos para o dia de Natal. A nova série da HBO baseada nos livros de J.K. Rowling estreia a 25 de dezembro na HBO Max</p><p>A primeira temporada vai adaptar o primeiro livro da saga, Harry Potter e a Pedra Filosofal, e terá oito episódios. O plano da HBO é dedicar uma temporada a cada um dos sete livros, numa adaptação mais fiel e detalhada do que os oito filmes protagonizados por Daniel Radcliffe, Emma Watson e Rupert Grint. Ainda não se sabe se todos os episódios ficam disponíveis de uma só vez ou se a estreia será semanal.</p><p>O elenco é totalmente novo, com Dominic McLaughlin no papel de Harry Potter, Arabella Stanton como Hermione Granger e Alastair Stout como Ron Weasley. Entre os nomes mais conhecidos estão John Lithgow, Janet McTeer, no papel da Professora McGonagall, e Paapa Essiedu, além de Warwick Davis, que regressa como Flitwick.</p><p>As expectativas estão altas. O primeiro trailer somou 277 milhões de visualizações em apenas 48 horas, tornando-se o mais visto de sempre da HBO e da HBO Max. E Casey Bloys, CEO da HBO, já viu a temporada completa e garante estar muito satisfeito com o resultado.</p><p>A HBO, aliás, já está a olhar para o futuro: a série foi renovada para uma segunda temporada, que vai adaptar Harry Potter e a Câmara dos Segredos, com Kit Harington, de Game of Thrones, no papel de Gilderoy Lockhart.</p>
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                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/harry-potter-serie-estreia-portugal</guid>
                <pubDate>Thu, 29 Oct 2026 14:41:58 +0000</pubDate>
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                    <item>
                <title>GTA VI permite atirar cocó de cão às pessoas (novo gameplay revelado)</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/gta-vi-permite-atirar-coco-de-cao-as-pessoas-novo-gameplay-revelado</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>Num dos momentos mais inesperados da história dos videojogos, um novo segmento de gameplay de GTA VI foi revelado num episódio de South Park. E apesar de, inicialmente, muitas pessoas terem pensado que se tratava de IA, é na verdade gameplay real, fornecido pela Rockstar Games à Comedy Central.</p><p>O trecho, que dura apenas 17 segundos, mostra o nível ridículo de detalhe de GTA VI. Começa com um cão a fazer cocó na praia, e com o dono a ir-se embora sem apanhar os dejetos. Jason pega então no cocó e atira-o à cabeça do dono. E, logo a seguir, volta a pegar nos dejetos e atira-os à cara do dono do cão.</p><p>Apesar da nojeira, importa sublinhar que nenhum GTA anterior permitia fazer tal coisa. E se havia dúvidas, este trecho só veio aumentar ainda mais o hype para 19 de novembro, data em que GTA VI chega às lojas.</p><div>
    <blockquote class="reddit-embed-bq" data-embed-height="545">
<a href="https://www.reddit.com/r/GTA6/comments/1xi8bzy/new_footage_via_south_park/">New Footage via South Park</a><br> by
<a href="https://www.reddit.com/user/buckle877/">u/buckle877</a> in
<a href="https://www.reddit.com/r/GTA6/">GTA6</a>
</blockquote>
</div>

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                                        ]]></description>
                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/gta-vi-permite-atirar-coco-de-cao-as-pessoas-novo-gameplay-revelado</guid>
                <pubDate>Thu, 29 Oct 2026 08:53:56 +0000</pubDate>
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                    <item>
                <title>Razer Base Station V3 Chroma (review) | Um suporte estiloso para o headset</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/razer-base-station-v3-chroma-review</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>Há acessórios que se compram por necessidade e outros que se compram porque ficam bem na secretária. O Razer Base Station V3 Chroma pertence claramente ao segundo grupo. É um suporte para o headset que custa 89,99 € na loja oficial da Razer, embora consigas <a href="https://link.amazon/B00wCKhBO" data-as-button="false">mais barato através da Amazon</a> (cerca de 80 euros). </p><p>Para um acessório que serve, principalmente, de repouso para o teu headset, é um preço elevado. Com o mesmo valor, consegues comprar ratos e teclados, que têm uma função mais primária no setup. No entanto, a Razer tem um truque na manga para tornar esta Base Station V3 Chroma mais apelativa para os jogadores.</p><hr><ul><li><p>Preço	89,99 €</p></li><li><p>Compatibilidade: PC</p></li><li><p>Portas: 2 × USB-A e 1 × USB-C</p></li><li><p>Software: Razer Synapse</p></li><li><p>Enviado por	Razer</p></li></ul><hr><h2>Para que serve?</h2><p>A resposta curta é que serve para pousares o headset quando não o estás a usar. Tem uma risca com iluminação Chroma na frente, dividida em 12 zonas, e com a habitual personalização de 16.8 milhões de cores da Razer, e uma base anti-derrapante.</p><p>Mas o mais importante é o botão integrado no próprio suporte. O peso do headset mantém-no premido e, quando pegas no headset, o botão deixa de ser premido e a ação é ativada. É aqui que entra o Razer Synapse, porque essa ação pode ser configurada para várias funções.</p><p><span class="article-figure"><img class="" src="https://geekinout.pt//storage/images/6a0c2a04-8ec8-4a0e-a805-2980e2d2cba5.jpg" width="1920" height="1080"><span class="article-figure-caption">Crédito da imagem: Geekinout.pt</span></span></p><p>A função mais prática é trocar a fonte de som, das colunas normais para o headset, mas também podes ativar várias outras funções ao mesmo tempo, como lançar um jogo específico ou uma plataforma digital, como a Steam, ou outro programa qualquer. A ativação é imediata. Levantas o headset do suporte, e o Steam é iniciado imediatamente, sem atrasos.</p><p>Resumidamente, funciona como um botão macro, como aqueles que os teclados gaming costumam ter e que também podes personalizar através do Razer Synapse para atribuir funções. Ou seja, esta Base Station não faz nada que não consigas fazer sem ela... agora, tenho que admitir que é um acessório que dá pontos de &quot;aura&quot; ao teu setup.</p><p><span class="article-figure"><img class="" src="https://geekinout.pt//storage/images/05dafc15-ba47-4479-93f3-9031d62a947f.jpg" width="1920" height="1080"><span class="article-figure-caption">Crédito da imagem: Geekinout.pt</span></span></p><h2>Também funciona como pequeno HUB USB</h2><p>A base serve ainda como terminal USB, com duas portas USB-A e uma USB-C. Uma das portas fica logo inutilizada, porque é preciso ligar a base ao PC se quiseres ter a iluminação chroma.</p><p>No meu caso, o dongle sem fios do Razer BlackShark V3 Pro ocupa mais uma porta da base, mas também me liberta uma porta no PC. No final das contas, tenho uma porta livre que posso usar para carregar smartphones, comandos e powerbanks.</p><p>Não considero que isto adiciona um enorme valor a este acessório, mas é melhor ter do que não ter.</p><p><span class="article-figure"><img class="" src="https://geekinout.pt//storage/images/85a3579d-0f8c-40a7-aaa2-c2bcfad46251.jpg" width="1920" height="1080"><span class="article-figure-caption">Crédito da imagem: Geekinout.pt</span></span></p><h2>O Razer Synapse</h2><p>Para tirar partido da base, tens de usar o Razer Synapse, e o software tem ficado cada vez mais complicado de usar. Apesar de usar produtos da Razer há vários anos, e de ter instalado o Synapse, às vezes ainda fico perdido. A função Chroma, por exemplo, é agora um módulo separado. Por um lado, as opções de personalização são mais vastas. Por outro, fazer algo simples pode tornar-se demasiado complicado.</p><p><span class="article-figure"><img class="" src="https://geekinout.pt//storage/images/b671a686-f585-4c12-8a23-eaf99b3faed9.jpg" width="1920" height="1080"><span class="article-figure-caption">Crédito da imagem: Geekinout.pt</span></span></p><p><span><strong>Prós</strong></span></p><ul><li><p>Troca a fonte de som quando pegas no headset</p></li><li><p>Botão configurável no Synapse para várias ações em simultâneo</p></li><li><p>Funciona como hub USB e liberta uma porta USB-A do PC</p></li><li><p>Iluminação Chroma à frente para combinar com o resto do setup</p></li><li><p>Uma format estética de guardar o headset</p></li></ul><p><span><strong>Contras</strong></span></p><ul><li><p>Preço muito elevado para um suporte de headset</p></li><li><p>Não faz nada que não consigas fazer sem ele</p></li><li><p>Obriga a usar o Razer Synapse, cada vez mais complicado</p></li></ul>
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                                        ]]></description>
                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
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                <pubDate>Wed, 28 Oct 2026 17:43:03 +0000</pubDate>
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                    <item>
                <title>PS5 vai ter finalmente comandos transparentes oficiais</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/ps5-vai-ter-finalmente-comandos-transparentes-oficiais</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>Os comandos transparentes foram uma das grandes modas do final dos anos 90, e a Sony decidiu finalmente trazê-los de volta. A empresa anunciou hoje a Prism Collection, uma nova coleção de comandos DualSense e tampas para a PS5 com design transparente.</p><p>A coleção chega em três cores: Flare Orange, Emerald Green e Graphite Gray, todas com acabamento brilhante. Segundo a Sony, a ideia é permitir aos jogadores espreitar o interior dos comandos e da consola, mostrando a tecnologia e o trabalho de design por trás do hardware da PS5.</p><p>Leo Cardoso, da equipa de cor, materiais e acabamentos da Sony, explica que a equipa sabia o quanto os fãs esperavam o regresso dos comandos transparentes, e que o objetivo foi recuperar essa tendência dos anos 90 de forma moderna, em linha com o design da PS5. </p><p>Os comandos DualSense da Prism Collection vão custar 84,99€, enquanto as tampas para a PS5 terão um preço de 74,99€. As tampas serão vendidas sobretudo diretamente pela PlayStation, e em quantidades limitadas em algumas lojas noutras regiões.</p><p>A coleção chega às lojas a 4 de fevereiro de 2027, mas as reservas abrem já a 10 de novembro, às 10h00 (hora local), na loja oficial da PlayStation e nos retalhistas aderentes. Portugal está incluído na lista de países onde será possível reservar diretamente através do site da PlayStation.</p><p><span class="article-figure"><img class="" src="https://geekinout.pt//storage/images/36503932-c820-4433-b866-67159bc73409.webp" alt="PS5 Prism Collection" width="1920" height="1080"><span class="article-figure-caption">Crédito da imagem: PlayStation</span></span></p>
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                                        ]]></description>
                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/ps5-vai-ter-finalmente-comandos-transparentes-oficiais</guid>
                <pubDate>Wed, 28 Oct 2026 15:25:47 +0000</pubDate>
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                    <item>
                <title>Ironia? PlayStation celebra 30 anos com livro físico</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/ironia-playstation-celebra-30-anos-com-livro-fisico</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>Há algo de irónico nisto. Poucos meses depois de <a href="https://geekinout.pt/artigos/playstation-abandona-formato-fisico-em-janeiro-de-2028" data-as-button="false">anunciar o fim dos jogos físicos</a>, a PlayStation vai celebrar os seus 30 anos com um produto bem físico: um livro de 400 páginas e 5 quilos, que conta a história das consolas da Sony através dos seus protótipos, esboços e modelos de desenvolvimento.</p><p>Chama-se PlayStation: The First 30 Years e foi produzido em colaboração direta com a PlayStation, em <a href="https://readonlymemory.com/pages/playstation-the-first-30-years" data-as-button="false">exclusivo para a editora britânica Read-Only Memory</a>. O livro dá acesso inédito ao arquivo de I&amp;D da Sony, com consolas, comandos e estudos de design nunca antes vistos, desde maquetes experimentais que nunca saíram dos estúdios até às formas finais de todas as PlayStation, da original à PS5.</p><p>As imagens são acompanhadas por testemunhos de quem desenhou a identidade da marca, incluindo Ken Kutaragi, o pai da PlayStation, Teiyu Goto e Yujin Morisawa, que explicam as decisões criativas e técnicas por trás de algum do hardware mais icónico da história dos videojogos.</p><p>As fotografias são de Benedict Redgrove, escolhido depois do sucesso do seu livro sobre a NASA, e a direção de arte é de Michael C Place, que trabalhou no design do lendário WipEout, jogo de lançamento da primeira PlayStation, e das sequelas WipEout 2097 e WipEout 3.</p><p>O livro está disponível em duas versões. A Standard Edition custa 115€, enquanto a Deluxe Edition custa 290€ e está limitada a 1994 exemplares, um número carregado de significado, já que foi o ano em que a primeira PlayStation chegou ao Japão. Esta edição inclui encadernação exposta, uma caixa de apresentação e impressões exclusivas, e estava quase esgotada no momento em que escrevemos.</p><p>A ironia deste anúncio está no timing. Em julho, a Sony anunciou que vai deixar de produzir discos físicos para todos os novos jogos PlayStation a partir de janeiro de 2028, passando a vendê-los apenas em formato digital, na PlayStation Store e em lojas com códigos digitais. </p><p>A empresa justificou a decisão com a preferência crescente dos consumidores pelo digital, mas a medida foi mal recebida por grande parte da comunidade, que teme perder o acesso aos jogos se forem retirados das lojas ou se os serviços online forem desligados. </p><p>Ou seja, a história da PlayStation vai poder ser guardada numa estante, mas os jogos do futuro não.</p><p><span class="article-figure"><img class="" src="https://geekinout.pt//storage/images/3697c34e-0b69-4759-8956-e30bc98bfe68.webp" width="1500" height="1000"><span class="article-figure-caption">Crédito da imagem: PlayStation</span></span></p>
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                                        ]]></description>
                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/ironia-playstation-celebra-30-anos-com-livro-fisico</guid>
                <pubDate>Wed, 28 Oct 2026 11:35:43 +0000</pubDate>
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                    <item>
                <title>GTA VI terá um download de 210 GB na PS5</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/gta-vi-tera-um-download-de-210-gb-na-ps5</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>Quem pretende jogar GTA VI no dia de lançamento, a 19 de novembro, faz bem em começar a libertar espaço na PS5. A conta PlayStation Game Size, que costuma partilhar dados de jogos da PlayStation, indica que o download do jogo na consola da Sony será de 210 GB. O valor ainda não foi confirmado oficialmente.</p><p>Para comparação, o Red Dead Redemption 2 exigia 149 GB de espaço livre na PS4 em 2018.</p><p>Há ainda ressalvas. Não é claro se os 210 GB correspondem apenas ao download ou ao espaço total necessário para instalar o jogo, já que os instaladores costumam ocupar espaço temporário. </p><p>Está também prevista uma atualização no primeiro dia, a 19 de novembro, que poderá aumentar o tamanho final, e o valor na Xbox Series X|S poderá ser diferente.</p>
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                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/gta-vi-tera-um-download-de-210-gb-na-ps5</guid>
                <pubDate>Tue, 27 Oct 2026 20:24:37 +0000</pubDate>
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                <title>Cupões Zumub | outubro 2026</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/codigos-desconto-zumub</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>A Zumub é uma das lojas online de suplementos e nutrição desportiva mais conhecidas em Portugal e na Europa. Se procuras whey protein, creatina, multivitamínicos, pré-treino ou outros produtos para maximizar os teus treinos, esta é uma das opções mais completas do mercado. Além da variedade, a loja destaca-se pela entrega rápida, qualidade garantida e preços competitivos.</p><p>Neste guia reunimos todos os códigos de desconto Zumub ativos em outubro de 2025, para que possas poupar nas tuas próximas encomendas. Muitos dos suplementos recomendados pela nossa equipa também estão incluídos nestas promoções.</p><h3><a href="https://zumub.boost.propelbon.com/ts/i5544651/tsc?amc=con.propelbon.539375.559610.14498638&amp;rmd=3&amp;trg=https%3A%2F%2Fwww.zumub.com%2F" data-as-button="false">Cupões desconto Zumub</a>:</h3><ul><li><p><strong>JJLOUREIRO | </strong>10% de desconto + brinde no checkout</p></li><li><p>Até 50% nos nossos Best Sellers (26 de outubro a 1 de novembro)</p></li><li><p>Até 50% em Perda de Peso (26 a 28 de outubro)</p></li><li><p><strong>ACTIVE-30</strong> | 30% de desconto em Activewear (26 a 27 de outubro)</p></li><li><p><strong>ZUMUB-25</strong> | 25% de Cashback na Zumub (28 de outubro)</p></li><li><p><strong>PACKS-15</strong> | 15% de desconto extra nos packs (29 de outubro a 1 de novembro)</p></li><li><p><strong>ZUMBIE</strong> | 10% de desconto em todo o site + oferta de produto (29 de outubro a 1 de novembro)</p></li></ul><p>Dica de poupança: Na Zumub podes acumular cupões. Primeiro aplicas um cupão de checkout e, depois, adicionas um código de influenciador como o <strong>JJLOUREIRO</strong> para aumentar ainda mais o desconto.</p><ol start="1"><li><p>No checkout, clicar onde diz &quot;Tens um cupão? Clique&quot;</p></li><li><p>Podes inserir um cupão de desconto e um cupão de influenciador; <strong>usa JJLOUREIRO para ainda mais desconto!</strong></p></li></ol><p><span class="article-figure"><img class="" src="https://geekinout.pt//storage/images/4b07ff8f-e15a-4beb-953f-cfda77bb8dfd.png"><span class="article-figure-caption">Onde inserir cupão Zumub</span></span></p><h2>Como usar um cupão de desconto na Zumub</h2><ol start="1"><li><p>No checkout, clica em <strong>“Tens um cupão?”</strong></p></li><li><p>Introduz o código e confirma.</p></li><li><p>O desconto será aplicado imediatamente antes do pagamento.</p></li></ol><p>Simples, rápido e válido em todos os dispositivos.</p><h3>Quais são os melhores suplementos Zumub para ganhar massa muscular?</h3><p>Se não sabes por onde começar, deixamos algumas recomendações de suplementos que estão com desconto e que são essenciais para quem quer <strong>ganhar massa muscular</strong> ou melhorar a recuperação:</p><ul><li><p><a href="https://www.zumub.com/PT/whey-isolada/100-whey-isolate-1kg-p-9125" data-as-button="false">100% Whey Isolate</a> 1KG - €34.98 (antes <s>€54.99</s>)</p></li><li><p><a href="https://www.zumub.com/PT/creatina-creatina-monohidrato-c-213_165_74/creatina-1kg#7141" data-as-button="false">Creatina Monohidratada</a> 500g - €19.97 (antes <s>€39,99</s>)</p></li><li><p><a href="https://www.zumub.com/PT/vitaminas-e-minerais-multivitaminico-c-90_172_100/zumub-multivitaminico-mineral-100-capsulas" data-as-button="false">Multivitaminas + Minerais</a> - €9,99</p></li><li><p><a href="https://www.zumub.com/PT/pre-treino/optimum-nutrition-gold-standard-pre-treino-advanced-420-gramas" data-as-button="false">Gold Standard Pré-Treino Avançado</a> - €34.99</p></li><li><p><a href="https://www.zumub.com/PT/-c-411/marine-collagen-60-capsulas" data-as-button="false">Colagénio Marinho</a> - €8.99</p></li></ul><h2>Porque vale a pena comprar suplementos na Zumub?</h2><ul><li><p>Variedade: centenas de marcas internacionais e produtos exclusivos</p></li><li><p>Poupança: promoções semanais e programa de cashback</p></li><li><p>Rapidez: entregas em Portugal geralmente em 24/48h</p></li><li><p>Confiança: loja de referência há vários anos no setor da nutrição desportiva</p></li></ul><p>Se estás à procura de <strong>suplementos baratos em Portugal</strong>, a Zumub continua a ser a melhor opção. Em outubro de 2025, os <strong>cupões de desconto ativos</strong> permitem poupar até 50% em suplementos de topo como whey protein, creatina e vitaminas.</p><p>Guarda este artigo, porque será atualizado todos os meses com os <strong>novos cupões da Zumub</strong>.</p>
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                                        ]]></description>
                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/codigos-desconto-zumub</guid>
                <pubDate>Mon, 26 Oct 2026 17:01:50 +0000</pubDate>
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                    <item>
                <title>EA Sports FC 27 (análise) | Mudou o nome, mas o futebol é o mesmo</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/ea-sports-fc-27-analise</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>Entre a nova nomenclatura e o longo legado reconhecido mundialmente como FIFA, dista pouco mais do que o sentido de uma actualização ou renovação anual do jogo de futebol da EA Sports que atravessou gerações e décadas, conheceu uma multitude de plataformas e abraçou o formato competitivo. Curiosamente, o último jogo que analisei e joguei de uma série que conheço e jogo desde a sua origem (FIFA International Soccer, 1993, para a Mega Drive) foi FIFA 21. Alguns anos volvidos, eis-me novamente a desafiar defesas e arriscar tentos de belo efeito em campos virtuais que pontificam por esse mundo.</p><p>Sendo este também o primeiro que jogo na renomeação FC 27, a sensação é de um regresso a casa, a um espaço que na realidade nunca mudou ou desapareceu realmente. Continua aquela apresentação suave e limpa, talvez até demasiado genérica, mas extremamente vincada, a começar pelos toques primários, entre passes e remates e os dribles rápidos ou executados com a bola colada ao pé.</p><hr><ul><li><p>Versão testada: PS5</p></li><li><p>Código enviado por: EA </p></li></ul><hr><p>O espaço temporal que passou deixa-me mais periclitante no momento do remate ou diante do guarda-redes. Há coisas que só melhoram e se aprimoram com a prática, ainda que a sensação de um produto visto esteja toda lá. Isto não invalida que seja sempre um desafio olhar para um videojogo que no fundo se apresenta como o recomeço de um campeonato, a tradição da temporada futebolística que congrega os fãs em acesas partidas e torneios online. Numa indústria em que o tempo para arriscar ideias novas, conceitos novos e abrir elementos criativos de forte identidade parece definitivamente afastado, as edições anuais deixam-nos também diante da angústia de uma espécie de revisão da matéria.</p><p>Por muito que goste de jogar o futebol virtual na sua feição mais próxima da simulação, ao efectuar esta análise revejo-me mais uma vez diante daquela posição de quem vai efectuar uma análise clínica e verifica se os níveis apresentados nos resultados estão mais altos ou mais baixos. Este &quot;check-in&quot; quase formal não deixa de assombrar a indústria desde há décadas. Não se entenda isto como uma crítica à fórmula, mas o que sinto sempre que faço uma análise a FIFA (e fiz mais de uma dezena delas num passado não muito distante) é como colocar uma série de vistos numa grelha de tópicos a verificar.</p><h3>Maior pendor online e social assente em The Grounds</h3><div data-youtube-video="true" class="responsive"></div><p>Na sua vertente competitiva e social, o futebol é um desporto que agrega nacionalidades, países e continentes. A ideia ganha reflexo neste enxerto The Grounds, uma solução que funciona como uma espécie de globo composto por áreas de diferente tratamento e no qual o representante do jogador, uma &quot;persona&quot; do futebol virtual, ganha identidade e se incorpora numa série de desafios pensados para o multijogador. As possibilidades são avassaladoras e os desafios constantes, embora o online (vide, uma subscrição) seja obrigatório.</p><p>Para quem prefere jogar por si só contra o computador, a exploração deste modo aberto exige algumas concessões e disponibilidade para jogar em rede, o que pode ser logo um desapontamento. Confesso que sou hoje menos jogador online do que já fui, embora perceba que o futebol sobreviva pelas dinâmicas sociais. Ponto que seguramente não será considerado por quem jogue FC na vertente competitiva com amigos, pelo que será extra ou bónus cumprir esta caminhada em permanente actualização.</p><p>Estas zonas de agregação possuem uma identidade marcada pelo futebol de rua, pelas peladas e confrontos que podem ir do mais elementar da peladinha até ao campo de betão e relvado. Os desafios divergem, no entanto, e tendem a incorporar certos elementos regionais para uma mais fácil identificação, com destaque para as ruas europeias inglesas e francesas. Está também associada uma tabela de crescimento do jogador perfilhado para estas andanças a nível local e online. A exploração livre e em mundo aberto funciona como um óptimo prospecto futebolístico, ainda que repouse demasiado nas funcionalidades online e na estrita dependência de uma subscrição.</p><h3>Entre o modo carreira e o Ultimate para uma maior envolvência</h3><div data-youtube-video="true" class="responsive"></div><p>FC sem progressão da carreira não seria verdadeiramente um produto da EA Sports. Seja a treinar uma equipa ou a ajudar ao crescimento de uma equipa, o que parece verificar-se neste ramo é uma tentativa de incorporar elementos mais sonantes do futebol, especialmente nas capacidades atléticas dos jogadores. Isso contribui para fortalecer o colectivo nas situações de sucessivos bons resultados, participações em jogos, golos, assistências, passes, etc. Uma série de maus resultados advenientes de uma menor preparação pode afectar os melhores, pondo como elemento central a gestão do plantel face aos inúmeros desafios.</p><p>As contratações tornaram-se expeditas, embora continuem a ocupar um papel central pelas suas dinâmicas e imprevisibilidade do mercado. Investidas rivais de última hora podem fazer perigar um negócio vantajoso e as questões salariais, o tempo de contrato e a posição ocupada e percurso do jogador levam a gerir cautelosamente o orçamento para a temporada. Ainda assim, deparei-me com alguns desfasamentos face à realidade e actualização deficiente dos plantéis já com os campeonatos em curso, o que não deixa de ser algo errático por parte de quem prefere as actualizações e a concomitância com o futebol real.</p><p>Já o modo Ultimate é sempre uma óptima escolha se o objectivo é construir uma equipa de sonho, ainda que isso obrigue a um investimento continuado não só no modo de jogo, como na formação do plantel e das constantes partidas a que o mesmo é sujeito. Aqui os pontos de consolo derivam do próprio conteúdo disponível e dos jogadores que podem contratar e formar. Gostei da apresentação, organização e gestão das opções, funcionando como um modo mais gratificante quando é depositado mais empenho.</p><h3>Uma jogabilidade e apresentação familiares</h3><p>Do ponto de vista da troca de bola, passes, remates e dribles, o meu relativo distanciamento da série face aos últimos anos não me impediu de reconhecer e começar a empregar certas técnicas assimiladas na memória. É uma jogabilidade familiar, mais trabalhada, porventura menos assistida em certos pontos e cheia de possibilidades defensivas e ofensivas. Sem entrar nos aspectos que possam ser vistos como melhorias ou retrocessos, parece-me que é um jogo que continua a partilhar a mesma identidade com que se formou até recentemente. Há todo um leque de opções que funciona por degraus, desde o futebol mais assistido do primeiro nível até ao total controlo do grau cimeiro de competição. Aqui, também, é o tempo investido que permite uma melhoria e desenvolvimento das qualidades, sendo que o futebol permanece bastante versátil e assertivo.</p><p>Do ponto de vista dos visuais, as animações permanecem gratificantes e não temos por base apenas os movimentos dos jogadores. Há todo um ambiente ao redor do relvado e calor projectado pelas bancadas que permanece fiel a uma transmissão televisiva de um jogo de futebol. Os rostos dos jogadores sobressaem, ainda que o destaque vá para os jogadores emblemáticos e titulares.</p><p><span><strong>Prós:</strong></span></p><ul><li><p>Variedade de desafios em The Grounds</p></li><li><p>Versatilidade do sistema de jogo</p></li><li><p>Ultimate permanece uma boa alternativa</p></li><li><p>Animações e movimentos</p></li></ul><p><span><strong>Contras</strong></span></p><ul><li><p>Alguns erros e dificuldades em ter plantéis actualizados</p></li><li><p>Exclusividade online em The Grounds</p></li><li><p>Alguns modos permanecem quase idênticos aos de FIFA</p></li></ul>
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                                        ]]></description>
                <author>geral@geekinout.pt (Vítor Leal)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/ea-sports-fc-27-analise</guid>
                <pubDate>Fri, 23 Oct 2026 16:36:18 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>Político canadiano quer ajudar trabalhadores da BioWare a comprar o estúdio</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/politico-canadiano-quer-ajudar-trabalhadores-da-bioware-a-comprar-o-estudio</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>O <a href="https://geekinout.pt/artigos/ea-encerra-a-bioware-e-cancela-o-proximo-mass-effect" data-as-button="false">encerramento da BioWare</a>, anunciado esta semana pela EA, já chegou à política canadiana. O estúdio, sediado em Edmonton, foi várias vezes eleito um dos melhores locais para trabalhar no Canadá, mesmo depois de ter sido comprado pela EA.</p><p>Avi Lewis, líder do Novo Partido Democrático (NDP), um dos principais partidos da oposição no Canadá, criticou a decisão nas redes sociais. “Isto é capital de risco (private equity), é o que faz: compra negócios, leva-os à ruína e despedaça-os por lucro de curto prazo”, escreveu. </p><p>Segundo Lewis, os programadores da BioWare “sabem como gerir o estúdio” e “sabem fazer os jogos que todos adoramos”, por isso “devem ter a primeira oportunidade, e o apoio federal, para o comprar e geri-lo eles próprios”.</p><p>O político acrescentou que, “se queremos evitar o efeito Mass Effect no Canadá, devemos manter a equidade privada de fora, em vez de o acolher”. Alguns apoiantes chegaram a pedir, aparentemente a brincar, que o estúdio fosse nacionalizado. Para já, trata-se de uma tomada de posição, e não de uma proposta formal, e o futuro das propriedades Mass Effect e Dragon Age continua por esclarecer.</p><p>Apesar do encerramento de Bioware, sabemos que a série live-action de Mass Effect continua em produção.</p><div>
    <blockquote class="bluesky-embed" data-bluesky-uri="at://did:plc:idsofvph6jyjtkumhhla6n5e/app.bsky.feed.post/3myfzwhsfbs2s" data-bluesky-cid="bafyreibndaltwzrblgy6ccumdncudrz6daeflypvotzqlkdd5bz27umame" data-bluesky-embed-color-mode="system"><p lang="en">The developers at BioWare know how to run the studio. They know how to make the games we all love. They should be given the first opportunity - and the federal support - to buy it and run it themselves.</p>&mdash; Avi Lewis (<a href="https://bsky.app/profile/did:plc:idsofvph6jyjtkumhhla6n5e?ref_src=embed">@avilewis.ca</a>) <a href="https://bsky.app/profile/did:plc:idsofvph6jyjtkumhhla6n5e/post/3myfzwhsfbs2s?ref_src=embed">October 21, 2026 at 9:55 PM</a></blockquote>
</div>

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                                        ]]></description>
                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/politico-canadiano-quer-ajudar-trabalhadores-da-bioware-a-comprar-o-estudio</guid>
                <pubDate>Fri, 23 Oct 2026 14:51:56 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>ASUS abre a primeira loja em Portugal, dedicada ao Zenbook A14</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/asus-abre-a-primeira-loja-em-portugal-dedicada-ao-zenbook-a14</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>O Zenbook 14 (UX3480QA) acaba de chegar a Portugal e a ASUS escolheu o Oeiras Parque para abrir a sua primeira loja no país. Em formato pop up store, o espaço estará aberto até ao final de janeiro de 2027 e é inteiramente dedicado ao portátil, com um design que segue as mesmas linhas do Zenbook, com foco no estilo, no minimalismo e na portabilidade.</p><p>Na loja, os clientes podem experimentar o portátil, ver as três cores disponíveis (Arctic Blue, Komodo Coral e Zabriskie Beige) e registar-se para tentar a sorte numa gacha machine, onde podem ganhar chapéus, bolsas e outro merchandising inspirado na linha Zenbook. </p><p>O Zenbook 14 pesa 1,1 kg, tem um chassis em Ceraluminum, que a ASUS descreve como mais leve e mais resistente do que o alumínio e com o aspeto de pedra natural, e promete até 30 horas de bateria.</p><p>O ecrã é OLED de 14 polegadas, em formato 16:10, com cobertura de 100% do espaço de cor DCI-P3. Nas versões com Snapdragon X, que são Copilot+ PC, pensados para tarefas de IA, a RAM vai até 16 GB e o armazenamento até 512 GB. </p><p>O portátil carrega por USB-C a 68 W e tem duas portas USB-C, uma USB-A e HDMI 2.1.</p><p>Os preços começam nos 799,99 euros, para a versão com Snapdragon X, 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento. Com 16 GB e 256 GB custa 999,99 euros, e com 16 GB e 512 GB custa 1.099,99 euros. A versão com AMD Ryzen AI 7, 24 GB e 512 GB custa 1.499,99 euros, tal como a de Intel Core Ultra 7 com 16 GB e 512 GB, e a Intel Core Ultra 7 com 24 GB e 512 GB custa 1.699,99 euros.</p><p><span class="article-figure"><img class="" src="https://geekinout.pt//storage/images/4ab7ca1b-4623-49e3-8ef7-be127c5d0d0b.jpeg" alt="Asus zenbook A14 specs" width="2040" height="1532"><span class="article-figure-caption">Crédito da imagem. Geekinout.pt</span></span></p>
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                                        ]]></description>
                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/asus-abre-a-primeira-loja-em-portugal-dedicada-ao-zenbook-a14</guid>
                <pubDate>Thu, 22 Oct 2026 17:20:14 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>EA encerra a BioWare e cancela o próximo Mass Effect</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/ea-encerra-a-bioware-e-cancela-o-proximo-mass-effect</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>A compra da EA por um consórcio liderado pelo fundo soberano da Arábia Saudita (PIF), com a Silver Lake e a Affinity Partners, num negócio de 55 mil milhões de dólares, ficou concluída em agosto. Pouco mais de dois meses depois, a BioWare anunciou o seu encerramento.</p><p>O estúdio disse nas redes sociais, na quarta-feira, que “está a fechar” e que “o desenvolvimento inicial do próximo projeto de Mass Effect está a terminar”. A BioWare diz que o foco está agora na equipa e em apoiá-la nesta transição.</p><p>Segundo a Bloomberg, a EA vai cortar cerca de 400 empregos, aproximadamente 3% da sua força de trabalho, e cerca de 50 serão na BioWare. A EA ainda não confirmou estes números.</p><p>O estúdio já tinha sido reduzido em janeiro de 2025, depois de Dragon Age: The Veilguard ter ficado abaixo das expectativas. Numa carta aos trabalhadores, o COO David Tinson e Cam Weber, responsável pelos estúdios da EA, escreveram que a empresa “analisou com atenção o seu negócio” ao longo de vários meses. A EA também cancelou um projeto de The Sims, com o nome de código Project Lotus.</p><p>Fundada em 1995, em Edmonton, no Canadá, por Ray Muzyka, Greg Zeschuk e Augustine Yip, a BioWare assinou Baldur’s Gate (1998), Star Wars: Knights of the Old Republic (2003), Mass Effect (2007), Dragon Age e Anthem (2019). Foi adquirida pela EA em 2007 e o seu último jogo foi Dragon Age: The Veilguard, em 2024.</p><p>Ainda não se sabe o que acontecerá às propriedades Mass Effect e Dragon Age.</p><div>
    <blockquote class="twitter-tweet"><p lang="zxx" dir="ltr">https://t.co/TicSujMWps</p>&mdash; BioWare (@bioware) <a href="https://x.com/bioware/status/2112953618093535510?ref_src=twsrc%5Etfw">October 21, 2026</a></blockquote>


</div>

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                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/ea-encerra-a-bioware-e-cancela-o-proximo-mass-effect</guid>
                <pubDate>Wed, 21 Oct 2026 18:47:03 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>Nova Xbox pode custar quase dois salários mínimos em Portugal</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/nova-xbox-pode-custar-quase-dois-salarios-minimos-em-portugal</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>A crise da memória continua a empurrar os preços das consolas para cima, sem projecções para que a situação melhore nos próximos anos.</p><p>A Xbox Series X de 1 TB com leitor de discos custava 499 dólares no lançamento e custa agora 799,99 dólares. A Xbox já admitiu que os preços de armazenamento e memória das consolas aumentaram “mais de 2,5 vezes” e espera novas subidas no próximo ano, e a PlayStation e a Nintendo também aumentaram os preços nos últimos tempos.</p><p>É neste contexto que a <a href="https://fortune.com/2026/10/20/the-non-gamer-ceo-racing-to-save-microsofts-xbox/" data-as-button="false">Fortune</a>, num perfil da CEO da Xbox, Asha Sharma, publicado na terça-feira, escreve que o preço da próxima consola, com o nome de código Helix, tem sido projetado internamente entre 1.200 e 1.800 dólares para o consumidor, a não ser que a Microsoft decida subsidiar o custo.</p><p>A mesma reportagem adianta a CEO Asha Sharma tem planos para lançar a consola na época natalícia de 2028, no entanto, antes disso vai chegar às lojas uma nova Xbox portátil, até à época natalícia de 2027. A Microsoft já tinha confirmado previamente que ia enviar versões alfa do hardware Helix a programadores a partir de 2027,.</p><p>Se a Microsoft seguir a prática atual, em que o preço em euros é igual ao preço em dólares (a Series X custa 799,99 dólares nos EUA e 799,99 euros na Europa desde agosto), a Xbox Helix custaria entre 1.200 e 1.800 euros. O valor máximo seria quase o dobro do salário mínimo nacional, que em 2026 é de 920 euros brutos por mês, e o valor mínimo corresponderia a 1,3 salários mínimos. </p>
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                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/nova-xbox-pode-custar-quase-dois-salarios-minimos-em-portugal</guid>
                <pubDate>Wed, 21 Oct 2026 11:55:02 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>GTA VI gera preocupações de violência na TV dos Estados Unidos</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/gta-vi-gera-preocupacoes-de-violencia-na-tv-dos-estados-unidos</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>GTA VI chega a 19 de novembro, e com ele regressa o velho debate sobre videojogos e violência. É o primeiro jogo principal da série desde GTA V, lançado em 2013, e o tema já chegou à televisão americana.</p><p>No domingo, o <a href="https://www.foxnews.com/video/6407050358112" data-as-button="false">programa Fox &amp; Friends</a> dedicou um segmento ao lançamento. A introdução falava em preocupações de “autoridades e pais” com a “glorificação do crime e da violência” no jogo, que poderia influenciar um público mais jovem, e perguntava se a violência virtual é um “catalisador” de problemas no mundo real. A Fox não identificou que autoridades são essas. Os convidados foram os comentadores Ben Domenech e Joe Concha.</p><p>O apresentadora acabou por relacionar o tema com Tyler Robinson, o acusado de ter matado Charlie Kirk na Utah Valley University, em setembro de 2025, descrevendo-o como um “gamer”, embora tenha acrescentado que não sabe se os jogos levaram ao crime. Robinson declarou-se inocente de todas as acusações. Domenech respondeu que Robinson “não jogava este tipo de jogos” e que meter todos os videojogos no mesmo saco é uma atitude “preguiçosa”.</p><p>Domenech defendeu que a ideia de que os videojogos violentos aumentam a violência “foi desmentida vezes sem conta” e que o público de GTA é sobretudo adulto, citando que o pré-comprador médio tem cerca de 30 anos.</p><p>Concha adotou uma posição mais neutra. Admitiu que os jogos de hoje são diferentes dos do passado, por serem online, e questionou se algumas crianças conseguem distinguir a realidade do que fazem nos jogos, mas disse que cabe aos pais, e não ao Governo, decidir o que os filhos jogam, e lembrou que as proibições de conteúdos já foram anuladas nos tribunais americanos por serem censura inconstitucional.</p><p>Sobre a ciência, a Associação Americana de Psicologia concluiu em 2020 que não há provas científicas suficientes para sustentar uma ligação causal entre videojogos violentos e comportamento violento. O mesmo relatório reconhece uma associação “pequena mas fiável” com respostas agressivas, como gritar ou empurrar, e diz que estes resultados são difíceis de estender a violência mais grave.</p>
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                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
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                <pubDate>Wed, 21 Oct 2026 11:29:16 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>Rockstar terá aliciado os Daft Punk para GTA VI com orçamento ilimitado (rumor)</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/rockstar-tera-aliciado-os-daft-punk-para-gta-vi-com-orcamento-ilimitado-rumor</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>A Rockstar revelou durante este mês de Outubro que os Justice são os compositores da banda sonora original de GTA VI. </p><p>A música “Flower in a Hurricane”, com Tame Impala, SZA e King Gizzard &amp; the Lizard Wizard, passa no trailer no trailer de lançamento e será uma das 34 faixas de Grand Theft Auto VI: The Album, que chega a 19 de novembro, tal como o jogo.</p><p><strong>Agora, um rumor sugere que os Justice não terão sido a primeira escolha. </strong></p><p>Segundo a conta Has It Leaked, no X, a gestão dos Daft Punk (que, sublinha a conta, ainda existe) recebeu uma proposta para “um último regresso” da dupla na banda sonora de GTA VI, com “essencialmente um orçamento ilimitado”. Os Justice teriam sido a segunda escolha da Rockstar. </p><p>Para já, não há qualquer confirmação. Nem a Rockstar nem os representantes dos Daft Punk ou dos Justice comentaram a alegação, e as notícias que a repetem remontam todas à mesma publicação. Alguns meios escreveram que os Daft Punk recusaram a proposta, mas a publicação original não o diz. </p><p>Recorde-se que a dupla francesa se separou em fevereiro de 2021.</p><div>
    <blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">Daft Punk's management (yes, still exist) were pitched  &quot;a final comeback&quot; of the duo for the GTAVI soundtrack with what was &quot;essentially an unlimited budget&quot;. Justice were Rockstar's second choice.</p>&mdash; Has it Leaked (@hasitleaked) <a href="https://x.com/hasitleaked/status/2112177791429222677?ref_src=twsrc%5Etfw">October 19, 2026</a></blockquote>


</div>

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                                        ]]></description>
                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/rockstar-tera-aliciado-os-daft-punk-para-gta-vi-com-orcamento-ilimitado-rumor</guid>
                <pubDate>Wed, 21 Oct 2026 10:24:14 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>Xbox envia emails a pedir que vendam a consola se já não a usam</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/xbox-envia-emails-a-pedir-que-vendam-a-consola-se-ja-nao-a-usam</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>Em junho, depois de aumentar os preços das consolas, a Xbox anunciou novos programas para disponibilizar consolas usadas a preços mais baixos. Agora, parece estar a ir buscar essas consolas diretamente a quem já não as usa.</p><p>O email foi partilhado no X na segunda-feira pela conta Nintendeal e já corre pelas redes. </p><div>
    <blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">don't think I've ever seen anything like this before...

XBOX sent me an email encouraging me to sell my console because I haven't used it in awhile

&quot;Haven't played on your console in a while? If you've moved on to XBOX on PC or another way to play XBOX games, it may be time to trade in your console to Best Buy for up to $375 back.&quot;</p>&mdash; Nintendeal (@Nintendeal) <a href="https://x.com/Nintendeal/status/2112234006565818541?ref_src=twsrc%5Etfw">October 19, 2026</a></blockquote>

</div>
<p>A mensagem pergunta “Haven’t played on your console in a while?” (Já não jogas na tua consola há algum tempo?) e sugere que quem passou a jogar Xbox no PC, ou de outra forma, troque a consola na Best Buy por até 375 dólares (cerca de 335 euros). </p><p>A Xbox confirmou ao <a href="https://gizmodo.com/xbox-trade-in-program-2000828278" data-as-button="false">Gizmodo que o email é verdadeiro</a>.</p><p>Os 375 dólares são o valor máximo, para consolas em bom estado e com cabo de alimentação, comando e suporte. Segundo o Gizmodo, uma consola em mau estado vale apenas 150 dólares. A mesma publicação nota que uma Series X recondicionada custa 650 dólares nos Estados Unidos, o que deixa à Microsoft uma margem considerável na revenda.</p><p>A campanha é dirigida a utilizadores nos EUA, e não há para já informação sobre um programa semelhante na Europa.</p>
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                                        ]]></description>
                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/xbox-envia-emails-a-pedir-que-vendam-a-consola-se-ja-nao-a-usam</guid>
                <pubDate>Wed, 21 Oct 2026 10:08:33 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>Nacon Revolution 5 Unlimited (análise) | O comando mais personalizável da PS5 e até tem um ecrã</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/nacon-revolution-5-unlimited-analise</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>Em janeiro de 2023, a Sony lançou o DualSense Edge, o seu comando &quot;pro&quot; para a PS5. Trouxe botões traseiros, gatilhos ajustáveis e módulos de analógicos substituíveis, mas também uma autonomia fraca e um preço que, na Europa, começou nos 239,99 € (<em>desde janeiro de 2025 custa 219,99 € na loja da Sony</em>). A Nacon chega agora com o Revolution 5 Unlimited, que é o primeiro comando licenciado para a PS5 com um ecrã integrado. Depois de o testar, arrisco dizer que não há outro que ofereça tanta personalização.</p><hr><ul><li><p>Preço: 199,90 €</p></li><li><p>Data de lançamento: Outubro de 2026 na Europa</p></li><li><p>Fabricante: Nacon</p></li></ul><hr><h3>Construção: segurança nas mãos</h3><p>Ao contrário do DualSense, o Revolution 5 Unlimited segue um layout assimétrico, ao estilo dos comandos Xbox. Nota-se logo, assim que o pegas, que há aqui boa qualidade de construção. Transmite segurança, e essa é uma sensação que não se consegue fingir numa ficha técnica. À volta, o comando está revestido de borracha aderente e texturizada, para garantir que não te escorrega acidentalmente das mãos. O design também é inteligente, com os botões extra nas pegas do comando a apresentarem diferentes texturas para que não haja engano onde estás a carregar.</p><div data-youtube-video="true" class="responsive"></div><h3>O ecrã: a grande novidade</h3><p>É aqui que o Revolution 5 Unlimited se separa de tudo o resto. O pequeno ecrã no centro do comando permite ajustar, sem sair do jogo e sem abrir nenhuma aplicação, a zona morta dos analógicos e as curvas de resposta (individualmente, para cada analógico), mas também a mistura de áudio entre jogo e chat, o volume do microfone e outras definições. Mais de metade das opções podem ser mudadas diretamente no ecrã.</p><p>Há modos pré-definidos para jogos de corridas e de tiros, e há ainda um modo Shooter Pro, que remove por completo a zona morta. Quem quiser ir mais longe pode recorrer à aplicação oficial da Nacon para o telemóvel e afinar tudo com muito mais precisão, para além de criar perfis específicos para certos estilos de jogos. Para mexer no ecrã, é preciso primeiro carregar numa tecla dedicada que está a meio da zona dos ombros. Isto impede que carregues acidentalmente no ecrã enquanto estás a jogar e alteres alguma definição sem querer.</p><h3>Analógicos TMR e gatilhos hall effect</h3><p>Os analógicos usam tecnologia TMR (Tunneling Magnetoresistance), um sensor magnético sem contacto, pensado para oferecer mais precisão, menos desgaste e menor consumo de energia. É também a melhor resposta ao drift, o problema que atormenta tantos comandos. Nem o DualSense nem o DualSense Edge têm esta tecnologia, o que é uma escolha estranha por parte da Sony, tendo em conta que quando os comandos foram lançados, a tecnologia já existia e estava a ser implementada por marcas third-party.</p><p>Os gatilhos são de efeito Hall e têm dois modos: curso analógico longo, ideal para acelerar e travar nos jogos de corridas, ou um clique curto e mecânico, mais indicado para os jogos de tiros. Os botões principais e o d-pad usam micro-switches.</p><p><span class="article-figure"><img class="" src="https://geekinout.pt//storage/images/fe4f16ec-6c24-4380-b1d5-fb151505de68.jpg" alt="Imagem capturada por Ge" width="1920" height="1442"><span class="article-figure-caption">Os gatilhos e botões extras (Imagem capturada por Geekinout.pt)</span></span></p><h3>Personalização total</h3><p>Podes mudar quase tudo neste comando, a lista é longa. Tens três formatos de cabeças para os analógicos (convexa, côncava e côncava elevada), com duas de cada, anilhas de limitação de curso de vários tamanhos, e dois d-pads intercambiáveis, um de 4 e outro de 8 direções. Podes ainda abrir as pegas e adicionar pesos de 10, 14 ou 16 g, para ajustares o equilíbrio do comando ao teu gosto. Os botões extra incluem dois nos ombros e quatro nas pegas.</p><p>Mais ainda, a Nacon não poupou no que vem na caixa: bolsa de transporte, pano de limpeza, cabo e uma base de carregamento magnética que também serve de suporte para o dongle sem fios. Num mercado em que a base costuma ser vendida à parte, é um argumento de peso, até porque basta colocar o comando na base depois de jogar, para garantir que nunca ficas sem bateria.</p><p>De qualquer modo, a bateria do Nacon Revolution 5 Unlimited, mesmo com um ecrã integrado, consegue superar a do Dualsense Edge. O comando supera as 10 horas de autonomia com uma carga, mas pode ir mais longe de diminuíres o brilho do ecrã. Enquanto isso, o Dualsense Edge dura, na melhor das hipóteses, umas 6 horas.</p><p><span class="article-figure"><img class="" src="https://geekinout.pt//storage/images/560756cf-0c3f-4c54-a4a4-cf2009e94f2b.jpg" width="1920" height="1080"><span class="article-figure-caption">Os pesos, analógicos extra e d-pad adicional do Nacon Revolution 5 Unlimited (imagem capturada por Geekinout.pt)</span></span></p><h3>Conectividade</h3><p>Liga-se à PS5, ao PC e a Smart TVs Android, por cabo ou sem fios, através de um dongle de 2,4 GHz. Em modo PC, tem suporte para 1000 Hz de taxa de atualização e 1 ms de latência. Tem ainda entrada para auscultadores e giroscópio.</p><h3>O que lhe falta</h3><p>O Revolution 5 Unlimited não tem feedback háptico nem gatilhos adaptativos, mas atualmente, nenhum comando third-party oferece estas funcionalidades. <a href="https://www.scufgaming.com/us/en/gaming/products/scuf-products/scuf-controller-comparison-guide/" data-as-button="false">Segundo a Scuf</a>, os termos de licenciamento atuais da Sony não permitem que os comandos licenciados de terceiros incluam feedback háptico, e a própria Scuf descontinuou a gama Reflex, que tinha háptico e gatilhos adaptativos, e substituiu-a pelo Omega, que já não os tem. Ou seja, não é uma opção da Nacon.</p><p>Também não consegue ligar a PS5, uma funcionalidade que continua exclusiva do DualSense. Também não tem touchpad (embora tenha um botão que substitui a funcionalidade de carregar no touchpad) nem efeito de vibração na PS5, mas importa sublinhar que, ligado ao PC, o comando tem vibração.</p><p><span class="article-figure"><img class="" src="https://geekinout.pt//storage/images/4e1ce6c0-d6df-4595-ac70-a0057b217385.jpg" width="1920" height="1080"><span class="article-figure-caption">O comando tem quatro botões adicionais nas pegas e bloqueios para os gatilhos (imagem capturada por Geekinout.pt)</span></span></p><h3>Sobre o preço e a concorrência</h3><p>Por 199,90€, o Revolution 5 Unlimited custa menos do que o preço oficial do DualSense Edge (219,99€), e traz de série coisas que o comando da Sony não tem: ecrã, analógicos TMR e base de carregamento. O Edge continua a ganhar no feedback háptico e nos gatilhos adaptativos. Outra alternativa, é o <a href="https://geekinout.pt/artigos/razer-raiju-v3-pro-review" data-as-button="false">Razer Raiju V3 Pro</a>, que também oferece analógicos com TMR e gatilhos Hall Effect, mas não tem ecrã no comando, base de carregamento nem personalização ao nível de peso. O preço oficial do comando da Razer é também ligeiramente mais elevado, situando-se nos 209,99€.</p><p><span><strong>Prós</strong></span></p><ul><li><p>Ecrã integrado para ajustar zonas mortas, curvas de resposta e áudio</p></li><li><p>Analógicos TMR (anti-drift)</p></li><li><p>Gatilhos com dois modos (clique longo e clique curto)</p></li><li><p>Pesos, cabeças de analógicos e d-pads intercambiáveis</p></li><li><p>Base de carregamento, bolsa e pano de limpeza incluídos</p></li><li><p>Boa qualidade de construção</p></li><li><p>Bateria acima das 10 horas, segundo a Nacon</p></li><li><p>Mais barato do que o DualSense Edge</p></li></ul><p><span><strong>Contras</strong></span></p><ul><li><p>Sem feedback háptico</p></li><li><p>Sem gatilhos adaptativos</p></li><li><p>Não liga a PS5</p></li></ul>
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                                        ]]></description>
                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/nacon-revolution-5-unlimited-analise</guid>
                <pubDate>Tue, 20 Oct 2026 12:27:41 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>Xbox procura responsável por jogos físicos enquanto a Sony abandona os discos</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/xbox-procura-responsavel-por-jogos-fisicos-enquanto-a-sony-abandona-os-discos</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>A Sony vai deixar de produzir discos para novos jogos PlayStation a partir de janeiro de 2028. Do outro lado, a Microsoft parece estar a olhar para o formato físico com outros olhos. </p><p>A empresa tem aberta uma <a href="https://www.linkedin.com/jobs/view/xbox-games-supply-strategist-at-microsoft-4479833099/" data-as-button="false">vaga para Xbox Games Supply Strategist</a>, um profissional que ficará responsável por coordenar o lançamento de jogos Xbox físicos em todas as plataformas, definir estratégias globais de posicionamento de stock e acompanhar a execução das vendas e dos canais de distribuição. Para isso, vai trabalhar com as equipas de Marketing de Produto, Finanças e Cadeia de Abastecimento.</p><p>Convém, ainda assim, não tirar conclusões a mais.</p><p>A descrição não menciona discos, e a expressão “em todas as plataformas” pode incluir a PlayStation e a Switch, onde a Xbox também publica jogos. Fugas indicam ainda que a próxima consola, conhecida como Project Helix, poderá nem ter leitor de discos, mas a Microsoft não confirmou nada nem comentou a decisão da Sony.</p><p>O contexto também não é favorável ao formato físico da marca. Nos EUA, a Xbox representa pouco mais de 4% das vendas de jogos físicos novos este ano, contra 32% da PlayStation e 63% da Nintendo, segundo dados da Circana.</p><p>Na Europa, a presença da Xbox nas lojas tem vindo a encolher. Em Portugal, mais concretamente, o stock de consolas Xbox Series X | S está esgotado há vários meses. A quantidade de jogos Xbox nas prateleiras é também visivelmente menor comparativamente aos da PlayStation e Nintendo.</p><p>Portanto, esta oferta de emprego está a ser vista com olhos de esperança pelos jogadores. Todavia, ainda não é certo de que a Microsoft vai continuar a apostar em jogos em disco na próxima geração.</p>
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                                        ]]></description>
                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/xbox-procura-responsavel-por-jogos-fisicos-enquanto-a-sony-abandona-os-discos</guid>
                <pubDate>Mon, 19 Oct 2026 09:51:06 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>Reservas do iPhone Duo abrem em Portugal com preços desde 2.399 euros</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/reservas-do-iphone-duo-abrem-em-portugal-com-precos-desde-2399-euros</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>A reservas do iPhone Duo, o primeiro smartphone dobrável da Apple, <a href="https://tidd.ly/3UpTyYp" data-as-button="false">arrancam hoje em Portugal</a>. Vão estar disponíveis desde as 13h00, com preços a partir de 2.399 €. O lançamento está marcado para 23 de outubro.</p><p>Os preços variam consoante o armazenamento, como é habitual em todos os smartphones. A versão de 256 GB custa 2.399 €, a de 512 GB 2.649 €, a de 1 TB 3.149 € e a de 2 TB 3.899 €. No que toca a cores, só existem duas opções: Branco Estelar e Céu Noturno.</p><p>O iPhone Duo tem um ecrã interior dobrável de 7,6 polegadas e um ecrã exterior de 5,4 polegadas, ambos com ProMotion até 120 Hz. É alimentado pelo chip A20 Pro e tem duas câmaras traseiras de 48 MP, uma principal Fusion e uma ultra grande angular. Há também duas novidades que vão dar que falar: o iPhone Duo não tem Face ID, usando Touch ID no botão lateral, e é só eSIM, sem ranhura para cartão SIM.</p><p>Na compra do iPhone Duo, os clientes da Worten podem ainda beneficiar de crédito até 24 vezes sem juros, 10% de desconto em todos os acessórios Telecom e da oferta da primeira mensalidade do seguro Flex, bem como de descontos adicionais na compra de uma película de vidro ou gel. </p>
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                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
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                <pubDate>Fri, 16 Oct 2026 12:02:36 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>Fire Emblem: Fortune’s Weave recebe passe de expansão com três partes, a primeira já disponível</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/fire-emblem-fortunes-weave-recebe-passe-de-expansao-com-tres-partes-a-primeira-ja-disponivel</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>A Nintendo lançou hoje o passe de expansão de Fire Emblem: Fortune’s Weave, que já pode ser comprado na Nintendo eShop.</p><p>O passe custa 34,99 € e está dividido em três partes, sendo que só a primeira está disponível a partir de hoje. As partes não podem ser compradas individualmente e é necessário ter o jogo base para aceder ao conteúdo.</p><p>A primeira parte traz armas para os quatro heróis, inspiradas nas Relíquias dos Heróis de Fire Emblem: Three Houses. A segunda parte chega este inverno e traz os poderosos deuses Aurora, Smyrnos e Jurah para ajudar na batalha durante o ato final da história, além de quatro novas indumentárias para os heróis e aliados. A terceira, prevista para 2027, é a mais ambiciosa: um novo conteúdo narrativo com quatro guerreiros já conhecidos, Bertrand, Talimun, Orchel e Anatolia, além de novos aliados, classes e muito mais. A Nintendo diz que haverá mais detalhes em breve.</p><p>Convém sublinhar que o jogo base já tem uma longevidade enorme, com potencial para exceder facilmente as 100 horas de gameplay, pelo que a maioria dos jogadores que comprou ainda nem sequer chegou ao fim, com base em relatos nas redes sociais e fóruns.</p>
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                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
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                <pubDate>Fri, 16 Oct 2026 11:30:33 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>Crítica a Street Fighter (2026): fiel aos jogos, feito de fãs para fãs</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/critica-a-street-fighter-2026-filme</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>Quando chega a hora de adaptar para o cinema universos fantasiosos, como por exemplo de videojogos, existem apenas dois caminhos: O primeiro é tentar adaptar os elementos fantasiosos à realidade, tornando-os mais credíveis, algo que a trilogia Dark Knight de Nolan fez muito bem. O outro é abraçar por completo os elementos fantasiosos, ainda que, à custa disso, a narrativa possa não ser tão fácil de penetrar e não seja tão dada à sétima arte.</p><p>No caso de Street Fighter, a versão de 2026, esta já, na verdade, a segunda vez que o filme é adaptado ao cinema, vai ainda mais longe na adoção dos elementos fantasiosos do que o primeiro filme, de 1994, com Van Damme. E honestamente? Enquanto fã de Street Fighter, isso é fantástico. Quem conhece a franquia não pode sair do cinema e dizer que aquilo que viu não é Street Fighter. O filme é uma adaptação extremamente fiel à história dos videojogos, com pouquíssimos elementos alterados para que a história flua melhor.</p><p>Por outro lado, quem não conhece a história do famoso jogo de luta da Capcom vai, provavelmente, achar o filme ridículo. Afinal, temos humanos a disparar bolas de fogo das mãos, demónios sedentos de sangue que só vivem para lutar, um ditador que quer ficar mais poderoso a todo custo, e um tipo chamado Blanka, que na verdade é verde e gera eletricidade com o seu corpo. E tudo isto sem grande contexto desde o início do filme.</p><div data-youtube-video="true" class="responsive"></div><p>Parece uma carta de amor aos fãs, sem ambições de levar Street Fighter a um público mais vasto. Até porque isso iria diminuir a sua personalidade e elementos tão carismáticos. Já vimos esta mesma abordagem este ano com Mortal Kombat II. Como fã de videojogos, é uma abordagem de que gosto, embora também reconheça que, em termos de argumento, a história de jogos de luta não tem grande sumo para oferecer. E, neste sentido, este filme de Street Fighter até espreme bem a “laranja”, porque não havia muitas formas de melhorar.</p><p>Em duas horas de filme, ri-me várias vezes e vibrei com os combates over-the-top. O ritmo precisava de pequenos ajustes, talvez menos piadas e mais exposição para explicar este universo. Mas fora isso, não tenho grandes falhas a apontar. O guarda-roupa está altamente fiel aos jogos, assim como a encenação. O elenco, em quase todos os atores, foi a escolha acertada, com exceção de David Dastmalchian como M. Bison, que simplesmente não consegui levar a sério no filme inteiro.</p>
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                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
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                <pubDate>Thu, 15 Oct 2026 18:25:05 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>Novo trailer de GTA VI mostra cena de amor no chuveiro</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/novo-trailer-de-gta-vi-mostra-cena-de-amor-no-chuveiro</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>A Rockstar Games já divulgou o trailer de lançamento de Grand Theft Auto VI, apesar de ainda faltar mais de um mês para o jogo chegar às lojas.</p><p>Uma das cenas que mais se destaca é a de Jason e Lucia a beijarem-se no chuveiro. A cena destaca que o jogo vai ter uma componente amorosa, algo já confirmado pela própria Rockstar Games, e também sexual, entre as duas personagens, numa altura em que os leaks apontam para que seja possível ver <a href="https://geekinout.pt/artigos/jason-nu-e-lucia-de-tanga-a-nova-fuga-de-gta-6-esta-a-dar-que-falar" data-as-button="false">ambas completamente nuas</a>. A Rockstar não confirmou esses rumores, por isso convém tratá-los com cautela.</p><p>A sinopse que acompanha o trailer descreve que Jason e Lucia sempre souberam que o baralho da &quot;vida&quot; está viciado contra eles. Mas quando um golpe fácil corre mal, vêem-se no lado mais sombrio do lugar mais solarengo da América, no meio de uma conspiração criminosa que se estende por todo o estado de Leonida, obrigados a depender um do outro mais do que nunca se quiserem sair vivos.</p><p>O trailer conta ainda com música nova dos Justice, o duo eletrónico que compôs a banda sonora original do jogo. O single “Flower in a Hurricane” tem a participação de Tame Impala, SZA e King Gizzard &amp; The Lizard Wizard, e está também em Grand Theft Auto VI: The Album, a banda sonora oficial.</p><div data-youtube-video="true" class="responsive"></div>
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                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
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                <pubDate>Thu, 15 Oct 2026 15:15:01 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>GTA VI pode concorrer a Jogo do Ano nos The Game Awards 2026</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/gta-vi-pode-concorrer-a-jogo-do-ano-nos-the-game-awards-2026</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>Afinal, GTA VI vai poder ser considerado para Jogo do Ano (e outros prémios) nos The Game Awards 2026.</p><p>Havia dúvidas se o jogo da Rockstar Games ia ser lançado a tempo de ser considerado, isto porque existe uma data de limite, e data limite para a edição de 2026 já é conhecida. Os The Game Awards definiram 20 de novembro como a data limite de elegibilidade para esta edição, e o jogo da Rockstar chega a 19, um dia antes. </p><p><a href="https://thegameawards.com/faq#awards_process" data-as-button="false">Segundo as regras</a>, os jogos têm de estar disponíveis comercialmente até sexta-feira, 20 de novembro, às 21h00 (hora do Pacífico), para poderem ser considerados para Jogo do Ano e para os restantes prémios. Na categoria Players’ Voice, os jogos têm de ser lançados até 30 de novembro.</p><p><strong>Mas atenção, ser elegível não significa ser nomeado. </strong></p><p>As nomeações são escolhidas por um júri com mais de cem meios de comunicação e influenciadores de todo o mundo, e a cerimónia está marcada para 10 de dezembro, em Los Angeles.</p><p>A data limite deste ano segue o calendário habitual dos The Game Awards. Segundo a Wikipédia, os jogos tinham de ser lançados até 19 de novembro em 2021, 18 de novembro em 2022, 17 de novembro em 2023, 22 de novembro em 2024 e 21 de novembro em 2025. </p><p>As cerimónias realizaram-se a 9 de dezembro de 2021, 8 de dezembro de 2022, 7 de dezembro de 2023, 12 de dezembro de 2024 e 11 de dezembro de 2025. Fazendo as contas, em todas as edições a data limite calhou numa sexta-feira 20 dias antes da cerimónia, o que acontece também em 2026.</p>
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                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
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                <pubDate>Thu, 15 Oct 2026 13:41:14 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>Whalefall (A Queda da Baleia): um thriller claustrofóbico com um drama de pai e filho lá dentro</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/whalefall-a-queda-da-baleia-critica</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>A primeira coisa a dizer sobre Whalefall, ou A Queda da Baleia em Portugal, é que a premissa parece saída de um filme B: um homem é engolido por uma baleia e tem de descobrir como sair. O filme adapta o romance de Daniel Kraus, que se inspirou em casos reais de pessoas apanhadas na boca de baleias, como o do mergulhador Michael Packard, em 2021, que passou cerca de 30 segundos dentro da boca de uma baleia-corcunda antes de ser cuspido. Nunca foram engolidos, claro, e é aí que entra a ficção.</p><p>Jay Gardiner (Austin Abrams) mergulha para tentar encontrar e recuperar alguns dos restos mortais do pai, que, doente com um cancro do pulmão, tirou a própria vida ao atirar-se ao mar. É a sua forma de arranjar alguma conclusão. Só que o mergulho corre mal, Jay acaba no meio de uma perseguição de uma baleia a uma lula gigante, e agarrado pelos tentáculos, acaba por ser engolido acidentalmente pela baleia. A partir daí o filme concentra-se numa pergunta simples: como é que se sai dali?</p><p>Como thriller, funciona muito bem. Se tens talassofobia, medo do mar profundo, ou claustrofobia, prepara-te, porque o filme mexe com as duas ao mesmo tempo. Senti o coração acelerado durante boa parte da sessão. É uma montanha-russa de emoções, que alterna entre o desespero, a esperança e a vontade de gritar para o ecrã, e que nos prende do princípio ao fim.</p><div data-youtube-video="true" class="responsive"></div><p>Mas Whalefall não é só um filme de sobrevivência. Por baixo da aventura há uma relação tóxica entre pai e filho. O pai foi sempre duro na educação do Jay e, com o tempo, a relação azedou. Jay passou a vida a querer provar-lhe que não era fraco, e esse peso acompanha-o até dentro da baleia. A luta pela sobrevivência torna-se também um ajuste de contas com o pai, e é isso que dá ao filme mais do que um simples susto.</p><p>Austin Abrams e Josh Brolin, que interpreta o pai, fazem um excelente trabalho a retratar essa dinâmica disfuncional. Abrams carrega o filme quase sozinho, num cenário onde há pouco espaço para se esconder, e Brolin dá ao pai a dureza e a fragilidade certas para percebermos porque é que o Jay nunca se livrou dele.</p><p>O filme também tem o mérito de não exagerar. Podia ter tornado ser engolido por uma baleia numa coisa completamente inverosímil, mas tenta manter alguma lógica e credibilidade, o que ajuda a ficarmos agarrados à situação. Não digo que seja realista, mas não nos tenta enganar.</p><p>Onde o filme tropeça é no último ato, que me pareceu um pouco longo demais. Esta parte é quase uma alucinação, com o Jay a tratar a baleia como se fosse o pai. A ideia faz sentido e fecha bem o paralelismo com a relação dos dois, mas arrasta-se mais do que devia e tira alguma tensão ao que vinha de trás.</p>
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                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/whalefall-a-queda-da-baleia-critica</guid>
                <pubDate>Thu, 15 Oct 2026 10:44:31 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>The X-Files vai ter reboot na Disney+ em Portugal</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/the-x-files-vai-ter-reboot-na-disney-em-portugal</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>A Disney anunciou que The X-Files vai mesmo ganhar uma segunda vida. </p><p>O projeto de Ryan Coogler, que visa reiniciar a famosa série de elementos paranormais, recebeu luz verde e  será um Original Hulu, que chegará ao Disney+ em Portugal. Danielle Deadwyler e Himesh Patel serão os novos protagonistas.</p><p>A série é uma reimaginação do clássico que conquistou uma geração de fãs e acompanha dois agentes do FBI altamente distinguidos, mas profundamente diferentes, que criam uma ligação improvável quando são destacados para uma divisão há muito encerrada, dedicada a casos que envolvem fenómenos inexplicáveis.</p><p>Vai ser produzida pela Onyx Collective e pela 20th Television, em associação com a Proximity Media.</p><p>Ryan Coogler escreveu, realizou e é produtor executivo do episódio piloto, ao lado da showrunner Jennifer Yale. Chris Carter, criador da série original, também é produtor executivo, tal como Zinzi Coogler e Sev Ohanian, da Proximity Media, e Danielle Deadwyler e Himesh Patel. Ludwig Göransson, cofundador da Proximity, compôs a banda sonora do piloto. C</p><p>Por enquanto, ainda não há data de estreia anunciada nem número de episódios.</p>
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                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/the-x-files-vai-ter-reboot-na-disney-em-portugal</guid>
                <pubDate>Wed, 14 Oct 2026 16:01:04 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>Desenvolvimento de GTA VI demorou 7 anos, revela a Rockstar Games</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/desenvolvimento-de-gta-vi-demorou-7-anos-revela-a-rockstar-games</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>Existe um intervalo de 13 anos entre GTA V e GTA VI, que vai ser lançado a 19 de novembro de 2026. No entanto, contrariamente ao senso comum, o novo jogo da série não demorou tanto tempo a ser desenvolvimento.</p><p>Numa reportagem da <a href="https://www.bloomberg.com/features/2026-grand-theft-auto-6-making-of/" data-as-button="false">Bloomberg</a> escrita por Jason Schreier, a Rockstar Games revelou quanto tempo precisou para desenvolver GTA VI e quando é que começou realmente a planear o jogo.</p><p>O planeamento começou por volta de 2015, quando Rob Nelson e outros responsáveis da Rockstar viajaram até Miami para a primeira viagem de investigação. Nessa altura o projeto chamava-se Project Americas, um nome de código que ainda hoje se mantém, porque a ideia inicial era abranger grandes zonas da América do Norte e da América do Sul, uma ambição que acabou reduzida a Miami e arredores. </p><p>Pouco depois, Red Dead Redemption 2 precisava de ajuda (o jogo estava em desenvolvimento na Rockstar San Diego), com objetivos muito ambiciosos de realismo e simulação. A liderança decidiu que a maior parte da equipa deveria trabalhar nesse jogo em vez de fazer os dois em simultâneo. A aposta era que as fundações criadas para Red Dead 2 seriam depois aproveitadas em GTA VI, mas isso acabou por atrasar o jogo.</p><p>O desenvolvimento a sério só começou por volta de 2019, depois do lançamento de Red Dead 2 em 2018. No final desse ano já existia o esqueleto do jogo, uma história inspirada em Bonnie e Clyde, com Jason e Lucia como protagonistas. Seguiram-se os problemas conceptuais: a equipa teve de decidir quanto do realismo de Red Dead 2 levar para GTA VI, com dilemas como o de uma ida à loja, em que se discutia se o jogador devia carregar num botão para comprar ou ir ao frigorífico buscar uma grade de cerveja e levá-la ao funcionário. </p><p>Em simultâneo, a pandemia obrigou todos a trabalhar a partir de casa. Na opinião de Schreier, a época da  COVID-19 terá acrescentado pelo menos um ano de desenvolvimento à maioria dos grandes jogos que estavam em produção inicial nessa altura.</p><p>Rob Nelson descreveu ao jornalista esse período como &quot;the doldrums&quot;, uma fase sombria em que a equipa tentava perceber o que o jogo era e onde estava a diversão. A visão só se consolidou por volta de 2022 e, segundo Schreier, foi o primeiro trailer, em 2023, que permitiu a toda a equipa ver finalmente como seria o jogo. </p><p>Quanto aos adiamentos, o jogo foi anunciado em dezembro de 2023 para 2025, o que a Rockstar diz ter acreditado ser possível, embora Schreier se confesse cético e refira que o ceticismo era também grande entre os funcionários. Seguiu-se o adiamento para maio e depois para novembro. Jen Kolbe, responsável pela área de publishing, contou ao jornalista que Strauss Zelnick, CEO da Take-Two, reagiu ao segundo adiamento pedindo-lhe que dissesse que estava a brincar.</p><p>Neste momento, um terceiro adiamento parece altamente improvável, e tudo aponta que GTA VI vai mesmo chegar às lojas a 19 de novembro de 2026.</p>
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                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
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                <pubDate>Wed, 14 Oct 2026 12:57:27 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title> Quanto custou GTA VI? Menos do que o Burj Khalifa, diz a Rockstar</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/quanto-custou-gta-vi-menos-do-que-o-burj-khalifa-diz-a-rockstar</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>Afinal, quanto custou o desenvolvimento de GTA VI? Diz-se que foi o jogo mais caro de sempre, e na recente reportagem de Jason Schreier para a Bloomberg, a Rockstar Games falou pela primeira vez sobre o asssunto.</p><p>O jornalista perguntou à Rockstar pelo custo de produzir GTA VI. A empresa recusou-se a revelar um valor exato, mas deu uma pista: disse que o jogo custou menos do que o Burj Khalifa, no Dubai. O edifício terá custado cerca de 1,5 mil milhões de dólares (aproximadamente 1,34 mil milhões de euros),</p><p>Previamente, havia rumores de que o orçamento poderia ter excedido os 2 mil milhões de dólares, mas agora, com base nas próprias declarações da Rockstar Games, sabemos que não.</p><p>O número de funcionários empregados pela Rockstar ajuda a perceber a escala de produção de GTA VI. Segundo a reportagem, a Rockstar passou de 2441 funcionários em 2018 para 4711 em agosto deste ano, quase o dobro. </p><p>Nem todos trabalham em GTA VI, uma vez que uma parte significativa da equipa se dedica a GTA Online e a publishing, mas o crescimento foi sobretudo para este jogo. A empresa criou ainda um novo estúdio em Los Angeles apenas para fazer NPCs, com argumentistas, realizadores e produtores contratados só para esse efeito.</p><p>GTA VI vai ser lançado a 19 de novembro deste ano.</p><div data-youtube-video="true" class="responsive"></div>
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                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/quanto-custou-gta-vi-menos-do-que-o-burj-khalifa-diz-a-rockstar</guid>
                <pubDate>Wed, 14 Oct 2026 12:37:59 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>PS5 vai ter edição em preto, por apenas 310 euros, mas exclusiva do Japão</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/ps5-vai-ter-edicao-em-preto-por-apenas-310-euros-mas-exclusiva-do-japao</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>A Sony vai lançar finalmente uma PS5 toda em preto, chamada Midnight Black, mas existe um problema. Esta edição vai ser exclusiva do mercado japonês.</p><p>Vai chegar às lojas a 19 de novembro, com um preço sugerido de 55.000 ienes (cerca de 310€ ao câmbio atual, impostos incluídos), e as reservas abrem a 20 de outubro nas lojas PlayStation e nos sites de retalho do país.</p><p>Tal como o modelo “só em japonês” que já está à venda, esta consola está limitada ao Japão e só funciona com contas PlayStation cuja língua da consola seja o japonês e cuja região esteja definida como Japão. Estas proteções servem precisamente para desencorajar a importação da consola, que devido ao iene mais fraco, é mais barata do que na Europa e Estados Unidos.</p><p>Segundo a Sony, este modelo mantém o essencial da PS5, como o SSD ultrarrápido, o áudio 3D, a retrocompatibilidade com a PS4 e os gatilhos adaptativos e o feedback háptico do DualSense, com algumas especificações ajustadas ao mercado japonês.</p><p>É uma Digital Edition, por isso não traz leitor de discos e tem um SSD de 825GB para os jogos descarregados da PlayStation Store japonesa. Quem quiser jogar em disco pode comprar à parte o leitor Midnight Black, também lançado a 19 de novembro, por 11.980 ienes (cerca de 68€). Na caixa vem um comando DualSense e o jogo ASTRO’s Playroom já instalado, enquanto o suporte vertical é vendido separadamente.</p><p>O lançamento coincide com o de GTA VI, a 19 de novembro, e a PS5 faz seis anos a 12 de novembro. </p><p>No mesmo comunicado, a Sony recorda que, a partir de janeiro de 2028, os novos jogos PlayStation passam a ser vendidos apenas em formato digital, e que os jogos em disco lançados antes dessa data continuam a funcionar.</p>
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                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
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                <pubDate>Tue, 13 Oct 2026 16:47:26 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>GTA VI no PC deverá chegar no primeiro trimestre de 2027</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/gta-vi-no-pc-devera-chegar-no-primeiro-trimestre-de-2027</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>A pouco mais de cinco semanas do lançamento de GTA VI na PS5 e na Xbox Series X|S, a 19 de novembro, surgiram informações mais concretas sobre a versão PC e quando é que será lançada.</p><p>Segundo a <a href="https://gamesbeat.com/grand-theft-auto-vis-pc-release-is-slated-for-q1-2027/" data-as-button="false">GamesBeat</a>, a Rockstar planeia lançá-la no primeiro trimestre de 2027. A publicação cita quatro fontes da indústria familiarizadas com os planos do estúdio, que pediram anonimato, e a Rockstar não respondeu ao pedido de comentário. </p><p>Se se confirmar, o intervalo será bem menor do que o de GTA V, que chegou ao PC em abril de 2015, cerca de um ano e sete meses depois do lançamento nas consolas em setembro de 2013. </p><p>A GamesBeat aponta como motivos o orçamento de produção, apontado para acima de 2 mil milhões de dólares, e a aposta da Rockstar em conteúdo criado por utilizadores. A compra da <a href="http://Cfx.re">Cfx.re</a>, equipa por trás do FiveM, em 2023, também pesa, já que todo o roleplay de GTA V nesses servidores acontece no PC.</p><p>O CEO da Twitch, Dan Clancy, disse à Bloomberg, no Tokyo Game Show, que <a href="https://geekinout.pt/artigos/gta-vi-online-chega-em-2027-afirma-ceo-da-twitch" data-as-button="false">o online de GTA VI chega</a> “no próximo ano”, mas a Rockstar ainda não anunciou data. </p>
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                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/gta-vi-no-pc-devera-chegar-no-primeiro-trimestre-de-2027</guid>
                <pubDate>Tue, 13 Oct 2026 16:29:06 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>Paradise Café, o jogo português mais lendário do ZX Spectrum, ganha remake gratuito no browser</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/paradise-cafe-jogo-portugues-remake</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>Lançado em 1985 para o ZX Spectrum por um autor conhecido apenas como Damatta, cuja identidade continua por confirmar, Paradise Cafe tornou-se no mais popular dos cerca de 50 jogos criados em Portugal nessa década, não pela qualidade técnica, mas pelo conteúdo irreverente e explícito que o tornou um fenómeno passado de cassete em cassete.</p><p>Segundo Filipe Veiga, da Teknamic Software, foi provavelmente o primeiro jogo português a tornar-se famoso precisamente por causa da pirataria. Em 2025, o jogo celebrou 40 anos, com direito a uma reedição especial em cassete.</p><p>Agora, Paradise Café ganha uma nova vida, desta vez gratuita, e a correr diretamente no browser dos PCs e smartphones. O remake é obra do programador Pedro Gomes (badcoffee.dev), feito como uma surpresa para amigos de infância, e mantém o elenco, as situações e as frases icónicas do original, agora redesenhadas em pixel art com uma Lisboa estilo anos 80, mas agora com mais néon.</p><p>Cada sessão representa uma noite de saída: percorremos a rua e tomamos decisões rápidas contra o relógio à medida que diferentes personagens saem das portas, uma senhora idosa, um vigilante de carros, um assaltante, um traficante, a polícia, e até um viking a dançar, com o café como o ponto de regresso da noite, onde encontramos os habituais da casa. </p><p>O humor mantém-se para adultos, e o jogo está em português, com música e efeitos sonoros sintetizados ao vivo, sem gravações. Está <a href="https://badcoffee.dev/projects/paradise-cafe" data-as-button="false">disponível gratuitamente</a>, tanto em computador como em telemóvel.</p>
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                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
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                <pubDate>Tue, 13 Oct 2026 11:14:13 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>PlayStation revela a Collector Box de God of War Laufey por 149,99€, sem o jogo incluído</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/playstation-revela-a-collector-box-de-god-of-war-laufey-por-14999eur-sem-o-jogo-incluido</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>A PlayStation anunciou a Collector Box de God of War Laufey, já disponível para reserva na PlayStation Direct, ao preço de 149,99€. O jogo em si não está incluído e tem de ser comprado em separado.</p><p>A caixa inclui uma estátua iluminada da Faye, um baralho do oráculo com 51 cartas e um minilivro de ilustrações. Tudo vem guardado numa caixa branca decorada com arte dourada e ilustrações do jogo.</p><p>A edição foi desenvolvida em conjunto pela PlayStation Studios e pela Santa Monica Studio, responsável pela série God of War.</p><p>God of War Laufey tem data de lançamento agendada para 16 de fevereiro de 2027.</p>
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                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
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                <pubDate>Tue, 13 Oct 2026 11:05:20 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>Confirmado: Forza Horizon 6 na PS5 em janeiro de 2027 (revelado o primeiro trailer)</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/confirmado-forza-horizon-6-na-ps5-em-janeiro-de-2027-revelado-o-primeiro-trailer</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>Afinal, a fuga de informação estava certa. A Xbox confirmou oficialmente que Forza Horizon 6 chega à PS5 a 26 de janeiro de 2027, a mesma data avançada dias antes por um site francês, e contrariando a promessa inicial de lançamento ainda este ano. As pré-reservas já estão abertas.</p><p>Juntamente com o anúncio, foi revelado o trailer de pré-reserva, que mostra pela primeira vez o jogo a correr na PS5.</p><p>Quem reservar o jogo recebe um Ferrari J50 já afinado. Já a Premium Edition permite jogar até cinco dias antes do lançamento e dá acesso à nova expansão logo no primeiro dia. </p><p>Para quem ainda não conhece, Forza Horizon 6 leva a série até ao Japão, com mais de 550 carros reais para conduzir. O mapa inclui os subúrbios e as ruas icónicas do centro de Tokyo City, com muita verticalidade, vários biomas e o habitual festival Horizon, onde o objetivo é tornar-se uma lenda das corridas.</p><p>O jogo foi lançado em maio de 2026 na Xbox Series X|S e no PC.</p><div data-youtube-video="true" class="responsive"></div>
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                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/confirmado-forza-horizon-6-na-ps5-em-janeiro-de-2027-revelado-o-primeiro-trailer</guid>
                <pubDate>Thu, 08 Oct 2026 21:24:51 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>Cyberpunk 2077 com filme live-action confirmado</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/cyberpunk-2077-com-filme-live-action-confirmado</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>A onda de adaptações de videojogos ao cinema não para de aumentar e Cyberpunk 2077 é o próximo da lista. Segundo o <a href="https://deadline.com/2026/10/paramount-lorenzo-di-bonaventura-cyberpunk-2077-1237150129/" data-as-button="false">Deadline</a>, a Paramount Pictures está a desenvolver um filme live-actio no universo do jogo da CD Projekt Red.</p><p>A produção estará a cargo de Lorenzo di Bonaventura, produtor conhecido pelos filmes de Transformers, em parceria com a própria CD Projekt Red, que detém os direitos da franquia. Para já, não há informações sobre realizador, argumentista, elenco ou data de estreia, nem se o filme vai adaptar diretamente a história do jogo.</p><p>Cyberpunk 2077 passa-se em Night City, uma metrópole futurista e distópica na Califórnia. O protagonista é V, um mercenário que acaba com um biochip implantado que contém a consciência digital de Johnny Silverhand, uma lendária estrela de rock e terrorista. À medida que a mente de Silverhand começa a sobrepor-se à de V, os dois são obrigados a trabalhar juntos para se separarem e salvar a vida de V, enfrentando pelo caminho a Arasaka, a megacorporação que domina a cidade.</p><p>Depois de um lançamento atribulado em 2020, o jogo deu uma volta impressionante e já vendeu mais de 40 milhões de cópias em todo o mundo, enquanto a expansão Phantom Liberty soma 15 milhões. Esta não será, aliás, a primeira adaptação do universo: em 2022, a série de animação Cyberpunk: Edgerunners, da Netflix, foi um sucesso e ajudou a relançar o interesse pelo jogo.</p><p>A Paramount tem apostado forte nos videojogos. O estúdio é coprodutor, com a Legendary, do filme de Street Fighter, que estreia a 16 de outubro, e está também a desenvolver um filme de Call of Duty, realizado por Peter Berg, que coescreve o argumento com Taylor Sheridan.</p>
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                                        ]]></description>
                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/cyberpunk-2077-com-filme-live-action-confirmado</guid>
                <pubDate>Thu, 08 Oct 2026 21:16:17 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>Da música latina ao metal: estas são as primeiras rádios de GTA 6</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/da-musica-latina-ao-metal-estas-sao-as-primeiras-radios-de-gta-6</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>As estações de rádio sempre foram uma das imagens de marca de Grand Theft Auto, e a Rockstar promete que GTA 6 vai ter a maior e mais variada seleção de sempre. A editora revelou hoje, no Rockstar Newswire, as primeiras seis estações que vão estar a tocar em Leonida, de música latina a metal, passando por country e hip-hop.</p><p>A grande novidade, no entanto, vai além da rádio. Pela primeira vez na série, GTA 6 vai incluir podcasts que Jason e Lucia podem ouvir quando quiserem. E tanto a rádio como os podcasts deixam de estar limitados aos veículos: as personagens vão poder ouvi-los também a pé, através de auscultadores e auriculares ligados aos seus smartphones.</p><p>Estas são as seis estações reveladas até agora:</p><ul><li><p><strong>Cocoteo FM</strong>: a casa da música latina moderna em Leonida, com bachata, merengue, dembow e reggaeton, apresentada por El Martillo e La Gata.</p></li><li><p><strong>Back Country Radio:</strong> country rebelde com MW e Delta Dawne, e um repórter que entra em direto a partir de um hidroavião nos pântanos.</p></li><li><p><strong>AfroBank FM</strong>: música africana, dos clássicos do século XX a géneros atuais como o amapiano, com Burna e Palmsy.</p></li><li><p><strong>The Chamber 106.6</strong>: metal clássico dos anos 80 em diante, com DJ Kerry e DJ Tom.</p></li><li><p><strong>Flash FM:</strong> a instituição de Vice City regressa dedicada à música pop, desta vez com Robyn e Alex.</p></li><li><p><strong>Dirty South Classics</strong>: clássicos do rap e hip-hop do sul dos Estados Unidos, apresentados por Trick e Trina.</p></li></ul><p>Já é possível ouvir excertos destas seis estações na secção de <a href="https://www.rockstargames.com/VI/music" data-as-button="false">música do site oficial de GTA 6</a>, e a Rockstar promete mais novidades em breve, incluindo detalhes sobre a banda sonora dinâmica do jogo. </p><p>GTA 6 chega à PS5 e à Xbox Series X|S a 19 de novembro.</p>
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                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/da-musica-latina-ao-metal-estas-sao-as-primeiras-radios-de-gta-6</guid>
                <pubDate>Thu, 08 Oct 2026 15:42:19 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>Jason nu e Lucia de tanga: a nova fuga de GTA 6 está a dar que falar</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/jason-nu-e-lucia-de-tanga-a-nova-fuga-de-gta-6-esta-a-dar-que-falar</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>As fugas de informação de GTA 6 continuam a não dar descanso à Rockstar.</p><p>O Cyberleek, o grupo anónimo que tem vindo a divulgar imagens e vídeos do jogo nas últimas semanas, voltou à ação com uma nova fuga de informação que mostra várias novidades, entre elas corridas de veículos em pistas de terra batida e, de forma bem mais surpreendente, a possibilidade de andar completamente nu com Jason.</p><p>No caso de Lucia, a segunda protagonista, as imagens mostram-na apenas de tanga, pelo que não é claro se a nudez total será possível com ambas as personagens, nem se esta opção vai chegar à versão final do jogo. Recorde-se que estas imagens são de uma versão ainda em desenvolvimento, e a Rockstar pode alterar ou remover conteúdos até ao lançamento.</p><p>A nudez, aliás, não é uma novidade absoluta nestas fugas. Num vídeo divulgado anteriormente, Jason explorava uma colónia de nudistas cheia de NPC a beber, dançar e conviver, e acabava atacado por uma mulher depois de ser apanhado a observá-la com binóculos. Na altura, porém, era o protagonista que estava vestido.</p><p>GTA 6 chega à PS5 e à Xbox Series X|S a 19 de novembro.</p>
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                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/jason-nu-e-lucia-de-tanga-a-nova-fuga-de-gta-6-esta-a-dar-que-falar</guid>
                <pubDate>Thu, 08 Oct 2026 15:20:56 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>Afinal, Forza Horizon 6 só chega à PS5 em 2027 (rumor)</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/afinal-forza-horizon-6-so-chega-a-ps5-em-2027-rumor</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>Forza Horizon 6 já tem alegadamente data de lançamento na PS5, mas vai chegar mais tarde do que a Xbox tinha prometido.  Segundo o site francês <a href="https://www.dealabs.com/magazine/forza-horizon-6-sur-ps5-on-vous-devoile-la-date-de-sortie-exacte-61746" data-as-button="false">Dealabs</a>, a versão PlayStation chega a 26 de janeiro de 2027, ao mesmo preço que nas consolas Xbox.</p><p>De acordo com a publicação, o jogo vai custar 69,99€ na Europa e terá também uma edição física, em disco, lançada no mesmo dia da versão digital. O anúncio oficial deverá acontecer ainda esta semana, com a abertura das pré-reservas logo a seguir.</p><p>Forza Horizon 6 foi lançado na Xbox Series X|S e no PC em maio de 2026, com a versão PS5 prometida para &quot;mais tarde este ano&quot;, mas sem data concreta. </p><p>No final de agosto, Tom Warren, jornalista do The Verge, escreveu no X que não esperava ver o jogo na PS5 em 2026. A 7 de setembro, a Playground Games voltou a garantir que o lançamento continuava previsto para este ano, mas Warren manteve a posição.</p><p>A chegada de Forza Horizon 6 à PS5 acontece também num contexto diferente do de Forza Horizon 5, que teve bastante sucesso na consola da Sony. Desde que Asha Sharma assumiu a liderança da Xbox, a marca tem voltado a apostar nos exclusivos, tendo confirmado que Gears of War: E-Day e Clockwork Revolution vão continuar exclusivos das consolas Xbox, embora disponíveis no PC. </p><p>Forza Horizon 6, no entanto, mantém-se nos planos para a PlayStation.</p>
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                                        ]]></description>
                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/afinal-forza-horizon-6-so-chega-a-ps5-em-2027-rumor</guid>
                <pubDate>Thu, 08 Oct 2026 21:25:09 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>A PS5 Pro está esgotada e uma usada já custa quase 1400 dólares na GameStop</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/a-ps5-pro-esta-esgotada-e-uma-usada-ja-custa-quase-1400-dolares-na-gamestop</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>Comprar uma PS5 Pro usada já é mais caro do que comprar uma nova.</p><p>Nos Estados Unidos, a <a href="https://www.gamestop.com/consoles-hardware/playstation-5/consoles/products/sony-playstation-5-pro-console/416577.html" data-as-button="false">GameStop</a> está a vender unidades usadas da consola por quase 1400 dólares, um valor muito acima do preço oficial, mas que reflete a escassez de stock que se vive neste momento.</p><p>Desde o aumento de preços da Sony em abril, a PS5 Pro custa 899,99 dólares nos EUA, depois de uma subida de 100 dólares. O problema é que, neste momento, é quase impossível encontrá-la a esse preço. A consola esgotou em várias lojas norte-americanas, como a Best Buy, a Target, a Walmart e a própria PlayStation Direct.</p><p>A explicação está em GTA 6, mas também na escassez no mercado de componentes. O stock da consola já estava baixo, mas depois da Rockstar Games ter revelado o GTA VI Extended Look, vários jogadores decidiram que queriam a PlayStation mais potente para jogara 19 de novembro.</p><p>Com as lojas sem stock, os revendedores estão a aproveitar. No eBay, quase todos os anúncios da PS5 Pro variam entre 1200 e 1500 dólares, e na Amazon há unidades novas a chegar aos 1400 dólares, com as usadas um pouco abaixo, nos 1150 dólares. É neste contexto que a GameStop decidiu acompanhar o mercado e subir o preço das consolas usadas.</p><p>O fenómeno não se limita aos Estados Unidos. Em Portugal, a consola também está esgotada nas principais lojas, o que deixa quem a quer comprar antes de GTA 6 numa posição complicada.</p><p>O conselho, para já, é não ceder à pressão. Pagar centenas de euros a mais por uma consola com dois anos não compensa, sobretudo quando GTA 6 também vai estar disponível na PS5 normal. </p><p>O melhor é estar atento às reposições de stock nas lojas oficiais, que deverão acontecer até ao lançamento do jogo.</p>
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                                        ]]></description>
                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
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                <pubDate>Wed, 07 Oct 2026 10:23:57 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>GTA 6 no Xbox Cloud Gaming? Microsoft nega exclusivo e streaming para PC</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/gta-6-no-xbox-cloud-gaming-microsoft-nega-exclusivo-e-streaming-para-pc</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>Faltam poucas semanas para o lançamento de GTA 6 e a Microsoft parece estar a preparar algo à volta do jogo, só que talvez não seja aquilo que se pensava. Segundo uma reportagem de Tom Warren, do <a href="https://www.theverge.com/report/1005859/microsoft-xbox-gta-6-streaming-rights" data-as-button="false">The Verge</a>, a Microsoft teria garantido os direitos exclusivos de streaming de GTA 6 no lançamento, o que faria do Xbox Cloud Gaming o único serviço autorizado a transmitir o jogo quando chegasse às lojas. </p><p>De acordo com a mesma reportagem, a CEO da Xbox, Asha Sharma, terá dito aos funcionários numa reunião interna que a Microsoft estava a preparar algo à volta de GTA 6 que nenhuma outra fabricante de consolas está a fazer, e as fontes do The Verge garantiam que isso se referia ao acordo de streaming exclusivo. Na prática, isto abriria a porta a jogar GTA 6 no PC, no telemóvel ou num tablet sem consola, algo que os jogadores de PC esperam há muito, tendo em conta que a Rockstar ainda não anunciou uma versão para PC. </p><p>Só que a história deu uma reviravolta pouco depois. Matthew Ball, diretor de estratégia da Xbox, publicou uma declaração no X a garantir que a reportagem não está correta e que a Xbox não tem direitos exclusivos de streaming de GTA 6, acrescentando que o jogo chega à Xbox a 19 de novembro, mas que não terá streaming exclusivo nem para PC. </p><div>
    <blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">While the excitement for GTAVI and XBOX is great to see, it has also led to some misreporting. We are looking forward to launching GTAVI on XBOX November 19, though the game will not be streaming exclusively or to PC.</p>&mdash; Matthew Ball (@ballmatthew) <a href="https://x.com/ballmatthew/status/2107667069797802443?ref_src=twsrc%5Etfw">October 7, 2026</a></blockquote>


</div>
<p>Curiosamente, o desmentido pode não ser total. Na forma como negou a notícia, a Microsoft parece ter confirmado que existe de facto um acordo de streaming com a Rockstar para GTA 6, embora não seja exclusivo nem permita jogar no PC. Fica, por isso, a dúvida sobre o que a Xbox está realmente a preparar e em que dispositivos será possível fazer streaming do jogo. </p>
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                                        ]]></description>
                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
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                <pubDate>Wed, 07 Oct 2026 09:50:12 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>Gears of War: E-Day (análise) | A fórmula de sempre, no seu melhor</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/gears-of-war-e-day-analise</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>Como descrever este novo jogo de forma simples? Gears of War: E-Day é uma prequela fortíssima, com uma campanha intensa e emotiva e um pacote completo de modos, nos moldes a que a saga nos habituou. Não reinventa a fórmula, mas recorda-nos porque é que ela funciona e porque é que, passados tantos anos, Gears of War continua a merecer a coroa dos jogos de tiros na terceira pessoa com mecânicas de cobertura.</p><p>Passaram sete anos desde Gears 5, e durante esse tempo a própria Xbox passou por mudanças radicais. Os exclusivos deixaram de ser exclusivos, a estratégia passou a ser multiplataforma e houve muitas aquisições (e também encerramentos de estúdios). Entretanto, tudo voltou a mudar. Gears of War: E-Day, que inicialmente teria uma versão para a PlayStation 5, passou novamente a ser um exclusivo, pelo menos nas consolas.</p><p>E tal como a Xbox, que agora parece mais focada em regressar aos valores tradicionais da marca e reconquistar os fãs que se foram perdendo, Gears of War: E-Day aplica a mesma ideia, pelo menos do ponto de vista narrativo. A The Coalition recuou no tempo até ao dia em que os Locust emergiram do subsolo e mudaram Sera para sempre. E é precisamente nesse regresso às origens que E-Day encontra a sua força.</p><p>Para o bem e para o mal, este é um Gears of War clássico. Quem jogou os anteriores, vai sentir-se imediatamente em casa. E mesmo para quem não conhece, é um excelente ponto de partida porque, afinal, narrativamente este jogo representa mesmo o início do confronto entre os humanos e os Locust.</p><hr><ul><li><p>Versão testada: PC</p></li><li><p>Data de lançamento: 6/10/2026</p></li><li><p>Estúdio: The Coalition</p></li><li><p>Código enviado por Xbox</p></li><li><p>Compra na <a href="https://www.instant-gaming.com/en/9572-buy-gears-of-war-e-day-pc-xbox-series-x-s-microsoft-store/?igr=geekinout" data-as-button="false">Instant-Gaming</a> por 49.19 €</p></li></ul><hr><h3>Uma campanha que explica Marcus e Dom</h3><p>A campanha de E-Day é ação do princípio ao fim. A sério, para quem procura um jogo de tiros com uma campanha tradicional, esta é uma das apostas mais seguras do ano. Há poucos momentos de pausa, e mesmo esses servem quase sempre para preparar o próximo confronto. Mas para além dos tiroteios e dos milhares de Locust que vão explodindo pelo caminho, este jogo tem um forte pilar emocional. Gears sempre foi conhecido pela testosterona em excesso de personagens mais largas do que os armários de roupa lá de casa, mas aqui acerta em cheio no lado emocional. As personagens são duras, mas não são feitas de ferro, e isso ajuda a aproximar-nos do elenco. Não apenas de Marcus Fenix e Dom, mas também das restantes personagens de apoio.</p><div data-youtube-video="true" class="responsive"></div><p>E o jogo não vive apenas da ação. Há algumas secções em que, honestamente, quase se transforma num jogo de terror, com zonas escuras e assustadoras, e com a horda de Locust a gritar e a surgir de surpresa de várias direções. É uma mudança de ritmo que resulta muito bem, e que recorda algo que a série foi esquecendo com o tempo: os Locust são, acima de tudo, criaturas aterradoras.</p><p>Terminei a campanha em cerca de 13 horas, na dificuldade normal. E, ao contrário de muitos jogos lineares, fiquei com vontade imediata de repetir numa dificuldade mais elevada. Os imensos colecionáveis espalhados pelos níveis também dão uma boa razão para revisitar cada capítulo. Dito isto, os modos Multiplayer e Horde podem multiplicar a longevidade em várias horas se estiver disposto a explorá-los</p><h3>Sabe a Gears, mas com alguns twists</h3><p>A jogabilidade continua Gears até ao tutano. Os controlos estão bem afinados, cada movimento tem aquela sensação de peso tão característica, e o sistema de abrigos continua a ser dos melhores do género. A variedade de armas é enorme, e todas elas transmitem sensações diferentes. Cada uma tem o seu momento certo, e parte da diversão está em perceber qual usar em cada situação.</p><p>A novidade mais evidente são as secções em mundo aberto, com objetivos secundários. À partida, podia parecer uma concessão às tendências do mercado, mas aqui fazem sentido. Ajudam a reforçar a sensação de que Kalona é uma cidade em guerra aberta, onde o perigo não está apenas no caminho principal.</p><p>É verdade que, por vezes, vais passar pelos mesmos sítios em momentos diferentes da campanha. Mas não considero isto um ponto negativo. A cidade vai ficando cada vez mais destruída, o que ajuda a reforçar a passagem do tempo e os danos provocados pelos Locust.</p><p>A outra novidade é a personalização. As armas podem ser equipadas com imensos perks, e o mesmo acontece com a armadura e com a habilidade especial. Isto permite moldar o estilo de jogo e dá à progressão uma profundidade que a série nunca tinha tido.</p><p>Ainda assim, é aqui que está a minha única crítica. E-Day não reinventa a fórmula de Gears of War. Os twists funcionam e são bem-vindos, mas a estrutura base é a que já conhecemos há quase 20 anos. Para muitos fãs, isso vai ser exatamente o que querem. Para quem esperava uma revolução, pode saber a pouco.</p><div data-youtube-video="true" class="responsive"></div><h3>Um pacote completo, como antigamente</h3><p>Numa altura em que muitos jogos apostam apenas na campanha ou apenas no multijogador, E-Day oferece tudo. Além da campanha, regressam o modo Horde e o Multiplayer, o que faz dele uma proposta muito forte para quem procura um jogo para muitos meses.</p><p>O multiplayer, goste-se ou não, continua a girar à volta da caçadeira (gnasher), pelo menos das partidas que fiz. Existem outras armas, mas o potencial desta arma para fazer one-shot, combinada com a jogabilidade de correr e avançar e cobertura em cobertura, tornam a caçadeira numa das armas mais eficazes.</p><p>Já o modo Horde, está presente numa variante chamada Horde Siege, com uma escala mais épica. Continua um modo PVE, mas agora com 12 jogadores em modo cooperativo, sepearados em três esquadrões, com vários objetivos opcionais e um principal para completar.</p><p>A campanha também pode ser jogada em cooperativo de forma mais fácil do que nunca, já que é possível juntarmo-nos a outros jogadores através de lobbies abertos. Para quem não tem sempre um amigo disponível para fazer de Dom, é uma funcionalidade que faz a diferença.</p><h3>Visualmente, um dos jogos mais impressionantes da geração</h3><p>Joguei no PC, e a qualidade visual de E-Day impressiona. Os cenários são destrutíveis, a iluminação é realista, as caras das personagens são praticamente fotorrealistas e a quantidade de detalhe em qualquer cena é absurda. Há momentos em que dá vontade de parar só para olhar à volta, mesmo com os Locust a aproximarem-se.</p><p><span><strong>Prós</strong></span></p><ul><li><p>Campanha intensa, com ação do princípio ao fim</p></li><li><p>Jogabilidade afinada, com sensação de peso e grande variedade de armas</p></li><li><p>Secções em mundo aberto que reforçam a sensação de guerra em Kalona</p></li><li><p>Personalização de armas, armadura e habilidade especial</p></li><li><p>Pacote completo com Horde, Multiplayer e campanha cooperativa com lobbies abertos</p></li><li><p>Muitos colecionáveis e bom valor de repetição</p></li><li><p>Qualidade visual impressionante</p></li></ul><p><span><strong>Contras</strong></span></p><ul><li><p>Não reinventa a fórmula de Gears of War</p><p></p></li></ul>
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                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/gears-of-war-e-day-analise</guid>
                <pubDate>Thu, 15 Oct 2026 18:25:27 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>Nintendo Switch 2 com bateria amovível já chegou a Portugal</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/nintendo-switch-2-com-bateria-amovivel-ja-chegou-a-portugal</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>A nova versão da Nintendo Switch 2 com bateria amovível já chegou às lojas portuguesas. Para já, encontramo-la à venda na <a href="https://tidd.ly/471mx7G" data-as-button="false">Worten por 469,99€</a>, e por fora é praticamente impossível distingui-la do modelo original.</p><p>A grande diferença está no interior. No modelo original, trocar a bateria obrigava a desmontar praticamente a consola, incluindo a remoção de uma blindagem metálica. Na nova versão, os parafusos passam a ser Phillips normais, já não estão escondidos debaixo de autocolantes, e a bateria fica acessível assim que se retira a tampa traseira.</p><p>A bateria em si é ligeiramente mais pequena: 5.172 mAh, contra os 5.220 mAh do modelo original, uma diferença de cerca de 1% que não deverá ter impacto percetível na autonomia. </p><p>A consola fica também 10 gramas mais pesada, passando a pesar 401 gramas. Fora isso, a Nintendo garante que não há qualquer diferença de funcionalidades entre as duas versões. A empresa vai ainda vender kits de bateria de substituição através da Nintendo Store europeia.</p><p>Para quem quer ter a certeza de que está a comprar a versão nova, a Nintendo explica que estes modelos têm números de modelo diferentes e um código adicional &quot;OSM&quot; na caixa.</p><h3>Esta mudança não acontece por acaso</h3><p>A partir de 18 de fevereiro de 2027, o Regulamento Europeu das Baterias obriga a que vários produtos vendidos na União Europeia, incluindo consolas portáteis, tenham baterias que possam ser facilmente substituídas pelos próprios utilizadores. </p><p>É por isso que a Nintendo está a renovar o seu hardware na Europa de forma gradual, um processo que inclui também os Joy-Con 2 e o Pro Controller. No caso deste último, a mudança tem um custo maior: a bateria passa de 1.070 mAh para 897 mAh, uma quebra de 16%. A mesma regra explica também o fim da produção da Switch original, da Switch Lite e da Switch OLED para a Europa em fevereiro de 2027.</p><p>Se estás a pensar comprar uma Switch 2, esta é a versão a escolher, já que a bateria é sempre a primeira peça a desgastar-se numa consola portátil. </p>
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                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/nintendo-switch-2-com-bateria-amovivel-ja-chegou-a-portugal</guid>
                <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 13:07:33 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>NACON Revolution 5 Unlimited quer roubar o lugar ao DualSense Edge e tem argumentos para isso</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/nacon-revolution-5-unlimited-quer-roubar-o-lugar-ao-dualsense-edge-e-tem-argumentos-para-isso</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>A Nacon apresentou hoje um novo comando topo de gama para a PS5, e desta vez, tem uma novidade que nenhum outro comando licenciado pela PlayStation tinha até agora: um ecrã integrado.</p><p>O nome do comando é  Revolution 5 Unlimited (R5U abreviando) e, comparativamente ao Dualsense Edge, o comando oficial da PlayStation para jogadores hardcore, tem vários argumentos que o colocam em vantagem.</p><p>Através do ecrã integrado, em vez de teres que sair do jogo ou abrir uma app para mudar definições, ajustas tudo diretamente no comando: a mistura de áudio, a sensibilidade dos analógicos, os atalhos e as definições do próprio comando.</p><p><span class="article-figure"><img class="" src="https://geekinout.pt//storage/images/6dc6b03e-d7be-47eb-b94e-567742895ad9.jpg" alt="Nacon Revolution 5 Unlimited vs Dualsense Edge" width="1920" height="1334"><span class="article-figure-caption">Crédito da imagem: Nacon</span></span></p><p>Mas a maior vantagem é mesmo a tecnologia magnética TMR nos analógicos. Na prática, promete mais fiabilidade a longo prazo, mais precisão e menos problemas, o que é uma boa notícia para quem já sofreu com o famoso &quot;drift&quot; (problema em que o analógico regista movimento estando parado).</p><p>O comando mantém o layout assimétrico, típico da série Revolution, e aposta em botões de ação com micro-switches, bloqueadores de gatilho com modo de clique instantâneo e vários botões de atalho personalizáveis. Há ainda um Shooter Pro Mode, que elimina por completo as zonas mortas dos sticks para uma resposta mais imediata.</p><p>A embalagem não traz apenas o comando. Para além da bolsa de transporte, a NACON inclui uma base de carregamento oficial. Isto normalmente é um extra nos outros comandos. Aqui vem de base, o que mostra a vontade da marca em conquistar os jogadores e oferecer um negócio apelativo.</p><p>O R5U funciona na PS5, no PC e em Smart TVs Android, conta com uma app para iOS e Android para afinar as definições mais avançadas, e tem um modo PC com latência de apenas 1 ms, onde é possível configurar atalhos e controlos por giroscópio.</p><p><span class="article-figure"><img class="" src="https://geekinout.pt//storage/images/a59c17c0-0627-482c-ba13-3facf9ab80ab.jpg" width="1920" height="1279"><span class="article-figure-caption">Crédito da imagem: Nacon</span></span></p><p>Segundo Yannick Allaert, diretor da divisão de acessórios da NACON, o objetivo é dar aos jogadores competitivos e mais exigentes uma ferramenta de ponta, juntando o ecrã integrado e a tecnologia TMR num comando assimétrico com licença oficial da PlayStation.</p><p>A pergunta inevitável é se vale a pena face ao DualSense Edge, o comando &quot;pro&quot; da própria Sony. Nesta tabela comparativa, podes tirar as tuas próprias conclusões:</p><table><tbody><tr><th rowspan="1" colspan="1"><p></p></th><th rowspan="1" colspan="1"><p>NACON Revolution 5 Unlimited</p></th><th rowspan="1" colspan="1"><p>DualSense Edge</p></th></tr><tr><td rowspan="1" colspan="1"><p>Preço</p></td><td rowspan="1" colspan="1"><p>199,99€</p></td><td rowspan="1" colspan="1"><p>239,99€ (PVPR de lançamento)</p></td></tr><tr><td rowspan="1" colspan="1"><p>Layout</p></td><td rowspan="1" colspan="1"><p>Assimétrico (estilo Xbox)</p></td><td rowspan="1" colspan="1"><p>Simétrico (estilo PlayStation)</p></td></tr><tr><td rowspan="1" colspan="1"><p>Ecrã integrado</p></td><td rowspan="1" colspan="1"><p>Sim</p></td><td rowspan="1" colspan="1"><p>Não</p></td></tr><tr><td rowspan="1" colspan="1"><p>Sticks</p></td><td rowspan="1" colspan="1"><p>Magnéticos TMR</p></td><td rowspan="1" colspan="1"><p>Potenciómetros, com módulos substituíveis</p></td></tr><tr><td rowspan="1" colspan="1"><p>Botões de ação</p></td><td rowspan="1" colspan="1"><p>Micro-switches</p></td><td rowspan="1" colspan="1"><p>Membrana</p></td></tr><tr><td rowspan="1" colspan="1"><p>Bloqueadores de gatilho</p></td><td rowspan="1" colspan="1"><p>Sim, com clique instantâneo</p></td><td rowspan="1" colspan="1"><p>Sim, com três posições</p></td></tr><tr><td rowspan="1" colspan="1"><p>Botões extra</p></td><td rowspan="1" colspan="1"><p>Vários atalhos personalizáveis</p></td><td rowspan="1" colspan="1"><p>2 botões traseiros substituíveis</p></td></tr><tr><td rowspan="1" colspan="1"><p>Feedback háptico e gatilhos adaptativos</p></td><td rowspan="1" colspan="1"><p>Não</p></td><td rowspan="1" colspan="1"><p>Sim</p></td></tr><tr><td rowspan="1" colspan="1"><p>Base de carregamento</p></td><td rowspan="1" colspan="1"><p>Incluída</p></td><td rowspan="1" colspan="1"><p>Vendida à parte</p></td></tr><tr><td rowspan="1" colspan="1"><p>Estojo de transporte</p></td><td rowspan="1" colspan="1"><p>Incluído</p></td><td rowspan="1" colspan="1"><p>Incluído</p></td></tr><tr><td rowspan="1" colspan="1"><p>Compatibilidade</p></td><td rowspan="1" colspan="1"><p>PS5, PC e Smart TVs Android</p></td><td rowspan="1" colspan="1"><p>PS5, PC e dispositivos móveis</p></td></tr></tbody></table><p>O R5U tem um preço menor, com argumentos fortes no hardware, sobretudo pela questão dos analógicos TMR (algo que o Dualsense Edge não tem), um ecrã integrado e também a base de carregamento. O Dualsense Edge tem apenas vantagem no feedback háptico e gatilhos adaptativos.</p><div>
    <blockquote class="tiktok-embed" cite="https://www.tiktok.com/@geekinout.pt/video/7692101531658734880" data-video-id="7692101531658734880" > <section> <a target="_blank" title="@geekinout.pt" href="https://www.tiktok.com/@geekinout.pt?refer=embed">@geekinout.pt</a> A @Nacon acabou de apresentar o Revolution 5 Unlimited, um comando &#34;pro&#34; com ecrã no próprio comando, analógicos com tecnologia TMR e base de carregamento incluída. Parece que o Dualsense Edge está em apuros, até porque o R5U custa 199,99€ (menos 40 euros do que o comando oficial da PlayStation). <a title="playstation" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/playstation?refer=embed">#playstation</a> <a title="dualsenseedge" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/dualsenseedge?refer=embed">#dualsenseedge</a> <a title="naconrevolution" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/naconrevolution?refer=embed">#naconrevolution</a> <a title="ps5controller" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/ps5controller?refer=embed">#ps5controller</a> <a title="videojogos" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/videojogos?refer=embed">#videojogos</a> <a target="_blank" title="♬ เสียงต้นฉบับ  - SAN577 🎧🇱🇦🎶" href="https://www.tiktok.com/music/เสียงต้นฉบับ-SAN577-🎧🇱🇦🎶-7533938635876338448?refer=embed">♬ เสียงต้นฉบับ  - SAN577 🎧🇱🇦🎶</a> </section> </blockquote> 
</div>
<p></p>
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                                        ]]></description>
                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/nacon-revolution-5-unlimited-quer-roubar-o-lugar-ao-dualsense-edge-e-tem-argumentos-para-isso</guid>
                <pubDate>Thu, 15 Oct 2026 18:25:23 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>Os jogos da PS5 vão ter mais definição graças à IA e é de graça</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/os-jogos-da-ps5-vao-ter-mais-definicao-gracas-a-ia-e-e-de-graca</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>Já não é preciso comprar uma PS5 Pro para ter jogos com melhor imagem graças à IA. </p><p>A Sony anunciou hoje, através do PlayStation Blog, o Quick Spectral Super Resolution, ou QSSR, uma tecnologia de upscaling com IA para a PS5 normal que chega aos jogos através de atualizações gratuitas.</p><p>Até agora, este tipo de melhoria era exclusivo da PS5 Pro, através do PSSR, que analisa a imagem pixel a pixel e usa IA para aumentar a resolução com mais detalhe e estabilidade do que os métodos tradicionais. O problema é que exigia demasiado da PS5. O QSSR contorna essa limitação com uma rede neural mais simplificada e uma implementação afinada à mão para tirar o máximo partido da consola.</p><p>A tecnologia nasce do Project Amethyst, a parceria entre a Sony e a AMD na área dos gráficos com IA. A Sony é clara ao dizer que o PSSR continua a ser a referência na PS5 Pro, mas garante que o QSSR traz melhorias notórias no detalhe e na estabilidade da imagem para quem joga na PS5.</p><p>Os primeiros jogos a tirar partido do QSSR são Marvel&#039;s Wolverine e Ghost of Yōtei, que recebem hoje atualizações com uma nova opção gráfica. Mike Fitzgerald, responsável de tecnologia da Insomniac Games, explica que o QSSR acrescenta mais nitidez e estabilidade aos cenários de Wolverine, das ruas de Madripoor aos becos de Shinjuku, e descreve-o como um bom aperitivo da experiência PS5 Pro para quem joga na PS5. </p><p>Já Jasmin Patry, da Sucker Punch, destaca a forma como o QSSR resolve os pequenos detalhes de personagens e cenários de Ghost of Yōtei, com uma estabilidade de imagem que até aqui não era possível na PS5.</p><p>Para já, são apenas dois jogos, mas ambos os estúdios esperam que mais títulos venham a adotar o QSSR, o que pode significar que muitos jogos da PS5 vão ficar com melhor aspeto sem que os jogadores tenham de pagar mais por isso.</p><p>Podes ver em baixo dois vídeos de comparação com ambos os jogos.</p><div data-youtube-video="true" class="responsive"></div><div data-youtube-video="true" class="responsive"></div>
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                                        ]]></description>
                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/os-jogos-da-ps5-vao-ter-mais-definicao-gracas-a-ia-e-e-de-graca</guid>
                <pubDate>Thu, 01 Oct 2026 18:55:15 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>Rumor: Uncharted vai voltar, Naughty Dog trabalha em novo jogo com Nathan Drake</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/rumor-uncharted-5-nathan-drake</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>Os fãs da PlayStation estão com saudades da saga Uncharted, até porque já lá vão alguns anos desde um novo jogo. Para quem já não se lembra, fez este ano 10 anos desde o lançamento do último jogo: Uncharted 4: A Thief&#039;s End (lançado em Maio de 2016).</p><p>De acordo com um novo rumor, <a href="https://mp1st.com/news/new-uncharted-game-development-naughty-dog-headed-lost-legacy-director" data-as-button="false">lançado pelo MP1ST</a>, a Naughty Dog está a trabalhar num novo jogo, e Nathan Drake, que o protagonista da saga, pode voltar tanto como protagonista ou como personagem secundária. Por enquanto, ainda não há certezas quanto ao papel do famoso caçador de tesouros.</p><p>Importa sublinhar que se trata de um jogo completamente novo, e não de um remake, afastando assim a ideia de uma nova versão do primeiro Uncharted, algo que a Naughty Dog terá ponderado em anos anteriores.</p><p>Como Uncharted 4 termina com um Nathan Drake mais velho e já pai, seria natural pensar que a filha poderia herdar o papel principal. O MP1st não consegue confirmar essa possibilidade, mas garante que Nathan Drake vai estar presente de alguma forma. </p><p>Ainda segundo a publicação, este será o próximo jogo da Naughty Dog depois de Intergalactic: The Heretic Prophet. Ou seja, parece que os <a href="https://geekinout.pt/artigos/the-last-of-us-3-a-caminho-neil-druckmann-confirma-duas-novas-historias-no-universo" data-as-button="false">novos projectos de The Last of Us</a> são neste momento a última prioridade do estúdio.</p>
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                                        ]]></description>
                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/rumor-uncharted-5-nathan-drake</guid>
                <pubDate>Thu, 01 Oct 2026 09:40:54 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>Panthalassa (análise) | Alma portuguesa no fundo do oceano</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/panthalassa-analise</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>Não estava à espera de gostar tanto deste jogo português, desenvolvido pelo estúdio Meia Calça.</p><p>Panthalassa mergulha-nos num mundo subaquático na pele de Magalhães (que o jogo rapidamente abrevia para Mag), um submarino de exploração autónoma que sofre uma avaria catastrófica e desperta de novo, renascido num corpo altamente avançado, num mundo que já não reconhece. A partir daqui, cabe-nos a nós descobrir este novo mundo e desvendar os segredos de uma sociedade mecânica que o rodeia.</p><hr><p><strong>Sobre Panthalassa:</strong></p><ul><li><p><a href="https://store.steampowered.com/app/2955720/Panthalassa/" data-as-button="false">Disponível no Steam</a> </p></li><li><p>Estúdio: Meia Calça</p></li><li><p>Género: Point and Click</p></li><li><p>Preço: 13,99€</p></li></ul><hr><h3>Um mundo entre o físico e o digital </h3><p>O jogo mexe com temas de inteligência artificial e de agência independente dos humanos. Explora também um lado mais existencialista, sobre qual é o propósito de existir. Sem entrar em grandes detalhes para não estragar a descoberta, a ação decorre muito depois dos humanos terem deixado de existir, algo que só percebemos a meio da aventura e que dá um peso extra a tudo o que vamos encontrando pelo caminho. É um ponto de partida ambicioso para um point and click inspirado nos jogos de aventura dos anos 90 e início dos anos 2000, e Panthalassa não tem medo de o assumir.</p><p>A nível visual, Panthalassa aposta em gráficos retro, com uma estética que lembra a era da PS1, mas cheios de estilo e substância. A interface parece confusa ao início, com o jogo a pedir-nos que naveguemos por menus e sistemas que não nos são imediatamente familiares, mas rapidamente nos habituamos a ela. Pelo caminho, vamos descobrindo novas espécies aquáticas e interagindo com personagens excêntricas na procura da verdade sobre este lugar.</p><div data-youtube-video="true" class="responsive"></div><h3>Puzzles que nos fazem coçar a cabeça</h3><p>Os puzzles não são imediatamente óbvios, mas também não chegam a ser terrivelmente difíceis. </p><p>O nível de desafio está bem medido, nem tão simples que resolvemos tudo sem pensar, nem tão obscuro que nos deixa perdidos sem pistas. É preciso prestar mesmo atenção a todos os diálogos e pormenores, as pistas estão lá, mas nem sempre saltam à vista à primeira. Há personagens que, se voltarmos a falar com elas, servem de guias e apontam-nos na direção certa, mas o jogo não tem grande hand holding, por isso vale a pena estar atento.</p><p>Os diálogos são um dos pontos altos da experiência, e grande parte disso deve-se à química entre Mag e Tetra, as personagens principais. Tetra rapidamente assume o papel de companheiro de Mag no início da aventura, e em qualquer momento, podes clicar na interface do jogo para falar com ele. Na maioria das vezes, tenta ser descontraído e engraçado. As conversas entre os dois conseguem ser sérias e estúpidas na mesma medida, o que ajuda a equilibrar o peso temático do resto da aventura.</p><div data-youtube-video="true" class="responsive"></div><h3>Duração e o verdadeiro final </h3><p>Panthalassa é um jogo compacto, com cerca de 4 horas de duração para chegar ao final. Pode parecer pouco, mas convém levar em conta que custa 13,99€ (se estás com dúvidas, há uma demo para experimentar). Ainda assim, vou sublinhar que há um verdadeiro final para quem quiser ir mais longe, e desbloqueá-lo exige mais tempo de jogo do que essas 4 horas iniciais.</p><p>O maior senão da experiência está relacionado com a forma como revemos pistas. Muitas vezes, é preciso voltar fisicamente à biblioteca para estudar e perceber algumas dessas pistas. O jogo até tem fast travel, mas isso não chega a resolver o problema: estas pistas guardadas deviam poder ser consultadas diretamente a partir de um menu, sem sermos obrigados a lá voltar de cada vez. A solução para mim foi tirar fotografias com o smartphone aos documentos e indexes da biblioteca, de forma a poder consultar tudo sem abandonar o puzzle.</p><p><span><strong>Prós: </strong></span></p><ul><li><p>Premissa original e bem construída;</p></li><li><p>Diálogos fortes, com boa química entre Mag e Tetra;</p></li><li><p>Puzzles com um nível de desafio bem calibrado; </p></li><li><p>Estética retro cheia de estilo e substância; </p></li><li><p>Um verdadeiro final para quem quiser ir mais fundo.</p></li></ul><p><span><strong>Contras: </strong></span></p><ul><li><p>Interface inicialmente confusa</p></li><li><p>Consultar pistas obriga a voltar fisicamente à biblioteca</p></li></ul>
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                                        ]]></description>
                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/panthalassa-analise</guid>
                <pubDate>Thu, 15 Oct 2026 18:25:44 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>Game of Thrones ganha o primeiro filme: &quot;Aegon&#039;s Conquest&quot; estreia em 2029</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/game-of-thrones-ganha-o-primeiro-filme-aegons-conquest-estreia-em-2029</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>A saga de Game of Thrones está oficialmente a caminho dos cinemas. A HBO confirmou hoje que &quot;Aegon&#039;s Conquest&quot;, o primeiro filme no universo de Westeros, tem estreia marcada para 6 de junho de 2029.</p><p>A realização fica a cargo de Owen Harris, conhecido pelo trabalho em &quot;A Knight of the Seven Kingdoms&quot;, a partir de um argumento de Beau Willimon, showrunner de &quot;House of Cards&quot; e argumentista em &quot;Andor&quot;. </p><p>O nome do filme já revela o tema da narrativa: vai ser um filme centrado em Aegon I, da dinastia Targaryen, e na sua conquista de Westeros, que decorre séculos antes da série Game of Thrones e House of the Dragon. Aegon I nunca apareceu nos ecrãs até agora, e ainda não há confirmação de quem o vai interpretar.</p><p>A família de Aegon deu origem a personagens como Daenerys Targaryen, interpretada por Emilia Clarke na série original, e já serviu de base a duas spin-offs de sucesso da HBO, &quot;House of the Dragon&quot; e &quot;A Knight of the Seven Kingdoms&quot;. </p><p>Até &quot;Aegon&#039;s Conquest&quot; chegar às salas, os fãs têm pela frente a quarta temporada de &quot;House of the Dragon&quot; e a segunda de &quot;A Knight of the Seven Kingdoms&quot;, ambas já confirmadas pela HBO.</p>
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                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/game-of-thrones-ganha-o-primeiro-filme-aegons-conquest-estreia-em-2029</guid>
                <pubDate>Wed, 30 Sep 2026 15:10:36 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>GTA VI vai ter furacões e mais de 170 espécies de animais</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/gta-vi-vai-ter-furacoes-e-mais-de-170-especies-de-animais</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>A Rockstar continua a revelar pormenores de GTA VI, desta vez através de uma reportagem exclusiva da revista Game Informer.</p><p>Um dos destaques é o novo sistema de vento dinâmico, que inclui brisas costeiras ao anoitecer, correntes de ar ascendentes e oclusão do vento causada pelos próprios edifícios. O vento consegue agitar o cabelo e detritos nos telhados, criar ondulações na água e dobrar a erva dos pântanos. <strong>Leonida vai também ter tempestades tropicais e furacões</strong>, com nuvens carregadas, ventos fortes, chuva torrencial, água a escorrer de telhados e candeeiros, trovões e relâmpagos a iluminar as nuvens.</p><p>A fauna também ganha destaque: <strong>mais de 170 espécies de animais espalhadas pelo mapa,</strong> incluindo fauna nativa de Leonida nunca antes vista num jogo da Rockstar. São mais de 60 espécies de aves e 30 mamíferos terrestres, além de vários peixes e répteis, com nomes já confirmados como manatins, flamingos, pelicanos e jacarés.</p><p>Os NPCs prometem também um nível de detalhe físico sem precedentes, com diferentes alturas, tipos de corpo, musculatura e distribuição de peso, incluindo peito, barriga e glúteos. Há também diferentes tipos de pele, com sardas, sinais e bronzeados, e a Rockstar diz ter investido em estilos de tatuagem culturalmente autênticos, ajustados às diferentes comunidades e regiões de Leonida, além de penteados e cuidados corporais com muito mais estilos étnicos representados.</p><p>Quanto ao mapa, Leonida é oficialmente o maior que a Rockstar já criou, por uma margem considerável, sensivelmente o dobro do tamanho do mapa de GTA V. Segundo o estúdio, é também mais denso, mais detalhado e mais interativo, com atenção especial a telhados, becos e interiores de edifícios, para que o mundo pareça coeso, e não uma soma de zonas desligadas entre si.</p><p>GTA VI vai ser lançado a 19 de novembro para a PS5 e Xbox Series X | S.</p>
                                            <img src="/storage/5394/01M3Q4BR0Q8A5WBBJYC2XF2V2Z.jpeg" alt="image"/>
                                        ]]></description>
                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/gta-vi-vai-ter-furacoes-e-mais-de-170-especies-de-animais</guid>
                <pubDate>Tue, 29 Sep 2026 18:45:52 +0100</pubDate>
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                <title>LEGO revela o set Dragon Ball Shenron &amp; Goku, com preço de €139,99</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/lego-revela-o-set-dragon-ball-shenron-goku-com-preco-de-eur13999</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>A LEGO junta-se pela primeira vez à Toei Animation para trazer Dragon Ball ao seu portefólio, com mais sets da franquia já confirmados para 2027.</p><p>O primeiro conjunto desta parceria chama-se LEGO Icons Dragon Ball: Shenron &amp; Goku (11390), com 1764 peças, e recria o momento em que Shenron se ergue das sete Esferas do Dragão, com Goku sobre a sua Nuvem Mágica no centro da cena. </p><p>A equipa de design estudou frames de animação e poses clássicas da série original para captar a silhueta longa e em loop de Shenron, e a minifigura de Goku pode ser destacada e reposicionada para recriar diferentes momentos. Na base do set, sete peças 2x2 representam as sete Esferas do Dragão.</p><p>Federico Begher, vice-presidente sénior de Produto, Marketing e Desenvolvimento do Grupo LEGO, disse que esta parceria é uma forma de celebrar as personagens e histórias que tornaram Dragon Ball intemporal. Já Masayuki Endo, presidente e CEO da Toei Animation, garantiu que nenhuma coleção de Dragon Ball vai estar completa sem os produtos LEGO da franquia.</p><p>O set chega em acesso antecipado para membros LEGO Insiders a 1 de novembro, e para todos a partir de 4 de novembro, ao preço de 139,99€, nas lojas LEGO e em LEGO.com. Quem for membro Insiders pode ainda trocar 20 pontos de fidelidade por um póster digital exclusivo do set.</p>
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                                        ]]></description>
                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
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                <pubDate>Tue, 29 Sep 2026 14:54:44 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>The Last of Us 3 a caminho? Neil Druckmann confirma duas novas histórias no universo</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/the-last-of-us-3-a-caminho-neil-druckmann-confirma-duas-novas-historias-no-universo</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>A Naughty Dog aproveitou o The Last of Us Day para partilhar novidades entusiasmantes sobre o futuro da saga.</p><p>Neil Druckmann, líder do estúdio e director criativo, recorreu ao para responder a uma das perguntas que os fãs mais têm feito nos últimos tempos: há mais histórias a caminho neste universo? Onde está The Last of Us: Parte 3?</p><p>A boa notícia é que há mais histórias a caminho. Druckmann confirma agora que o estúdio tem &quot;um par de projetos muito excitantes&quot; em fases muito iniciais de desenvolvimento. Por agora não há praticamente nenhum detalhe, mas Druckmann garante que ambos vão expandir o cânone da saga para além da Parte I e da Parte II, e que só vão voltar a este universo se tiverem algo que valha a pena contar.</p><p>No entanto, nada garante que estes projectos são videojogos, muito menos que um deles é The Last of Us: Parte 3.</p><p>Na mesma publicação, Druckmann deu também uma atualização sobre Intergalactic: The Heretic Prophet, revelado há quase dois anos e ainda por mostrar em detalhe desde então. Segundo o estúdio, o jogo está a moldar-se para ser o projeto mais ambicioso de sempre da Naughty Dog, mas ainda precisa de &quot;cozinhar&quot; um pouco mais antes de uma revelação completa. </p><p>A promessa é que o estúdio fique em silêncio pelo resto de 2026, com a revelação total prevista para 2027.</p>
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                                        ]]></description>
                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/the-last-of-us-3-a-caminho-neil-druckmann-confirma-duas-novas-historias-no-universo</guid>
                <pubDate>Tue, 29 Sep 2026 10:56:08 +0100</pubDate>
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                <title>Minecraft Dungeons II (análise) | O Diablo para toda a família, mas com bugs</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/minecraft-dungeons-ii-analise</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>O universo Minecraft é um dos mais bem-sucedidos nos últimos tempos, tornando-se num verdadeiro fenómeno cultural que se manteve até aos dias de hoje e já recebeu uma adaptação cinematográfica no ano passado e alguns spin-offs que procuram introduzir o mundo a fãs de diferentes géneros.</p><p>Um desses spin-offs foi Minecraft Dungeons, um Action RPG na veia de títulos como Diablo e Path of Exile com ênfase em loot e montes de monstros para derrotar com lançamento em 2020. Com mais de 25 milhões de jogadores a aventurar-se no título original - número catapultado pela disponibilidade no Game Pass - era apenas natural que uma sequela chegasse às mãos dos jogadores. </p><p>Com uma nova jornada pela frente, agora num mundo aberto, várias refinações de jogabilidade pedidas pelos jogadores e imenso novo loot para arrecadar, a diversão a solo ou em grupo regressa nesta nova sequela. Com a versão 1.0 de Path of Exile 2 a sair em dezembro e a de No Rest for the Wicked a ter sido adiada para 2027, há aqui uma boa janela para esta experiência brilhar junto dos fãs do género, mas será que este foi um bom passo em frente para a série?</p><hr><ul><li><p>Versão testada: PC (Steam)</p></li><li><p>Produtora: Mojang Studios</p></li><li><p>Género Ação / Cooperativo</p></li><li><p><a href="https://www.instant-gaming.com/en/22155-buy-minecraft-dungeons-ii-deluxe-edition-pc-xbox-series-x-s-microsoft-store/?igr=geekinout" data-as-button="false">Compra na Instant-Gaming</a></p></li></ul><hr><h3>A misteriosa dimensão Sift </h3><p>O Overworld vivia um período de paz aparente, algo quebrado pela abertura de misteriosos portais ligados à dimensão Sift, local que contém poderes desconhecidos, mas que estão a ser aproveitados para o mal. O Illager High Council apropriou-se da dimensão e está a criar estes portais para transportar as suas hordas de criaturas para tomar conta do mundo, por isso está na hora de largar a picareta e empunhar algo mais afiado e heroico de forma a repor a ordem. </p><p>Minecraft Dungeons II apresenta uma história simples que para mim não é de todo o ponto forte da experiência. Tenho que admitir, não sou grande conhecedor deste universo, portanto o contexto geral da narrativa até me pode ter passado inteiramente ao lado, mas o enredo apenas coloca uma ameaça no seu centro que não tem um papel muito proeminente na aventura em si e aparece de forma bastante ocasional, o que dá um baixo nível de urgência em relação ao que se aproxima. Também o desafio final da missão principal não é imensamente satisfatório, colocando um término à aventura com um local visualmente apelativo, mas com um último obstáculo aquém das minhas expectativas.</p><p>A não favorecer a narrativa de todo, estão as cinemáticas. Ainda que estejam relativamente bem animadas e a narração seja agradável, a nível visual a qualidade deixa imenso a desejar, com uma resolução aparentemente baixa e detalhes que ficam abaixo da jogabilidade normal. É raro encontrar jogos com cutscenes que são menos visualmente satisfatórias do que a restante experiência, mas é algo que infelizmente acontece aqui.</p><p><span class="article-figure"><img class="" src="https://geekinout.pt//storage/images/2f674832-8882-46df-b4de-909e86bb2f4d.jpg" width="1920" height="1080"><span class="article-figure-caption">Imagem capturada por Geekinout.pt</span></span></p><h3>Roupas feitas para um herói</h3><p>Uma das alterações presentes nesta sequela é a separação das secções de armadura, que agora são distribuídas em 4 peças distintas em vez de uma só, permitindo misturar vários ingredientes para o sucesso. Com quatro tipos de raridades disponíveis, os que ficam acima do grau “comum” estão munidos de efeitos como proteção adicional a ataques ranged ou aumentos ligeiros da raridade dos drops, com alguns efeitos únicos que estão guardados para o patamar mais elevado. </p><p>Do lado dos armamentos, temos as armas corpo a corpo e as de longo alcance que são igualmente úteis e variadas de forma a serem adaptadas aos diferentes tipos de jogabilidade. Com arcos a possuir alcances e velocidades de disparo variados e espadas com golpes rápidos e ágeis ou marretas mais lentas, mas que possuem maior nível de dano por pancada, é possível escolher como fazer frente aos confrontos. Por exemplo, uma das armas que me carregou nas últimas partes foi um martelo que causava explosões com cada impacto no solo que era perfeito para fazer quantidades enormes de dano em área. </p><p>Existem também Artifacts que dão efeitos ativos muito úteis durante o combate, como o de estender uma toalha de piquenique que gera comida para recuperar os pontos de vida, um tambor potente que serve para criar distância para os inimigos ou mandá-los de uma ravina abaixo ou até vários instrumentos que fornecem buffs ofensivos ou defensivos ao jogador. A complementar isso estão os Talismans com 3 níveis de evolução que podem gerar um companheiro canino e fornecer ligeiros efeitos passivos que infelizmente não eram tão pronunciados como a alternativa anterior. Estes dois tipos de equipamento oferecem 3 slots para cada um deles, permitindo ainda assim a criação de builds variadas em conjunto com os restantes equipamentos. </p><p>Para refinar isto tudo, temos os NPCs das cidades que permitem adicionar buffs aos diversos equipamentos com efeitos bem úteis e é também possível manter o Power Level dos mesmos caso queiras gastar Gems para manter uma peça que realmente queiras que te acompanhe até ao fim da aventura ao nível do desafio. Contudo, há um bug que te impede de acumular mais do que 9999 gemas ao desfazer materiais: a previsão pode dizer que vais receber, por exemplo, 14000 destas unidades, mas o contador chega aos 9999 e não passa disso, resultando em desperdícios perfeitamente evitáveis dos quais o jogo não te avisa.</p><p><span class="article-figure"><img class="" src="https://geekinout.pt//storage/images/3bf24395-e812-42e4-9e89-b11f8c875d91.jpg" width="1920" height="1080"><span class="article-figure-caption">Imagem capturada por Geekinout.pt</span></span></p><h3>Combates intensos </h3><p>O estilo de combate popularizado pela série Diablo presente no título original do spin-off está de volta. Com a perspetiva top-down da ação, a missão do nosso protagonista é fazer frente às volumosas hordas de criaturas que preenchem o mundo, isto com recurso ao arsenal bem variado de armaduras, armas e outros equipamentos extremamente útil que tinha mencionado. </p><p>Para complementar esse aspeto, existe também uma boa variedade de mobs, alguns dos quais estão confinados a certos biomas e zonas do mapa, enquanto outros se espalham de forma mais homogénea. Temos os tradicionais Creepers que são um barril de pólvora ambulante, Geomancers que criam terreno, algum do qual é explosivo, e arqueiros de longa distância, entre muitos outros. Além disso, existem também os inimigos elite que trazem uma barra de vida mais pronunciada e efeitos nefastos adicionais, desde ataques elementais a maior resiliência ao dano causado. </p><p>Os momentos mais intensos de combate estão guardados para as frequentes Emboscadas, que prendem o jogador num espaço confinado e colocam várias ondas de inimigos que devem ser eliminados para desbloquear o caminho, e para os encontros com os bosses. Estes últimos oferecem pouca variedade, sendo possível encontrá-los de forma repetida, principalmente se te aventurares em Dungeons, algo que é feito naturalmente e que acrescenta alguma repetição ao título. </p><p>O meu maior problema com os combates é o volume de dano feito de parte a parte. É possível rebentar ou ser rebentado em poucos segundos, com apenas uma poção de vida que é regenerada ao longo do tempo. Esta é muitas das vezes escassa para fazer frente ao nível de dano exagerado que é distribuído pelos inimigos básicos que atacam em conjunto e pelos bosses, e não encontrei nenhuma maneira de aumentar o número que podia ter disponível. Em outros títulos do género é possível emborcar poções de forma a responder às barras de vida a desaparecerem rapidamente, algo que aqui não acontece, obrigando ao recurso a Artifacts que ajudem a manter-nos vivos. </p><p>Apesar de ser um sistema de combate sólido e versátil, não é certamente um dos meus favoritos no género. Ao optar por ser acessível a todas as idades e simplificar mecânicas, apesar do problema de dano que mencionei, falta algo de forma a dinamizar um pouco mais este aspeto. A não ser que me forçasse um pouco a variar o meu estilo de jogo, a sensação de monotonia de combate é algo que se ia instalando progressivamente em mim.</p><p><span class="article-figure"><img class="" src="https://geekinout.pt//storage/images/a60c1bab-46b3-4754-8a36-c8a44d2966c0.jpg" width="3840" height="2160"><span class="article-figure-caption">Imagem capturada por Geekinout.pt</span></span></p><h3>Um mundo mais aberto </h3><p>Uma das maiores mudanças presentes na sequela é a opção de substituir o layout da aventura: trocando as missões lineares por um mundo aberto interligado. Aqui podes encontrar as missões principais que te guiam pelos 2 mapas disponíveis ao longo da tua jornada, além de vários NPCs que têm também objetivos secundários para serem completados em troca de loot variado, com alguns equipamentos que ostentam a raridade máxima disponível – Unique. </p><p>As missões acabam por oferecer algumas horas adicionais de conteúdo, mas não fogem muito da essência do título: vai ao ponto X buscar um item e trá-lo de volta, vais ser emboscado pelo caminho e regressas ao ponto de partida. Se gostas do combate e queres prolongar a diversão, estes são bons desvios para te ajudar a subir de nível e existem algumas boas recompensas que valem a pena, mas sem grande hook narrativo. </p><p>Existem também várias Dungeons que oferecem caminhos lineares gerados aleatoriamente em busca do Obsidian Chest ou confrontos contra bosses e inimigos mais imponentes. Nestes últimos, devido à baixa variedade de chefões disponíveis no jogo, vais encontrar inimigos que já defrontaste ou que ainda vais encontrar em missões principais no futuro. Ainda assim, estas masmorras são boas fontes de XP e loot que valem a pena o desvio, apenas que gostava de poder marcá-las manualmente no mapa para me conseguir guiar melhor até lá. </p><p>Para ajudar a navegar neste mundo mais expansivo, existe um Wayfinder que guia o jogador a todos os tipos de objetivo, de forma a acomodar jogadores mais jovens e a quem não esteja habituado a open worlds. Infelizmente, este nem sempre é 100% fiável e por vezes levava-me a becos sem saída ou ficava perdido e mandava-me em direções diferentes de cada vez que o ativava.</p><h3>Heroísmo cooperativo de qualidade </h3><p>Dungeons II oferece um robusto modo cooperativo, com capacidade de até 4 jogadores partilharem o mesmo ecrã, sendo possível entrar e sair a qualquer momento da aventura. Nestas ocasiões a câmara desprende-se da única personagem em jogo e mantém em foco todos os heróis, criando uma parede invisível caso haja uma distância muito grande entre eles. </p><p>Os drops são distribuídos para os jogadores participantes de forma individual, para evitar potenciais loot goblins que queiram açambarcar tudo o que há disponível e o nível de poder dos equipamentos encontrados adapta-se a cada uma das personagens, caso haja algum desnível. Um dos meus pontos favoritos da experiência cooperativa é a possibilidade de alterar as minhas builds rapidamente sem ter que interromper a jogabilidade da minha parceira, tudo isto através de um prático menu que permite trocar o que quiser sem ter que pausar o jogo por completo. Infelizmente, existe um bug persistente que nos impossibilitava a alteração de um ou vários dos nossos Artifacts, obrigando-nos a ter que abrir o menu completo.</p><p>Caso um dos jogadores queira aventurar-se a solo e o seu companheiro fique para trás em XP e gear, há a opção de “clonar” os heróis e o seu inventário e partilhá-los com os restantes participantes, um bom método de nos certificarmos de que estamos sempre em pé de igualdade.</p><p><span class="article-figure"><img class="" src="https://geekinout.pt//storage/images/1b395097-53d1-42a1-b672-ffe608501b43.jpg" alt="Inventário Minecraft Dungeon II" width="3840" height="2160"><span class="article-figure-caption">Imagem capturada por Geekinout.pt</span></span></p><h3>Qualidade visual e otimização</h3><p>A nível visual, Dungeons II oferece uma decente variedade de ambientes realizados com a icónica estética Minecraft. Desde florestas verdejantes repletas de aranhas letais, locais frígidos com águas geladas até ao misterioso Sift, os locais são visualmente distintos, coloridos e vibrantes num ecrã com bom contraste. </p><p>Em termos de otimização para PC, o jogo comportou-se de forma muito boa no seu geral. Com uma RX 9070 XT na resolução 4K, com todos os settings no máximo e apenas um cap de 120FPS, de forma a corresponder ao limite da minha TV, a ação fluida só era quebrada por breves instâncias do infame traversal stutter já bem tradicional de títulos desenvolvidos no Unreal Engine 5, ainda que estes fossem muito breves e pouco incomodativos. Os tempos de carregamento num NVME SSD eram verdadeiramente estonteantes, facilitando constantes Fast Travels que eram concretizados em menos de um segundo, tão rápidos que nem era possível apreciar a arte apresentada nestas transições.</p><p><span class="article-figure"><img class="" src="https://geekinout.pt//storage/images/c939857c-bfcb-48c7-86f8-d809804ebd9a.jpg" alt="Gameplay Minecraft Dungeons II" width="1920" height="1080"><span class="article-figure-caption">Imagem capturada por Geekinout.pt</span></span></p><h3>Estado técnico que deixa um pouco a desejar </h3><p>Em termos de polimento geral, encontrei alguns aspetos mais negativos além dos que já tinha mencionado previamente. Tive alguns encontros com bosses nos quais eles simplesmente ficavam imóveis e deixavam que desbastasse a sua vida sem qualquer reação da sua parte e encontros com mobs simples em que estes ficavam presos na geometria e simplesmente esperavam que os fosse procurar nos recantos das arenas, havendo também alguns problemas por parte dos inimigos a compreender o desnível do terreno. </p><p>Tive também uma ocasião estranha em que interrompi uma sessão do jogo após ser derrotado por um boss e, quando regressei, perdi o fast travel até lá e a sua localização no mapa por completo. É um título que vai precisar de algumas atualizações para aprimorar estas imperfeições que assolam a experiência de forma inconstante e que podem frustrar o jogador.</p><p><span><strong>Prós: </strong></span></p><ul><li><p>Jogabilidade sólida e intuitiva;</p></li><li><p>Modo cooperativo bem executado;</p></li><li><p>Boa variedade de builds;</p></li><li><p>Visuais coloridos e fiéis à estética Minecraft;</p></li><li><p>Tempos de carregamento supersónicos.</p></li></ul><p><span><strong>Contras:</strong></span></p><ul><li><p>Pouca variedade de bosses;</p></li><li><p>Cinemáticas visualmente insatisfatórias;</p></li><li><p>Bugs e imperfeições técnicas;</p></li><li><p>Volume de dano por vezes excessivo de parte a parte.</p></li></ul>
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                <author>geral@geekinout.pt (Pedro Gomes)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/minecraft-dungeons-ii-analise</guid>
                <pubDate>Mon, 28 Sep 2026 13:12:17 +0100</pubDate>
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                <title>God of War Laufey: reservas abrem amanhã, eis as várias edições do jogo</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/god-of-war-laufey-reservas-abrem-amanha-eis-as-varias-edicoes-do-jogo</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>Depois de ter revelado <a href="https://geekinout.pt/artigos/god-of-war-laufey-anunciado-vamos-mesmo-jogar-com-a-mulher-de-kratos" data-as-button="false">o jogo em junho</a>, o Santa Monica Studio já tem data para as pré-reservas de God of War Laufey: 29 de setembro, às 10h00 (hora local). O jogo chega à PlayStation 5 a 16 de fevereiro de 2027.</p><p>Quem reservar antes do lançamento, recebe o conjunto de armadura Last Wish, o fato cosmético Phranque Golden Leaves e um pacote de recursos para o jogo. A edição Digital Deluxe inclui o conjunto Dark Alchemy, com armadura, lâmina, escamas para o arco e catalisador, além de um pacote de recursos, um mini artbook digital, e a banda sonora oficial digital.</p><p>O estúdio mostrou também novas imagens do combate de Faye e apresentou o Serpent Bow, um arco encantado com forma de serpente que passa de inativo a pronto a disparar em instantes. Em mira total, Faye ganha precisão e alcance, pode atingir pontos específicos do corpo dos inimigos para lhes limitar o movimento ou os ataques, e carregar até cinco flechas para uma rajada. Em meia mira, adota uma postura mais móvel e dispara um conjunto de flechas para causar dano a curta distância.</p><p>Este estilo de disparo rápido permite a Faye manter inimigos no ar e prolongar combos enquanto alterna entre armas e habilidades, com vários tipos de flechas à escolha (disparo rápido, explosivas ou para vários alvos). As escamas do arco mudam o aspeto e o estilo de jogo através de uma vantagem própria, e também é possível personalizar a lâmina e os catalisadores, artefactos que canalizam a magia de Everywhen.</p><p><span class="article-figure"><img class="" src="https://geekinout.pt//storage/images/e09e46dd-8148-40a4-8fcd-754237093bdb.webp" alt="God of War Laufey bonus reserva" width="5100" height="2866"><span class="article-figure-caption">Crédito da imagem: PlayStation</span></span><br><span class="article-figure"><img class="" src="https://geekinout.pt//storage/images/96002eef-3c23-4162-a6e9-b7c05ab0ea9f.webp" alt="God of War Laufey Digital Deluxe Edition" width="5100" height="2866"><span class="article-figure-caption">Crédito da imagem: PlayStation</span></span></p>
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                                        ]]></description>
                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/god-of-war-laufey-reservas-abrem-amanha-eis-as-varias-edicoes-do-jogo</guid>
                <pubDate>Mon, 28 Sep 2026 13:15:27 +0100</pubDate>
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