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        <title>Últimas notícias da Geekinout</title>
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                <description><![CDATA[ Gaming, filmes, séries, cultura geek, dicas saudáveis, e muito mais! Explora as últimas novidades na Geekinout ]]></description>
        <language>pt</language>
        <pubDate>Thu, 08 Oct 2026 21:25:09 +0100</pubDate>

                    <item>
                <title>Confirmado: Forza Horizon 6 na PS5 em janeiro de 2027 (revelado o primeiro trailer)</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/confirmado-forza-horizon-6-na-ps5-em-janeiro-de-2027-revelado-o-primeiro-trailer</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>Afinal, a fuga de informação estava certa. A Xbox confirmou oficialmente que Forza Horizon 6 chega à PS5 a 26 de janeiro de 2027, a mesma data avançada dias antes por um site francês, e contrariando a promessa inicial de lançamento ainda este ano. As pré-reservas já estão abertas.</p><p>Juntamente com o anúncio, foi revelado o trailer de pré-reserva, que mostra pela primeira vez o jogo a correr na PS5.</p><p>Quem reservar o jogo recebe um Ferrari J50 já afinado. Já a Premium Edition permite jogar até cinco dias antes do lançamento e dá acesso à nova expansão logo no primeiro dia. </p><p>Para quem ainda não conhece, Forza Horizon 6 leva a série até ao Japão, com mais de 550 carros reais para conduzir. O mapa inclui os subúrbios e as ruas icónicas do centro de Tokyo City, com muita verticalidade, vários biomas e o habitual festival Horizon, onde o objetivo é tornar-se uma lenda das corridas.</p><p>O jogo foi lançado em maio de 2026 na Xbox Series X|S e no PC.</p><div data-youtube-video="true" class="responsive"></div>
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                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
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                <pubDate>Thu, 08 Oct 2026 21:24:51 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>Cyberpunk 2077 com filme live-action confirmado</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/cyberpunk-2077-com-filme-live-action-confirmado</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>A onda de adaptações de videojogos ao cinema não para de aumentar e Cyberpunk 2077 é o próximo da lista. Segundo o <a href="https://deadline.com/2026/10/paramount-lorenzo-di-bonaventura-cyberpunk-2077-1237150129/" data-as-button="false">Deadline</a>, a Paramount Pictures está a desenvolver um filme live-actio no universo do jogo da CD Projekt Red.</p><p>A produção estará a cargo de Lorenzo di Bonaventura, produtor conhecido pelos filmes de Transformers, em parceria com a própria CD Projekt Red, que detém os direitos da franquia. Para já, não há informações sobre realizador, argumentista, elenco ou data de estreia, nem se o filme vai adaptar diretamente a história do jogo.</p><p>Cyberpunk 2077 passa-se em Night City, uma metrópole futurista e distópica na Califórnia. O protagonista é V, um mercenário que acaba com um biochip implantado que contém a consciência digital de Johnny Silverhand, uma lendária estrela de rock e terrorista. À medida que a mente de Silverhand começa a sobrepor-se à de V, os dois são obrigados a trabalhar juntos para se separarem e salvar a vida de V, enfrentando pelo caminho a Arasaka, a megacorporação que domina a cidade.</p><p>Depois de um lançamento atribulado em 2020, o jogo deu uma volta impressionante e já vendeu mais de 40 milhões de cópias em todo o mundo, enquanto a expansão Phantom Liberty soma 15 milhões. Esta não será, aliás, a primeira adaptação do universo: em 2022, a série de animação Cyberpunk: Edgerunners, da Netflix, foi um sucesso e ajudou a relançar o interesse pelo jogo.</p><p>A Paramount tem apostado forte nos videojogos. O estúdio é coprodutor, com a Legendary, do filme de Street Fighter, que estreia a 16 de outubro, e está também a desenvolver um filme de Call of Duty, realizado por Peter Berg, que coescreve o argumento com Taylor Sheridan.</p>
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                                        ]]></description>
                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
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                <pubDate>Thu, 08 Oct 2026 21:16:17 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>Da música latina ao metal: estas são as primeiras rádios de GTA 6</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/da-musica-latina-ao-metal-estas-sao-as-primeiras-radios-de-gta-6</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>As estações de rádio sempre foram uma das imagens de marca de Grand Theft Auto, e a Rockstar promete que GTA 6 vai ter a maior e mais variada seleção de sempre. A editora revelou hoje, no Rockstar Newswire, as primeiras seis estações que vão estar a tocar em Leonida, de música latina a metal, passando por country e hip-hop.</p><p>A grande novidade, no entanto, vai além da rádio. Pela primeira vez na série, GTA 6 vai incluir podcasts que Jason e Lucia podem ouvir quando quiserem. E tanto a rádio como os podcasts deixam de estar limitados aos veículos: as personagens vão poder ouvi-los também a pé, através de auscultadores e auriculares ligados aos seus smartphones.</p><p>Estas são as seis estações reveladas até agora:</p><ul><li><p><strong>Cocoteo FM</strong>: a casa da música latina moderna em Leonida, com bachata, merengue, dembow e reggaeton, apresentada por El Martillo e La Gata.</p></li><li><p><strong>Back Country Radio:</strong> country rebelde com MW e Delta Dawne, e um repórter que entra em direto a partir de um hidroavião nos pântanos.</p></li><li><p><strong>AfroBank FM</strong>: música africana, dos clássicos do século XX a géneros atuais como o amapiano, com Burna e Palmsy.</p></li><li><p><strong>The Chamber 106.6</strong>: metal clássico dos anos 80 em diante, com DJ Kerry e DJ Tom.</p></li><li><p><strong>Flash FM:</strong> a instituição de Vice City regressa dedicada à música pop, desta vez com Robyn e Alex.</p></li><li><p><strong>Dirty South Classics</strong>: clássicos do rap e hip-hop do sul dos Estados Unidos, apresentados por Trick e Trina.</p></li></ul><p>Já é possível ouvir excertos destas seis estações na secção de <a href="https://www.rockstargames.com/VI/music" data-as-button="false">música do site oficial de GTA 6</a>, e a Rockstar promete mais novidades em breve, incluindo detalhes sobre a banda sonora dinâmica do jogo. </p><p>GTA 6 chega à PS5 e à Xbox Series X|S a 19 de novembro.</p>
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                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
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                <pubDate>Thu, 08 Oct 2026 15:42:19 +0100</pubDate>
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                            </item>
                    <item>
                <title>Jason nu e Lucia de tanga: a nova fuga de GTA 6 está a dar que falar</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/jason-nu-e-lucia-de-tanga-a-nova-fuga-de-gta-6-esta-a-dar-que-falar</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>As fugas de informação de GTA 6 continuam a não dar descanso à Rockstar.</p><p>O Cyberleek, o grupo anónimo que tem vindo a divulgar imagens e vídeos do jogo nas últimas semanas, voltou à ação com uma nova fuga de informação que mostra várias novidades, entre elas corridas de veículos em pistas de terra batida e, de forma bem mais surpreendente, a possibilidade de andar completamente nu com Jason.</p><p>No caso de Lucia, a segunda protagonista, as imagens mostram-na apenas de tanga, pelo que não é claro se a nudez total será possível com ambas as personagens, nem se esta opção vai chegar à versão final do jogo. Recorde-se que estas imagens são de uma versão ainda em desenvolvimento, e a Rockstar pode alterar ou remover conteúdos até ao lançamento.</p><p>A nudez, aliás, não é uma novidade absoluta nestas fugas. Num vídeo divulgado anteriormente, Jason explorava uma colónia de nudistas cheia de NPC a beber, dançar e conviver, e acabava atacado por uma mulher depois de ser apanhado a observá-la com binóculos. Na altura, porém, era o protagonista que estava vestido.</p><p>GTA 6 chega à PS5 e à Xbox Series X|S a 19 de novembro.</p>
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                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
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                <pubDate>Thu, 08 Oct 2026 15:20:56 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>Afinal, Forza Horizon 6 só chega à PS5 em 2027 (rumor)</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/afinal-forza-horizon-6-so-chega-a-ps5-em-2027-rumor</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>Forza Horizon 6 já tem alegadamente data de lançamento na PS5, mas vai chegar mais tarde do que a Xbox tinha prometido.  Segundo o site francês <a href="https://www.dealabs.com/magazine/forza-horizon-6-sur-ps5-on-vous-devoile-la-date-de-sortie-exacte-61746" data-as-button="false">Dealabs</a>, a versão PlayStation chega a 26 de janeiro de 2027, ao mesmo preço que nas consolas Xbox.</p><p>De acordo com a publicação, o jogo vai custar 69,99€ na Europa e terá também uma edição física, em disco, lançada no mesmo dia da versão digital. O anúncio oficial deverá acontecer ainda esta semana, com a abertura das pré-reservas logo a seguir.</p><p>Forza Horizon 6 foi lançado na Xbox Series X|S e no PC em maio de 2026, com a versão PS5 prometida para &quot;mais tarde este ano&quot;, mas sem data concreta. </p><p>No final de agosto, Tom Warren, jornalista do The Verge, escreveu no X que não esperava ver o jogo na PS5 em 2026. A 7 de setembro, a Playground Games voltou a garantir que o lançamento continuava previsto para este ano, mas Warren manteve a posição.</p><p>A chegada de Forza Horizon 6 à PS5 acontece também num contexto diferente do de Forza Horizon 5, que teve bastante sucesso na consola da Sony. Desde que Asha Sharma assumiu a liderança da Xbox, a marca tem voltado a apostar nos exclusivos, tendo confirmado que Gears of War: E-Day e Clockwork Revolution vão continuar exclusivos das consolas Xbox, embora disponíveis no PC. </p><p>Forza Horizon 6, no entanto, mantém-se nos planos para a PlayStation.</p>
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                                        ]]></description>
                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/afinal-forza-horizon-6-so-chega-a-ps5-em-2027-rumor</guid>
                <pubDate>Thu, 08 Oct 2026 21:25:09 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>A PS5 Pro está esgotada e uma usada já custa quase 1400 dólares na GameStop</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/a-ps5-pro-esta-esgotada-e-uma-usada-ja-custa-quase-1400-dolares-na-gamestop</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>Comprar uma PS5 Pro usada já é mais caro do que comprar uma nova.</p><p>Nos Estados Unidos, a <a href="https://www.gamestop.com/consoles-hardware/playstation-5/consoles/products/sony-playstation-5-pro-console/416577.html" data-as-button="false">GameStop</a> está a vender unidades usadas da consola por quase 1400 dólares, um valor muito acima do preço oficial, mas que reflete a escassez de stock que se vive neste momento.</p><p>Desde o aumento de preços da Sony em abril, a PS5 Pro custa 899,99 dólares nos EUA, depois de uma subida de 100 dólares. O problema é que, neste momento, é quase impossível encontrá-la a esse preço. A consola esgotou em várias lojas norte-americanas, como a Best Buy, a Target, a Walmart e a própria PlayStation Direct.</p><p>A explicação está em GTA 6, mas também na escassez no mercado de componentes. O stock da consola já estava baixo, mas depois da Rockstar Games ter revelado o GTA VI Extended Look, vários jogadores decidiram que queriam a PlayStation mais potente para jogara 19 de novembro.</p><p>Com as lojas sem stock, os revendedores estão a aproveitar. No eBay, quase todos os anúncios da PS5 Pro variam entre 1200 e 1500 dólares, e na Amazon há unidades novas a chegar aos 1400 dólares, com as usadas um pouco abaixo, nos 1150 dólares. É neste contexto que a GameStop decidiu acompanhar o mercado e subir o preço das consolas usadas.</p><p>O fenómeno não se limita aos Estados Unidos. Em Portugal, a consola também está esgotada nas principais lojas, o que deixa quem a quer comprar antes de GTA 6 numa posição complicada.</p><p>O conselho, para já, é não ceder à pressão. Pagar centenas de euros a mais por uma consola com dois anos não compensa, sobretudo quando GTA 6 também vai estar disponível na PS5 normal. </p><p>O melhor é estar atento às reposições de stock nas lojas oficiais, que deverão acontecer até ao lançamento do jogo.</p>
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                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
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                <pubDate>Wed, 07 Oct 2026 10:23:57 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>GTA 6 no Xbox Cloud Gaming? Microsoft nega exclusivo e streaming para PC</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/gta-6-no-xbox-cloud-gaming-microsoft-nega-exclusivo-e-streaming-para-pc</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>Faltam poucas semanas para o lançamento de GTA 6 e a Microsoft parece estar a preparar algo à volta do jogo, só que talvez não seja aquilo que se pensava. Segundo uma reportagem de Tom Warren, do <a href="https://www.theverge.com/report/1005859/microsoft-xbox-gta-6-streaming-rights" data-as-button="false">The Verge</a>, a Microsoft teria garantido os direitos exclusivos de streaming de GTA 6 no lançamento, o que faria do Xbox Cloud Gaming o único serviço autorizado a transmitir o jogo quando chegasse às lojas. </p><p>De acordo com a mesma reportagem, a CEO da Xbox, Asha Sharma, terá dito aos funcionários numa reunião interna que a Microsoft estava a preparar algo à volta de GTA 6 que nenhuma outra fabricante de consolas está a fazer, e as fontes do The Verge garantiam que isso se referia ao acordo de streaming exclusivo. Na prática, isto abriria a porta a jogar GTA 6 no PC, no telemóvel ou num tablet sem consola, algo que os jogadores de PC esperam há muito, tendo em conta que a Rockstar ainda não anunciou uma versão para PC. </p><p>Só que a história deu uma reviravolta pouco depois. Matthew Ball, diretor de estratégia da Xbox, publicou uma declaração no X a garantir que a reportagem não está correta e que a Xbox não tem direitos exclusivos de streaming de GTA 6, acrescentando que o jogo chega à Xbox a 19 de novembro, mas que não terá streaming exclusivo nem para PC. </p><div>
    <blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">While the excitement for GTAVI and XBOX is great to see, it has also led to some misreporting. We are looking forward to launching GTAVI on XBOX November 19, though the game will not be streaming exclusively or to PC.</p>&mdash; Matthew Ball (@ballmatthew) <a href="https://x.com/ballmatthew/status/2107667069797802443?ref_src=twsrc%5Etfw">October 7, 2026</a></blockquote>


</div>
<p>Curiosamente, o desmentido pode não ser total. Na forma como negou a notícia, a Microsoft parece ter confirmado que existe de facto um acordo de streaming com a Rockstar para GTA 6, embora não seja exclusivo nem permita jogar no PC. Fica, por isso, a dúvida sobre o que a Xbox está realmente a preparar e em que dispositivos será possível fazer streaming do jogo. </p>
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                                        ]]></description>
                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/gta-6-no-xbox-cloud-gaming-microsoft-nega-exclusivo-e-streaming-para-pc</guid>
                <pubDate>Wed, 07 Oct 2026 09:50:12 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>Gears of War: E-Day (análise) | A fórmula de sempre, no seu melhor</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/gears-of-war-e-day-analise</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>Como descrever este novo jogo de forma simples? Gears of War: E-Day é uma prequela fortíssima, com uma campanha intensa e emotiva e um pacote completo de modos, nos moldes a que a saga nos habituou. Não reinventa a fórmula, mas recorda-nos porque é que ela funciona e porque é que, passados tantos anos, Gears of War continua a merecer a coroa dos jogos de tiros na terceira pessoa com mecânicas de cobertura.</p><p>Passaram sete anos desde Gears 5, e durante esse tempo a própria Xbox passou por mudanças radicais. Os exclusivos deixaram de ser exclusivos, a estratégia passou a ser multiplataforma e houve muitas aquisições (e também encerramentos de estúdios). Entretanto, tudo voltou a mudar. Gears of War: E-Day, que inicialmente teria uma versão para a PlayStation 5, passou novamente a ser um exclusivo, pelo menos nas consolas.</p><p>E tal como a Xbox, que agora parece mais focada em regressar aos valores tradicionais da marca e reconquistar os fãs que se foram perdendo, Gears of War: E-Day aplica a mesma ideia, pelo menos do ponto de vista narrativo. A The Coalition recuou no tempo até ao dia em que os Locust emergiram do subsolo e mudaram Sera para sempre. E é precisamente nesse regresso às origens que E-Day encontra a sua força.</p><p>Para o bem e para o mal, este é um Gears of War clássico. Quem jogou os anteriores, vai sentir-se imediatamente em casa. E mesmo para quem não conhece, é um excelente ponto de partida porque, afinal, narrativamente este jogo representa mesmo o início do confronto entre os humanos e os Locust.</p><hr><ul><li><p>Versão testada: PC</p></li><li><p>Data de lançamento: 6/10/2026</p></li><li><p>Estúdio: The Coalition</p></li><li><p>Código enviado por Xbox</p></li><li><p>Compra na <a href="https://www.instant-gaming.com/en/9572-buy-gears-of-war-e-day-pc-xbox-series-x-s-microsoft-store/?igr=geekinout" data-as-button="false">Instant-Gaming</a> por 49.19 €</p></li></ul><hr><h3>Uma campanha que explica Marcus e Dom</h3><p>A campanha de E-Day é ação do princípio ao fim. A sério, para quem procura um jogo de tiros com uma campanha tradicional, esta é uma das apostas mais seguras do ano. Há poucos momentos de pausa, e mesmo esses servem quase sempre para preparar o próximo confronto. Mas para além dos tiroteios e dos milhares de Locust que vão explodindo pelo caminho, este jogo tem um forte pilar emocional. Gears sempre foi conhecido pela testosterona em excesso de personagens mais largas do que os armários de roupa lá de casa, mas aqui acerta em cheio no lado emocional. As personagens são duras, mas não são feitas de ferro, e isso ajuda a aproximar-nos do elenco. Não apenas de Marcus Fenix e Dom, mas também das restantes personagens de apoio.</p><div data-youtube-video="true" class="responsive"></div><p>E o jogo não vive apenas da ação. Há algumas secções em que, honestamente, quase se transforma num jogo de terror, com zonas escuras e assustadoras, e com a horda de Locust a gritar e a surgir de surpresa de várias direções. É uma mudança de ritmo que resulta muito bem, e que recorda algo que a série foi esquecendo com o tempo: os Locust são, acima de tudo, criaturas aterradoras.</p><p>Terminei a campanha em cerca de 13 horas, na dificuldade normal. E, ao contrário de muitos jogos lineares, fiquei com vontade imediata de repetir numa dificuldade mais elevada. Os imensos colecionáveis espalhados pelos níveis também dão uma boa razão para revisitar cada capítulo. Dito isto, os modos Multiplayer e Horde podem multiplicar a longevidade em várias horas se estiver disposto a explorá-los</p><h3>Sabe a Gears, mas com alguns twists</h3><p>A jogabilidade continua Gears até ao tutano. Os controlos estão bem afinados, cada movimento tem aquela sensação de peso tão característica, e o sistema de abrigos continua a ser dos melhores do género. A variedade de armas é enorme, e todas elas transmitem sensações diferentes. Cada uma tem o seu momento certo, e parte da diversão está em perceber qual usar em cada situação.</p><p>A novidade mais evidente são as secções em mundo aberto, com objetivos secundários. À partida, podia parecer uma concessão às tendências do mercado, mas aqui fazem sentido. Ajudam a reforçar a sensação de que Kalona é uma cidade em guerra aberta, onde o perigo não está apenas no caminho principal.</p><p>É verdade que, por vezes, vais passar pelos mesmos sítios em momentos diferentes da campanha. Mas não considero isto um ponto negativo. A cidade vai ficando cada vez mais destruída, o que ajuda a reforçar a passagem do tempo e os danos provocados pelos Locust.</p><p>A outra novidade é a personalização. As armas podem ser equipadas com imensos perks, e o mesmo acontece com a armadura e com a habilidade especial. Isto permite moldar o estilo de jogo e dá à progressão uma profundidade que a série nunca tinha tido.</p><p>Ainda assim, é aqui que está a minha única crítica. E-Day não reinventa a fórmula de Gears of War. Os twists funcionam e são bem-vindos, mas a estrutura base é a que já conhecemos há quase 20 anos. Para muitos fãs, isso vai ser exatamente o que querem. Para quem esperava uma revolução, pode saber a pouco.</p><div data-youtube-video="true" class="responsive"></div><h3>Um pacote completo, como antigamente</h3><p>Numa altura em que muitos jogos apostam apenas na campanha ou apenas no multijogador, E-Day oferece tudo. Além da campanha, regressam o modo Horde e o Multiplayer, o que faz dele uma proposta muito forte para quem procura um jogo para muitos meses.</p><p>O multiplayer, goste-se ou não, continua a girar à volta da caçadeira (gnasher), pelo menos das partidas que fiz. Existem outras armas, mas o potencial desta arma para fazer one-shot, combinada com a jogabilidade de correr e avançar e cobertura em cobertura, tornam a caçadeira numa das armas mais eficazes.</p><p>Já o modo Horde, está presente numa variante chamada Horde Siege, com uma escala mais épica. Continua um modo PVE, mas agora com 12 jogadores em modo cooperativo, sepearados em três esquadrões, com vários objetivos opcionais e um principal para completar.</p><p>A campanha também pode ser jogada em cooperativo de forma mais fácil do que nunca, já que é possível juntarmo-nos a outros jogadores através de lobbies abertos. Para quem não tem sempre um amigo disponível para fazer de Dom, é uma funcionalidade que faz a diferença.</p><h3>Visualmente, um dos jogos mais impressionantes da geração</h3><p>Joguei no PC, e a qualidade visual de E-Day impressiona. Os cenários são destrutíveis, a iluminação é realista, as caras das personagens são praticamente fotorrealistas e a quantidade de detalhe em qualquer cena é absurda. Há momentos em que dá vontade de parar só para olhar à volta, mesmo com os Locust a aproximarem-se.</p><p><span><strong>Prós</strong></span></p><ul><li><p>Campanha intensa, com ação do princípio ao fim</p></li><li><p>Jogabilidade afinada, com sensação de peso e grande variedade de armas</p></li><li><p>Secções em mundo aberto que reforçam a sensação de guerra em Kalona</p></li><li><p>Personalização de armas, armadura e habilidade especial</p></li><li><p>Pacote completo com Horde, Multiplayer e campanha cooperativa com lobbies abertos</p></li><li><p>Muitos colecionáveis e bom valor de repetição</p></li><li><p>Qualidade visual impressionante</p></li></ul><p><span><strong>Contras</strong></span></p><ul><li><p>Não reinventa a fórmula de Gears of War</p><p></p></li></ul>
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                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
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                <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 17:40:42 +0100</pubDate>
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                <title>Cupões Zumub | outubro 2026</title>
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                <description><![CDATA[
                    <p>A Zumub é uma das lojas online de suplementos e nutrição desportiva mais conhecidas em Portugal e na Europa. Se procuras whey protein, creatina, multivitamínicos, pré-treino ou outros produtos para maximizar os teus treinos, esta é uma das opções mais completas do mercado. Além da variedade, a loja destaca-se pela entrega rápida, qualidade garantida e preços competitivos.</p><p>Neste guia reunimos todos os códigos de desconto Zumub ativos em outubro de 2025, para que possas poupar nas tuas próximas encomendas. Muitos dos suplementos recomendados pela nossa equipa também estão incluídos nestas promoções.</p><h3><a href="https://zumub.boost.propelbon.com/ts/i5544651/tsc?amc=con.propelbon.539375.559610.14498638&amp;rmd=3&amp;trg=https%3A%2F%2Fwww.zumub.com%2F" data-as-button="false">Cupões desconto Zumub</a>:</h3><ul><li><p><strong>JJLOUREIRO | </strong>10% de desconto + brinde no checkout</p></li></ul><p><strong>5 de Outubro</strong></p><ul><li><p>Até 50% OFF Activewear</p></li><li><p>Até 60% OFF Vitaminas &amp; Minerais</p></li><li><p>Até 60% OFF Healthy Food</p></li><li><p>15% cashback em todo o site, com <strong>ALL-15</strong></p></li></ul><p><strong>6 de Outubro</strong></p><ul><li><p>15% OFF Protein, com <strong>PROTEIN-15</strong></p></li><li><p>Até 60% OFF Vitaminas &amp; Minerais</p></li><li><p>Até 60% OFF Healthy Food</p></li></ul><p><strong>7 de Outubro</strong></p><ul><li><p>Até 70% OFF Sports Nutrition</p></li><li><p>Até 70% OFF Weight Loss</p></li><li><p> 10% OFF em todo o site, com <strong>ALL-10</strong></p></li></ul><p><strong>08 de Outubro</strong></p><ul><li><p>Até 80% OFF na Zumub</p></li><li><p>25% OFF Creatina, com <strong>CREATINE-25</strong></p></li></ul><p><strong>9 de Outubro</strong></p><ul><li><p>50% CASHBACK, com <strong>ZUMUB-50</strong></p></li><li><p>Até 80% OFF na Zumub</p></li></ul><p><strong>10 de Outubro</strong></p><ul><li><p>15% OFF Packs, com <strong>PACKS-15</strong></p></li><li><p>Até 80% OFF na Zumub</p></li></ul><p><strong>11 de Outubro</strong></p><ul><li><p>15% OFF Packs, com <strong>PACKS-15</strong></p></li><li><p>Até 80% OFF na Zumub</p></li><li><p>Até 50% OFF Activewear</p></li></ul><p>Dica de poupança: Na Zumub podes acumular cupões. Primeiro aplicas um cupão de checkout e, depois, adicionas um código de influenciador como o <strong>JJLOUREIRO</strong> para aumentar ainda mais o desconto.</p><ol start="1"><li><p>No checkout, clicar onde diz &quot;Tens um cupão? Clique&quot;</p></li><li><p>Podes inserir um cupão de desconto e um cupão de influenciador; <strong>usa JJLOUREIRO para ainda mais desconto!</strong></p></li></ol><p><span class="article-figure"><img class="" src="https://geekinout.pt//storage/images/4b07ff8f-e15a-4beb-953f-cfda77bb8dfd.png"><span class="article-figure-caption">Onde inserir cupão Zumub</span></span></p><h2>Como usar um cupão de desconto na Zumub</h2><ol start="1"><li><p>No checkout, clica em <strong>“Tens um cupão?”</strong></p></li><li><p>Introduz o código e confirma.</p></li><li><p>O desconto será aplicado imediatamente antes do pagamento.</p></li></ol><p>Simples, rápido e válido em todos os dispositivos.</p><h3>Quais são os melhores suplementos Zumub para ganhar massa muscular?</h3><p>Se não sabes por onde começar, deixamos algumas recomendações de suplementos que estão com desconto e que são essenciais para quem quer <strong>ganhar massa muscular</strong> ou melhorar a recuperação:</p><ul><li><p><a href="https://www.zumub.com/PT/whey-isolada/100-whey-isolate-1kg-p-9125" data-as-button="false">100% Whey Isolate</a> 1KG - €34.98 (antes <s>€54.99</s>)</p></li><li><p><a href="https://www.zumub.com/PT/creatina-creatina-monohidrato-c-213_165_74/creatina-1kg#7141" data-as-button="false">Creatina Monohidratada</a> 500g - €19.97 (antes <s>€39,99</s>)</p></li><li><p><a href="https://www.zumub.com/PT/vitaminas-e-minerais-multivitaminico-c-90_172_100/zumub-multivitaminico-mineral-100-capsulas" data-as-button="false">Multivitaminas + Minerais</a> - €9,99</p></li><li><p><a href="https://www.zumub.com/PT/pre-treino/optimum-nutrition-gold-standard-pre-treino-advanced-420-gramas" data-as-button="false">Gold Standard Pré-Treino Avançado</a> - €34.99</p></li><li><p><a href="https://www.zumub.com/PT/-c-411/marine-collagen-60-capsulas" data-as-button="false">Colagénio Marinho</a> - €8.99</p></li></ul><h2>Porque vale a pena comprar suplementos na Zumub?</h2><ul><li><p>Variedade: centenas de marcas internacionais e produtos exclusivos</p></li><li><p>Poupança: promoções semanais e programa de cashback</p></li><li><p>Rapidez: entregas em Portugal geralmente em 24/48h</p></li><li><p>Confiança: loja de referência há vários anos no setor da nutrição desportiva</p></li></ul><p>Se estás à procura de <strong>suplementos baratos em Portugal</strong>, a Zumub continua a ser a melhor opção. Em outubro de 2025, os <strong>cupões de desconto ativos</strong> permitem poupar até 50% em suplementos de topo como whey protein, creatina e vitaminas.</p><p>Guarda este artigo, porque será atualizado todos os meses com os <strong>novos cupões da Zumub</strong>.</p>
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                                        ]]></description>
                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
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                <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 13:05:28 +0100</pubDate>
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                <title>Nintendo Switch 2 com bateria amovível já chegou a Portugal</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/nintendo-switch-2-com-bateria-amovivel-ja-chegou-a-portugal</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>A nova versão da Nintendo Switch 2 com bateria amovível já chegou às lojas portuguesas. Para já, encontramo-la à venda na <a href="https://tidd.ly/471mx7G" data-as-button="false">Worten por 469,99€</a>, e por fora é praticamente impossível distingui-la do modelo original.</p><p>A grande diferença está no interior. No modelo original, trocar a bateria obrigava a desmontar praticamente a consola, incluindo a remoção de uma blindagem metálica. Na nova versão, os parafusos passam a ser Phillips normais, já não estão escondidos debaixo de autocolantes, e a bateria fica acessível assim que se retira a tampa traseira.</p><p>A bateria em si é ligeiramente mais pequena: 5.172 mAh, contra os 5.220 mAh do modelo original, uma diferença de cerca de 1% que não deverá ter impacto percetível na autonomia. </p><p>A consola fica também 10 gramas mais pesada, passando a pesar 401 gramas. Fora isso, a Nintendo garante que não há qualquer diferença de funcionalidades entre as duas versões. A empresa vai ainda vender kits de bateria de substituição através da Nintendo Store europeia.</p><p>Para quem quer ter a certeza de que está a comprar a versão nova, a Nintendo explica que estes modelos têm números de modelo diferentes e um código adicional &quot;OSM&quot; na caixa.</p><h3>Esta mudança não acontece por acaso</h3><p>A partir de 18 de fevereiro de 2027, o Regulamento Europeu das Baterias obriga a que vários produtos vendidos na União Europeia, incluindo consolas portáteis, tenham baterias que possam ser facilmente substituídas pelos próprios utilizadores. </p><p>É por isso que a Nintendo está a renovar o seu hardware na Europa de forma gradual, um processo que inclui também os Joy-Con 2 e o Pro Controller. No caso deste último, a mudança tem um custo maior: a bateria passa de 1.070 mAh para 897 mAh, uma quebra de 16%. A mesma regra explica também o fim da produção da Switch original, da Switch Lite e da Switch OLED para a Europa em fevereiro de 2027.</p><p>Se estás a pensar comprar uma Switch 2, esta é a versão a escolher, já que a bateria é sempre a primeira peça a desgastar-se numa consola portátil. </p>
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                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
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                <pubDate>Mon, 05 Oct 2026 13:07:33 +0100</pubDate>
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                <title>NACON Revolution 5 Unlimited quer roubar o lugar ao DualSense Edge e tem argumentos para isso</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/nacon-revolution-5-unlimited-quer-roubar-o-lugar-ao-dualsense-edge-e-tem-argumentos-para-isso</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>A Nacon apresentou hoje um novo comando topo de gama para a PS5, e desta vez, tem uma novidade que nenhum outro comando licenciado pela PlayStation tinha até agora: um ecrã integrado.</p><p>O nome do comando é  Revolution 5 Unlimited (R5U abreviando) e, comparativamente ao Dualsense Edge, o comando oficial da PlayStation para jogadores hardcore, tem vários argumentos que o colocam em vantagem.</p><p>Através do ecrã integrado, em vez de teres que sair do jogo ou abrir uma app para mudar definições, ajustas tudo diretamente no comando: a mistura de áudio, a sensibilidade dos analógicos, os atalhos e as definições do próprio comando.</p><p><span class="article-figure"><img class="" src="https://geekinout.pt//storage/images/6dc6b03e-d7be-47eb-b94e-567742895ad9.jpg" alt="Nacon Revolution 5 Unlimited vs Dualsense Edge" width="1920" height="1334"><span class="article-figure-caption">Crédito da imagem: Nacon</span></span></p><p>Mas a maior vantagem é mesmo a tecnologia magnética TMR nos analógicos. Na prática, promete mais fiabilidade a longo prazo, mais precisão e menos problemas, o que é uma boa notícia para quem já sofreu com o famoso &quot;drift&quot; (problema em que o analógico regista movimento estando parado).</p><p>O comando mantém o layout assimétrico, típico da série Revolution, e aposta em botões de ação com micro-switches, bloqueadores de gatilho com modo de clique instantâneo e vários botões de atalho personalizáveis. Há ainda um Shooter Pro Mode, que elimina por completo as zonas mortas dos sticks para uma resposta mais imediata.</p><p>A embalagem não traz apenas o comando. Para além da bolsa de transporte, a NACON inclui uma base de carregamento oficial. Isto normalmente é um extra nos outros comandos. Aqui vem de base, o que mostra a vontade da marca em conquistar os jogadores e oferecer um negócio apelativo.</p><p>O R5U funciona na PS5, no PC e em Smart TVs Android, conta com uma app para iOS e Android para afinar as definições mais avançadas, e tem um modo PC com latência de apenas 1 ms, onde é possível configurar atalhos e controlos por giroscópio.</p><p><span class="article-figure"><img class="" src="https://geekinout.pt//storage/images/a59c17c0-0627-482c-ba13-3facf9ab80ab.jpg" width="1920" height="1279"><span class="article-figure-caption">Crédito da imagem: Nacon</span></span></p><p>Segundo Yannick Allaert, diretor da divisão de acessórios da NACON, o objetivo é dar aos jogadores competitivos e mais exigentes uma ferramenta de ponta, juntando o ecrã integrado e a tecnologia TMR num comando assimétrico com licença oficial da PlayStation.</p><p>A pergunta inevitável é se vale a pena face ao DualSense Edge, o comando &quot;pro&quot; da própria Sony. Nesta tabela comparativa, podes tirar as tuas próprias conclusões:</p><table><tbody><tr><th rowspan="1" colspan="1"><p></p></th><th rowspan="1" colspan="1"><p>NACON Revolution 5 Unlimited</p></th><th rowspan="1" colspan="1"><p>DualSense Edge</p></th></tr><tr><td rowspan="1" colspan="1"><p>Preço</p></td><td rowspan="1" colspan="1"><p>199,99€</p></td><td rowspan="1" colspan="1"><p>239,99€ (PVPR de lançamento)</p></td></tr><tr><td rowspan="1" colspan="1"><p>Layout</p></td><td rowspan="1" colspan="1"><p>Assimétrico (estilo Xbox)</p></td><td rowspan="1" colspan="1"><p>Simétrico (estilo PlayStation)</p></td></tr><tr><td rowspan="1" colspan="1"><p>Ecrã integrado</p></td><td rowspan="1" colspan="1"><p>Sim</p></td><td rowspan="1" colspan="1"><p>Não</p></td></tr><tr><td rowspan="1" colspan="1"><p>Sticks</p></td><td rowspan="1" colspan="1"><p>Magnéticos TMR</p></td><td rowspan="1" colspan="1"><p>Potenciómetros, com módulos substituíveis</p></td></tr><tr><td rowspan="1" colspan="1"><p>Botões de ação</p></td><td rowspan="1" colspan="1"><p>Micro-switches</p></td><td rowspan="1" colspan="1"><p>Membrana</p></td></tr><tr><td rowspan="1" colspan="1"><p>Bloqueadores de gatilho</p></td><td rowspan="1" colspan="1"><p>Sim, com clique instantâneo</p></td><td rowspan="1" colspan="1"><p>Sim, com três posições</p></td></tr><tr><td rowspan="1" colspan="1"><p>Botões extra</p></td><td rowspan="1" colspan="1"><p>Vários atalhos personalizáveis</p></td><td rowspan="1" colspan="1"><p>2 botões traseiros substituíveis</p></td></tr><tr><td rowspan="1" colspan="1"><p>Feedback háptico e gatilhos adaptativos</p></td><td rowspan="1" colspan="1"><p>Não</p></td><td rowspan="1" colspan="1"><p>Sim</p></td></tr><tr><td rowspan="1" colspan="1"><p>Base de carregamento</p></td><td rowspan="1" colspan="1"><p>Incluída</p></td><td rowspan="1" colspan="1"><p>Vendida à parte</p></td></tr><tr><td rowspan="1" colspan="1"><p>Estojo de transporte</p></td><td rowspan="1" colspan="1"><p>Incluído</p></td><td rowspan="1" colspan="1"><p>Incluído</p></td></tr><tr><td rowspan="1" colspan="1"><p>Compatibilidade</p></td><td rowspan="1" colspan="1"><p>PS5, PC e Smart TVs Android</p></td><td rowspan="1" colspan="1"><p>PS5, PC e dispositivos móveis</p></td></tr></tbody></table><p>O R5U tem um preço menor, com argumentos fortes no hardware, sobretudo pela questão dos analógicos TMR (algo que o Dualsense Edge não tem), um ecrã integrado e também a base de carregamento. O Dualsense Edge tem apenas vantagem no feedback háptico e gatilhos adaptativos.</p><div>
    <blockquote class="tiktok-embed" cite="https://www.tiktok.com/@geekinout.pt/video/7692101531658734880" data-video-id="7692101531658734880" > <section> <a target="_blank" title="@geekinout.pt" href="https://www.tiktok.com/@geekinout.pt?refer=embed">@geekinout.pt</a> A @Nacon acabou de apresentar o Revolution 5 Unlimited, um comando &#34;pro&#34; com ecrã no próprio comando, analógicos com tecnologia TMR e base de carregamento incluída. Parece que o Dualsense Edge está em apuros, até porque o R5U custa 199,99€ (menos 40 euros do que o comando oficial da PlayStation). <a title="playstation" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/playstation?refer=embed">#playstation</a> <a title="dualsenseedge" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/dualsenseedge?refer=embed">#dualsenseedge</a> <a title="naconrevolution" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/naconrevolution?refer=embed">#naconrevolution</a> <a title="ps5controller" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/ps5controller?refer=embed">#ps5controller</a> <a title="videojogos" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/videojogos?refer=embed">#videojogos</a> <a target="_blank" title="♬ เสียงต้นฉบับ  - SAN577 🎧🇱🇦🎶" href="https://www.tiktok.com/music/เสียงต้นฉบับ-SAN577-🎧🇱🇦🎶-7533938635876338448?refer=embed">♬ เสียงต้นฉบับ  - SAN577 🎧🇱🇦🎶</a> </section> </blockquote> 
</div>
<p></p>
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                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/nacon-revolution-5-unlimited-quer-roubar-o-lugar-ao-dualsense-edge-e-tem-argumentos-para-isso</guid>
                <pubDate>Fri, 02 Oct 2026 17:07:39 +0100</pubDate>
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                <title>Os jogos da PS5 vão ter mais definição graças à IA e é de graça</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/os-jogos-da-ps5-vao-ter-mais-definicao-gracas-a-ia-e-e-de-graca</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>Já não é preciso comprar uma PS5 Pro para ter jogos com melhor imagem graças à IA. </p><p>A Sony anunciou hoje, através do PlayStation Blog, o Quick Spectral Super Resolution, ou QSSR, uma tecnologia de upscaling com IA para a PS5 normal que chega aos jogos através de atualizações gratuitas.</p><p>Até agora, este tipo de melhoria era exclusivo da PS5 Pro, através do PSSR, que analisa a imagem pixel a pixel e usa IA para aumentar a resolução com mais detalhe e estabilidade do que os métodos tradicionais. O problema é que exigia demasiado da PS5. O QSSR contorna essa limitação com uma rede neural mais simplificada e uma implementação afinada à mão para tirar o máximo partido da consola.</p><p>A tecnologia nasce do Project Amethyst, a parceria entre a Sony e a AMD na área dos gráficos com IA. A Sony é clara ao dizer que o PSSR continua a ser a referência na PS5 Pro, mas garante que o QSSR traz melhorias notórias no detalhe e na estabilidade da imagem para quem joga na PS5.</p><p>Os primeiros jogos a tirar partido do QSSR são Marvel&#039;s Wolverine e Ghost of Yōtei, que recebem hoje atualizações com uma nova opção gráfica. Mike Fitzgerald, responsável de tecnologia da Insomniac Games, explica que o QSSR acrescenta mais nitidez e estabilidade aos cenários de Wolverine, das ruas de Madripoor aos becos de Shinjuku, e descreve-o como um bom aperitivo da experiência PS5 Pro para quem joga na PS5. </p><p>Já Jasmin Patry, da Sucker Punch, destaca a forma como o QSSR resolve os pequenos detalhes de personagens e cenários de Ghost of Yōtei, com uma estabilidade de imagem que até aqui não era possível na PS5.</p><p>Para já, são apenas dois jogos, mas ambos os estúdios esperam que mais títulos venham a adotar o QSSR, o que pode significar que muitos jogos da PS5 vão ficar com melhor aspeto sem que os jogadores tenham de pagar mais por isso.</p><p>Podes ver em baixo dois vídeos de comparação com ambos os jogos.</p><div data-youtube-video="true" class="responsive"></div><div data-youtube-video="true" class="responsive"></div>
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                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
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                <pubDate>Thu, 01 Oct 2026 18:55:15 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>Rumor: Uncharted vai voltar, Naughty Dog trabalha em novo jogo com Nathan Drake</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/rumor-uncharted-5-nathan-drake</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>Os fãs da PlayStation estão com saudades da saga Uncharted, até porque já lá vão alguns anos desde um novo jogo. Para quem já não se lembra, fez este ano 10 anos desde o lançamento do último jogo: Uncharted 4: A Thief&#039;s End (lançado em Maio de 2016).</p><p>De acordo com um novo rumor, <a href="https://mp1st.com/news/new-uncharted-game-development-naughty-dog-headed-lost-legacy-director" data-as-button="false">lançado pelo MP1ST</a>, a Naughty Dog está a trabalhar num novo jogo, e Nathan Drake, que o protagonista da saga, pode voltar tanto como protagonista ou como personagem secundária. Por enquanto, ainda não há certezas quanto ao papel do famoso caçador de tesouros.</p><p>Importa sublinhar que se trata de um jogo completamente novo, e não de um remake, afastando assim a ideia de uma nova versão do primeiro Uncharted, algo que a Naughty Dog terá ponderado em anos anteriores.</p><p>Como Uncharted 4 termina com um Nathan Drake mais velho e já pai, seria natural pensar que a filha poderia herdar o papel principal. O MP1st não consegue confirmar essa possibilidade, mas garante que Nathan Drake vai estar presente de alguma forma. </p><p>Ainda segundo a publicação, este será o próximo jogo da Naughty Dog depois de Intergalactic: The Heretic Prophet. Ou seja, parece que os <a href="https://geekinout.pt/artigos/the-last-of-us-3-a-caminho-neil-druckmann-confirma-duas-novas-historias-no-universo" data-as-button="false">novos projectos de The Last of Us</a> são neste momento a última prioridade do estúdio.</p>
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                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
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                <pubDate>Thu, 01 Oct 2026 09:40:54 +0100</pubDate>
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                <title>Panthalassa (análise) | Alma portuguesa no fundo do oceano</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/panthalassa-analise</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>Não estava à espera de gostar tanto deste jogo português, desenvolvido pelo estúdio Meia Calça.</p><p>Panthalassa mergulha-nos num mundo subaquático na pele de Magalhães (que o jogo rapidamente abrevia para Mag), um submarino de exploração autónoma que sofre uma avaria catastrófica e desperta de novo, renascido num corpo altamente avançado, num mundo que já não reconhece. A partir daqui, cabe-nos a nós descobrir este novo mundo e desvendar os segredos de uma sociedade mecânica que o rodeia.</p><hr><p><strong>Sobre Panthalassa:</strong></p><ul><li><p><a href="https://store.steampowered.com/app/2955720/Panthalassa/" data-as-button="false">Disponível no Steam</a> </p></li><li><p>Estúdio: Meia Calça</p></li><li><p>Género: Point and Click</p></li><li><p>Preço: 13,99€</p></li></ul><hr><h3>Um mundo entre o físico e o digital </h3><p>O jogo mexe com temas de inteligência artificial e de agência independente dos humanos. Explora também um lado mais existencialista, sobre qual é o propósito de existir. Sem entrar em grandes detalhes para não estragar a descoberta, a ação decorre muito depois dos humanos terem deixado de existir, algo que só percebemos a meio da aventura e que dá um peso extra a tudo o que vamos encontrando pelo caminho. É um ponto de partida ambicioso para um point and click inspirado nos jogos de aventura dos anos 90 e início dos anos 2000, e Panthalassa não tem medo de o assumir.</p><p>A nível visual, Panthalassa aposta em gráficos retro, com uma estética que lembra a era da PS1, mas cheios de estilo e substância. A interface parece confusa ao início, com o jogo a pedir-nos que naveguemos por menus e sistemas que não nos são imediatamente familiares, mas rapidamente nos habituamos a ela. Pelo caminho, vamos descobrindo novas espécies aquáticas e interagindo com personagens excêntricas na procura da verdade sobre este lugar.</p><div data-youtube-video="true" class="responsive"></div><h3>Puzzles que nos fazem coçar a cabeça</h3><p>Os puzzles não são imediatamente óbvios, mas também não chegam a ser terrivelmente difíceis. </p><p>O nível de desafio está bem medido, nem tão simples que resolvemos tudo sem pensar, nem tão obscuro que nos deixa perdidos sem pistas. É preciso prestar mesmo atenção a todos os diálogos e pormenores, as pistas estão lá, mas nem sempre saltam à vista à primeira. Há personagens que, se voltarmos a falar com elas, servem de guias e apontam-nos na direção certa, mas o jogo não tem grande hand holding, por isso vale a pena estar atento.</p><p>Os diálogos são um dos pontos altos da experiência, e grande parte disso deve-se à química entre Mag e Tetra, as personagens principais. Tetra rapidamente assume o papel de companheiro de Mag no início da aventura, e em qualquer momento, podes clicar na interface do jogo para falar com ele. Na maioria das vezes, tenta ser descontraído e engraçado. As conversas entre os dois conseguem ser sérias e estúpidas na mesma medida, o que ajuda a equilibrar o peso temático do resto da aventura.</p><div data-youtube-video="true" class="responsive"></div><h3>Duração e o verdadeiro final </h3><p>Panthalassa é um jogo compacto, com cerca de 4 horas de duração para chegar ao final. Pode parecer pouco, mas convém levar em conta que custa 13,99€ (se estás com dúvidas, há uma demo para experimentar). Ainda assim, vou sublinhar que há um verdadeiro final para quem quiser ir mais longe, e desbloqueá-lo exige mais tempo de jogo do que essas 4 horas iniciais.</p><p>O maior senão da experiência está relacionado com a forma como revemos pistas. Muitas vezes, é preciso voltar fisicamente à biblioteca para estudar e perceber algumas dessas pistas. O jogo até tem fast travel, mas isso não chega a resolver o problema: estas pistas guardadas deviam poder ser consultadas diretamente a partir de um menu, sem sermos obrigados a lá voltar de cada vez. A solução para mim foi tirar fotografias com o smartphone aos documentos e indexes da biblioteca, de forma a poder consultar tudo sem abandonar o puzzle.</p><p><span><strong>Prós: </strong></span></p><ul><li><p>Premissa original e bem construída;</p></li><li><p>Diálogos fortes, com boa química entre Mag e Tetra;</p></li><li><p>Puzzles com um nível de desafio bem calibrado; </p></li><li><p>Estética retro cheia de estilo e substância; </p></li><li><p>Um verdadeiro final para quem quiser ir mais fundo.</p></li></ul><p><span><strong>Contras: </strong></span></p><ul><li><p>Interface inicialmente confusa</p></li><li><p>Consultar pistas obriga a voltar fisicamente à biblioteca</p></li></ul>
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                                        ]]></description>
                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/panthalassa-analise</guid>
                <pubDate>Wed, 30 Sep 2026 16:50:11 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>Game of Thrones ganha o primeiro filme: &quot;Aegon&#039;s Conquest&quot; estreia em 2029</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/game-of-thrones-ganha-o-primeiro-filme-aegons-conquest-estreia-em-2029</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>A saga de Game of Thrones está oficialmente a caminho dos cinemas. A HBO confirmou hoje que &quot;Aegon&#039;s Conquest&quot;, o primeiro filme no universo de Westeros, tem estreia marcada para 6 de junho de 2029.</p><p>A realização fica a cargo de Owen Harris, conhecido pelo trabalho em &quot;A Knight of the Seven Kingdoms&quot;, a partir de um argumento de Beau Willimon, showrunner de &quot;House of Cards&quot; e argumentista em &quot;Andor&quot;. </p><p>O nome do filme já revela o tema da narrativa: vai ser um filme centrado em Aegon I, da dinastia Targaryen, e na sua conquista de Westeros, que decorre séculos antes da série Game of Thrones e House of the Dragon. Aegon I nunca apareceu nos ecrãs até agora, e ainda não há confirmação de quem o vai interpretar.</p><p>A família de Aegon deu origem a personagens como Daenerys Targaryen, interpretada por Emilia Clarke na série original, e já serviu de base a duas spin-offs de sucesso da HBO, &quot;House of the Dragon&quot; e &quot;A Knight of the Seven Kingdoms&quot;. </p><p>Até &quot;Aegon&#039;s Conquest&quot; chegar às salas, os fãs têm pela frente a quarta temporada de &quot;House of the Dragon&quot; e a segunda de &quot;A Knight of the Seven Kingdoms&quot;, ambas já confirmadas pela HBO.</p>
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                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/game-of-thrones-ganha-o-primeiro-filme-aegons-conquest-estreia-em-2029</guid>
                <pubDate>Wed, 30 Sep 2026 15:10:36 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>GTA VI vai ter furacões e mais de 170 espécies de animais</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/gta-vi-vai-ter-furacoes-e-mais-de-170-especies-de-animais</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>A Rockstar continua a revelar pormenores de GTA VI, desta vez através de uma reportagem exclusiva da revista Game Informer.</p><p>Um dos destaques é o novo sistema de vento dinâmico, que inclui brisas costeiras ao anoitecer, correntes de ar ascendentes e oclusão do vento causada pelos próprios edifícios. O vento consegue agitar o cabelo e detritos nos telhados, criar ondulações na água e dobrar a erva dos pântanos. <strong>Leonida vai também ter tempestades tropicais e furacões</strong>, com nuvens carregadas, ventos fortes, chuva torrencial, água a escorrer de telhados e candeeiros, trovões e relâmpagos a iluminar as nuvens.</p><p>A fauna também ganha destaque: <strong>mais de 170 espécies de animais espalhadas pelo mapa,</strong> incluindo fauna nativa de Leonida nunca antes vista num jogo da Rockstar. São mais de 60 espécies de aves e 30 mamíferos terrestres, além de vários peixes e répteis, com nomes já confirmados como manatins, flamingos, pelicanos e jacarés.</p><p>Os NPCs prometem também um nível de detalhe físico sem precedentes, com diferentes alturas, tipos de corpo, musculatura e distribuição de peso, incluindo peito, barriga e glúteos. Há também diferentes tipos de pele, com sardas, sinais e bronzeados, e a Rockstar diz ter investido em estilos de tatuagem culturalmente autênticos, ajustados às diferentes comunidades e regiões de Leonida, além de penteados e cuidados corporais com muito mais estilos étnicos representados.</p><p>Quanto ao mapa, Leonida é oficialmente o maior que a Rockstar já criou, por uma margem considerável, sensivelmente o dobro do tamanho do mapa de GTA V. Segundo o estúdio, é também mais denso, mais detalhado e mais interativo, com atenção especial a telhados, becos e interiores de edifícios, para que o mundo pareça coeso, e não uma soma de zonas desligadas entre si.</p><p>GTA VI vai ser lançado a 19 de novembro para a PS5 e Xbox Series X | S.</p>
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                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/gta-vi-vai-ter-furacoes-e-mais-de-170-especies-de-animais</guid>
                <pubDate>Tue, 29 Sep 2026 18:45:52 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>LEGO revela o set Dragon Ball Shenron &amp; Goku, com preço de €139,99</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/lego-revela-o-set-dragon-ball-shenron-goku-com-preco-de-eur13999</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>A LEGO junta-se pela primeira vez à Toei Animation para trazer Dragon Ball ao seu portefólio, com mais sets da franquia já confirmados para 2027.</p><p>O primeiro conjunto desta parceria chama-se LEGO Icons Dragon Ball: Shenron &amp; Goku (11390), com 1764 peças, e recria o momento em que Shenron se ergue das sete Esferas do Dragão, com Goku sobre a sua Nuvem Mágica no centro da cena. </p><p>A equipa de design estudou frames de animação e poses clássicas da série original para captar a silhueta longa e em loop de Shenron, e a minifigura de Goku pode ser destacada e reposicionada para recriar diferentes momentos. Na base do set, sete peças 2x2 representam as sete Esferas do Dragão.</p><p>Federico Begher, vice-presidente sénior de Produto, Marketing e Desenvolvimento do Grupo LEGO, disse que esta parceria é uma forma de celebrar as personagens e histórias que tornaram Dragon Ball intemporal. Já Masayuki Endo, presidente e CEO da Toei Animation, garantiu que nenhuma coleção de Dragon Ball vai estar completa sem os produtos LEGO da franquia.</p><p>O set chega em acesso antecipado para membros LEGO Insiders a 1 de novembro, e para todos a partir de 4 de novembro, ao preço de 139,99€, nas lojas LEGO e em LEGO.com. Quem for membro Insiders pode ainda trocar 20 pontos de fidelidade por um póster digital exclusivo do set.</p>
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                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/lego-revela-o-set-dragon-ball-shenron-goku-com-preco-de-eur13999</guid>
                <pubDate>Tue, 29 Sep 2026 14:54:44 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>The Last of Us 3 a caminho? Neil Druckmann confirma duas novas histórias no universo</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/the-last-of-us-3-a-caminho-neil-druckmann-confirma-duas-novas-historias-no-universo</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>A Naughty Dog aproveitou o The Last of Us Day para partilhar novidades entusiasmantes sobre o futuro da saga.</p><p>Neil Druckmann, líder do estúdio e director criativo, recorreu ao para responder a uma das perguntas que os fãs mais têm feito nos últimos tempos: há mais histórias a caminho neste universo? Onde está The Last of Us: Parte 3?</p><p>A boa notícia é que há mais histórias a caminho. Druckmann confirma agora que o estúdio tem &quot;um par de projetos muito excitantes&quot; em fases muito iniciais de desenvolvimento. Por agora não há praticamente nenhum detalhe, mas Druckmann garante que ambos vão expandir o cânone da saga para além da Parte I e da Parte II, e que só vão voltar a este universo se tiverem algo que valha a pena contar.</p><p>No entanto, nada garante que estes projectos são videojogos, muito menos que um deles é The Last of Us: Parte 3.</p><p>Na mesma publicação, Druckmann deu também uma atualização sobre Intergalactic: The Heretic Prophet, revelado há quase dois anos e ainda por mostrar em detalhe desde então. Segundo o estúdio, o jogo está a moldar-se para ser o projeto mais ambicioso de sempre da Naughty Dog, mas ainda precisa de &quot;cozinhar&quot; um pouco mais antes de uma revelação completa. </p><p>A promessa é que o estúdio fique em silêncio pelo resto de 2026, com a revelação total prevista para 2027.</p>
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                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/the-last-of-us-3-a-caminho-neil-druckmann-confirma-duas-novas-historias-no-universo</guid>
                <pubDate>Tue, 29 Sep 2026 10:56:08 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>Minecraft Dungeons II (análise) | O Diablo para toda a família, mas com bugs</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/minecraft-dungeons-ii-analise</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>O universo Minecraft é um dos mais bem-sucedidos nos últimos tempos, tornando-se num verdadeiro fenómeno cultural que se manteve até aos dias de hoje e já recebeu uma adaptação cinematográfica no ano passado e alguns spin-offs que procuram introduzir o mundo a fãs de diferentes géneros.</p><p>Um desses spin-offs foi Minecraft Dungeons, um Action RPG na veia de títulos como Diablo e Path of Exile com ênfase em loot e montes de monstros para derrotar com lançamento em 2020. Com mais de 25 milhões de jogadores a aventurar-se no título original - número catapultado pela disponibilidade no Game Pass - era apenas natural que uma sequela chegasse às mãos dos jogadores. </p><p>Com uma nova jornada pela frente, agora num mundo aberto, várias refinações de jogabilidade pedidas pelos jogadores e imenso novo loot para arrecadar, a diversão a solo ou em grupo regressa nesta nova sequela. Com a versão 1.0 de Path of Exile 2 a sair em dezembro e a de No Rest for the Wicked a ter sido adiada para 2027, há aqui uma boa janela para esta experiência brilhar junto dos fãs do género, mas será que este foi um bom passo em frente para a série?</p><hr><ul><li><p>Versão testada: PC (Steam)</p></li><li><p>Produtora: Mojang Studios</p></li><li><p>Género Ação / Cooperativo</p></li><li><p><a href="https://www.instant-gaming.com/en/22155-buy-minecraft-dungeons-ii-deluxe-edition-pc-xbox-series-x-s-microsoft-store/?igr=geekinout" data-as-button="false">Compra na Instant-Gaming</a></p></li></ul><hr><h3>A misteriosa dimensão Sift </h3><p>O Overworld vivia um período de paz aparente, algo quebrado pela abertura de misteriosos portais ligados à dimensão Sift, local que contém poderes desconhecidos, mas que estão a ser aproveitados para o mal. O Illager High Council apropriou-se da dimensão e está a criar estes portais para transportar as suas hordas de criaturas para tomar conta do mundo, por isso está na hora de largar a picareta e empunhar algo mais afiado e heroico de forma a repor a ordem. </p><p>Minecraft Dungeons II apresenta uma história simples que para mim não é de todo o ponto forte da experiência. Tenho que admitir, não sou grande conhecedor deste universo, portanto o contexto geral da narrativa até me pode ter passado inteiramente ao lado, mas o enredo apenas coloca uma ameaça no seu centro que não tem um papel muito proeminente na aventura em si e aparece de forma bastante ocasional, o que dá um baixo nível de urgência em relação ao que se aproxima. Também o desafio final da missão principal não é imensamente satisfatório, colocando um término à aventura com um local visualmente apelativo, mas com um último obstáculo aquém das minhas expectativas.</p><p>A não favorecer a narrativa de todo, estão as cinemáticas. Ainda que estejam relativamente bem animadas e a narração seja agradável, a nível visual a qualidade deixa imenso a desejar, com uma resolução aparentemente baixa e detalhes que ficam abaixo da jogabilidade normal. É raro encontrar jogos com cutscenes que são menos visualmente satisfatórias do que a restante experiência, mas é algo que infelizmente acontece aqui.</p><p><span class="article-figure"><img class="" src="https://geekinout.pt//storage/images/2f674832-8882-46df-b4de-909e86bb2f4d.jpg" width="1920" height="1080"><span class="article-figure-caption">Imagem capturada por Geekinout.pt</span></span></p><h3>Roupas feitas para um herói</h3><p>Uma das alterações presentes nesta sequela é a separação das secções de armadura, que agora são distribuídas em 4 peças distintas em vez de uma só, permitindo misturar vários ingredientes para o sucesso. Com quatro tipos de raridades disponíveis, os que ficam acima do grau “comum” estão munidos de efeitos como proteção adicional a ataques ranged ou aumentos ligeiros da raridade dos drops, com alguns efeitos únicos que estão guardados para o patamar mais elevado. </p><p>Do lado dos armamentos, temos as armas corpo a corpo e as de longo alcance que são igualmente úteis e variadas de forma a serem adaptadas aos diferentes tipos de jogabilidade. Com arcos a possuir alcances e velocidades de disparo variados e espadas com golpes rápidos e ágeis ou marretas mais lentas, mas que possuem maior nível de dano por pancada, é possível escolher como fazer frente aos confrontos. Por exemplo, uma das armas que me carregou nas últimas partes foi um martelo que causava explosões com cada impacto no solo que era perfeito para fazer quantidades enormes de dano em área. </p><p>Existem também Artifacts que dão efeitos ativos muito úteis durante o combate, como o de estender uma toalha de piquenique que gera comida para recuperar os pontos de vida, um tambor potente que serve para criar distância para os inimigos ou mandá-los de uma ravina abaixo ou até vários instrumentos que fornecem buffs ofensivos ou defensivos ao jogador. A complementar isso estão os Talismans com 3 níveis de evolução que podem gerar um companheiro canino e fornecer ligeiros efeitos passivos que infelizmente não eram tão pronunciados como a alternativa anterior. Estes dois tipos de equipamento oferecem 3 slots para cada um deles, permitindo ainda assim a criação de builds variadas em conjunto com os restantes equipamentos. </p><p>Para refinar isto tudo, temos os NPCs das cidades que permitem adicionar buffs aos diversos equipamentos com efeitos bem úteis e é também possível manter o Power Level dos mesmos caso queiras gastar Gems para manter uma peça que realmente queiras que te acompanhe até ao fim da aventura ao nível do desafio. Contudo, há um bug que te impede de acumular mais do que 9999 gemas ao desfazer materiais: a previsão pode dizer que vais receber, por exemplo, 14000 destas unidades, mas o contador chega aos 9999 e não passa disso, resultando em desperdícios perfeitamente evitáveis dos quais o jogo não te avisa.</p><p><span class="article-figure"><img class="" src="https://geekinout.pt//storage/images/3bf24395-e812-42e4-9e89-b11f8c875d91.jpg" width="1920" height="1080"><span class="article-figure-caption">Imagem capturada por Geekinout.pt</span></span></p><h3>Combates intensos </h3><p>O estilo de combate popularizado pela série Diablo presente no título original do spin-off está de volta. Com a perspetiva top-down da ação, a missão do nosso protagonista é fazer frente às volumosas hordas de criaturas que preenchem o mundo, isto com recurso ao arsenal bem variado de armaduras, armas e outros equipamentos extremamente útil que tinha mencionado. </p><p>Para complementar esse aspeto, existe também uma boa variedade de mobs, alguns dos quais estão confinados a certos biomas e zonas do mapa, enquanto outros se espalham de forma mais homogénea. Temos os tradicionais Creepers que são um barril de pólvora ambulante, Geomancers que criam terreno, algum do qual é explosivo, e arqueiros de longa distância, entre muitos outros. Além disso, existem também os inimigos elite que trazem uma barra de vida mais pronunciada e efeitos nefastos adicionais, desde ataques elementais a maior resiliência ao dano causado. </p><p>Os momentos mais intensos de combate estão guardados para as frequentes Emboscadas, que prendem o jogador num espaço confinado e colocam várias ondas de inimigos que devem ser eliminados para desbloquear o caminho, e para os encontros com os bosses. Estes últimos oferecem pouca variedade, sendo possível encontrá-los de forma repetida, principalmente se te aventurares em Dungeons, algo que é feito naturalmente e que acrescenta alguma repetição ao título. </p><p>O meu maior problema com os combates é o volume de dano feito de parte a parte. É possível rebentar ou ser rebentado em poucos segundos, com apenas uma poção de vida que é regenerada ao longo do tempo. Esta é muitas das vezes escassa para fazer frente ao nível de dano exagerado que é distribuído pelos inimigos básicos que atacam em conjunto e pelos bosses, e não encontrei nenhuma maneira de aumentar o número que podia ter disponível. Em outros títulos do género é possível emborcar poções de forma a responder às barras de vida a desaparecerem rapidamente, algo que aqui não acontece, obrigando ao recurso a Artifacts que ajudem a manter-nos vivos. </p><p>Apesar de ser um sistema de combate sólido e versátil, não é certamente um dos meus favoritos no género. Ao optar por ser acessível a todas as idades e simplificar mecânicas, apesar do problema de dano que mencionei, falta algo de forma a dinamizar um pouco mais este aspeto. A não ser que me forçasse um pouco a variar o meu estilo de jogo, a sensação de monotonia de combate é algo que se ia instalando progressivamente em mim.</p><p><span class="article-figure"><img class="" src="https://geekinout.pt//storage/images/a60c1bab-46b3-4754-8a36-c8a44d2966c0.jpg" width="3840" height="2160"><span class="article-figure-caption">Imagem capturada por Geekinout.pt</span></span></p><h3>Um mundo mais aberto </h3><p>Uma das maiores mudanças presentes na sequela é a opção de substituir o layout da aventura: trocando as missões lineares por um mundo aberto interligado. Aqui podes encontrar as missões principais que te guiam pelos 2 mapas disponíveis ao longo da tua jornada, além de vários NPCs que têm também objetivos secundários para serem completados em troca de loot variado, com alguns equipamentos que ostentam a raridade máxima disponível – Unique. </p><p>As missões acabam por oferecer algumas horas adicionais de conteúdo, mas não fogem muito da essência do título: vai ao ponto X buscar um item e trá-lo de volta, vais ser emboscado pelo caminho e regressas ao ponto de partida. Se gostas do combate e queres prolongar a diversão, estes são bons desvios para te ajudar a subir de nível e existem algumas boas recompensas que valem a pena, mas sem grande hook narrativo. </p><p>Existem também várias Dungeons que oferecem caminhos lineares gerados aleatoriamente em busca do Obsidian Chest ou confrontos contra bosses e inimigos mais imponentes. Nestes últimos, devido à baixa variedade de chefões disponíveis no jogo, vais encontrar inimigos que já defrontaste ou que ainda vais encontrar em missões principais no futuro. Ainda assim, estas masmorras são boas fontes de XP e loot que valem a pena o desvio, apenas que gostava de poder marcá-las manualmente no mapa para me conseguir guiar melhor até lá. </p><p>Para ajudar a navegar neste mundo mais expansivo, existe um Wayfinder que guia o jogador a todos os tipos de objetivo, de forma a acomodar jogadores mais jovens e a quem não esteja habituado a open worlds. Infelizmente, este nem sempre é 100% fiável e por vezes levava-me a becos sem saída ou ficava perdido e mandava-me em direções diferentes de cada vez que o ativava.</p><h3>Heroísmo cooperativo de qualidade </h3><p>Dungeons II oferece um robusto modo cooperativo, com capacidade de até 4 jogadores partilharem o mesmo ecrã, sendo possível entrar e sair a qualquer momento da aventura. Nestas ocasiões a câmara desprende-se da única personagem em jogo e mantém em foco todos os heróis, criando uma parede invisível caso haja uma distância muito grande entre eles. </p><p>Os drops são distribuídos para os jogadores participantes de forma individual, para evitar potenciais loot goblins que queiram açambarcar tudo o que há disponível e o nível de poder dos equipamentos encontrados adapta-se a cada uma das personagens, caso haja algum desnível. Um dos meus pontos favoritos da experiência cooperativa é a possibilidade de alterar as minhas builds rapidamente sem ter que interromper a jogabilidade da minha parceira, tudo isto através de um prático menu que permite trocar o que quiser sem ter que pausar o jogo por completo. Infelizmente, existe um bug persistente que nos impossibilitava a alteração de um ou vários dos nossos Artifacts, obrigando-nos a ter que abrir o menu completo.</p><p>Caso um dos jogadores queira aventurar-se a solo e o seu companheiro fique para trás em XP e gear, há a opção de “clonar” os heróis e o seu inventário e partilhá-los com os restantes participantes, um bom método de nos certificarmos de que estamos sempre em pé de igualdade.</p><p><span class="article-figure"><img class="" src="https://geekinout.pt//storage/images/1b395097-53d1-42a1-b672-ffe608501b43.jpg" alt="Inventário Minecraft Dungeon II" width="3840" height="2160"><span class="article-figure-caption">Imagem capturada por Geekinout.pt</span></span></p><h3>Qualidade visual e otimização</h3><p>A nível visual, Dungeons II oferece uma decente variedade de ambientes realizados com a icónica estética Minecraft. Desde florestas verdejantes repletas de aranhas letais, locais frígidos com águas geladas até ao misterioso Sift, os locais são visualmente distintos, coloridos e vibrantes num ecrã com bom contraste. </p><p>Em termos de otimização para PC, o jogo comportou-se de forma muito boa no seu geral. Com uma RX 9070 XT na resolução 4K, com todos os settings no máximo e apenas um cap de 120FPS, de forma a corresponder ao limite da minha TV, a ação fluida só era quebrada por breves instâncias do infame traversal stutter já bem tradicional de títulos desenvolvidos no Unreal Engine 5, ainda que estes fossem muito breves e pouco incomodativos. Os tempos de carregamento num NVME SSD eram verdadeiramente estonteantes, facilitando constantes Fast Travels que eram concretizados em menos de um segundo, tão rápidos que nem era possível apreciar a arte apresentada nestas transições.</p><p><span class="article-figure"><img class="" src="https://geekinout.pt//storage/images/c939857c-bfcb-48c7-86f8-d809804ebd9a.jpg" alt="Gameplay Minecraft Dungeons II" width="1920" height="1080"><span class="article-figure-caption">Imagem capturada por Geekinout.pt</span></span></p><h3>Estado técnico que deixa um pouco a desejar </h3><p>Em termos de polimento geral, encontrei alguns aspetos mais negativos além dos que já tinha mencionado previamente. Tive alguns encontros com bosses nos quais eles simplesmente ficavam imóveis e deixavam que desbastasse a sua vida sem qualquer reação da sua parte e encontros com mobs simples em que estes ficavam presos na geometria e simplesmente esperavam que os fosse procurar nos recantos das arenas, havendo também alguns problemas por parte dos inimigos a compreender o desnível do terreno. </p><p>Tive também uma ocasião estranha em que interrompi uma sessão do jogo após ser derrotado por um boss e, quando regressei, perdi o fast travel até lá e a sua localização no mapa por completo. É um título que vai precisar de algumas atualizações para aprimorar estas imperfeições que assolam a experiência de forma inconstante e que podem frustrar o jogador.</p><p><span><strong>Prós: </strong></span></p><ul><li><p>Jogabilidade sólida e intuitiva;</p></li><li><p>Modo cooperativo bem executado;</p></li><li><p>Boa variedade de builds;</p></li><li><p>Visuais coloridos e fiéis à estética Minecraft;</p></li><li><p>Tempos de carregamento supersónicos.</p></li></ul><p><span><strong>Contras:</strong></span></p><ul><li><p>Pouca variedade de bosses;</p></li><li><p>Cinemáticas visualmente insatisfatórias;</p></li><li><p>Bugs e imperfeições técnicas;</p></li><li><p>Volume de dano por vezes excessivo de parte a parte.</p></li></ul>
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                                        ]]></description>
                <author>geral@geekinout.pt (Pedro Gomes)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/minecraft-dungeons-ii-analise</guid>
                <pubDate>Mon, 28 Sep 2026 13:12:17 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>God of War Laufey: reservas abrem amanhã, eis as várias edições do jogo</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/god-of-war-laufey-reservas-abrem-amanha-eis-as-varias-edicoes-do-jogo</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>Depois de ter revelado <a href="https://geekinout.pt/artigos/god-of-war-laufey-anunciado-vamos-mesmo-jogar-com-a-mulher-de-kratos" data-as-button="false">o jogo em junho</a>, o Santa Monica Studio já tem data para as pré-reservas de God of War Laufey: 29 de setembro, às 10h00 (hora local). O jogo chega à PlayStation 5 a 16 de fevereiro de 2027.</p><p>Quem reservar antes do lançamento, recebe o conjunto de armadura Last Wish, o fato cosmético Phranque Golden Leaves e um pacote de recursos para o jogo. A edição Digital Deluxe inclui o conjunto Dark Alchemy, com armadura, lâmina, escamas para o arco e catalisador, além de um pacote de recursos, um mini artbook digital, e a banda sonora oficial digital.</p><p>O estúdio mostrou também novas imagens do combate de Faye e apresentou o Serpent Bow, um arco encantado com forma de serpente que passa de inativo a pronto a disparar em instantes. Em mira total, Faye ganha precisão e alcance, pode atingir pontos específicos do corpo dos inimigos para lhes limitar o movimento ou os ataques, e carregar até cinco flechas para uma rajada. Em meia mira, adota uma postura mais móvel e dispara um conjunto de flechas para causar dano a curta distância.</p><p>Este estilo de disparo rápido permite a Faye manter inimigos no ar e prolongar combos enquanto alterna entre armas e habilidades, com vários tipos de flechas à escolha (disparo rápido, explosivas ou para vários alvos). As escamas do arco mudam o aspeto e o estilo de jogo através de uma vantagem própria, e também é possível personalizar a lâmina e os catalisadores, artefactos que canalizam a magia de Everywhen.</p><p><span class="article-figure"><img class="" src="https://geekinout.pt//storage/images/e09e46dd-8148-40a4-8fcd-754237093bdb.webp" alt="God of War Laufey bonus reserva" width="5100" height="2866"><span class="article-figure-caption">Crédito da imagem: PlayStation</span></span><br><span class="article-figure"><img class="" src="https://geekinout.pt//storage/images/96002eef-3c23-4162-a6e9-b7c05ab0ea9f.webp" alt="God of War Laufey Digital Deluxe Edition" width="5100" height="2866"><span class="article-figure-caption">Crédito da imagem: PlayStation</span></span></p>
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                                        ]]></description>
                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/god-of-war-laufey-reservas-abrem-amanha-eis-as-varias-edicoes-do-jogo</guid>
                <pubDate>Mon, 28 Sep 2026 13:15:27 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>Edição de colecionador de GTA VI custa €399,99 e não inclui o jogo</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/edicao-de-colecionador-de-gta-vi-custa-eur39999-e-nao-inclui-o-jogo</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>A Rockstar Games revelou finalmente algo próximo de uma edição de colecionador para GTA VI. Chama-se Grand Theft Auto VI: The Goodtime State – Vice City Collection e <a href="https://store.rockstargames.com/pt-BR/merchandise/gtavi-goodtime-state-vice-city-collection?_gl=1*d2hasi*_ga*MTc1NzMzOTEwMi4xNzg2NDQwMTUy*_ga_PJQ2JYZDQC*czE3OTAyNjQ1MDAkbzkkZzEkdDE3OTAyNjQ1MDYkajU0JGwwJGgw" data-as-button="false">custa 399,99€</a>. <strong>Há um detalhe importante: o jogo não está incluído.</strong></p><p>A caixa é inspirada na série televisiva fictícia de Leonida que aparece no universo de GTA VI, com Macca, o Jacaré como figura central. O conteúdo inclui:</p><ul><li><p>Estátua de Macca, o Jacaré</p></li><li><p>Óculos de Sol Oakley Frogskins</p></li><li><p>Bolsa transversal das Leonida Keys</p></li><li><p>Boné Snapback New Era 9FORTY</p></li><li><p>Espelho magnético de Macca, o Jacaré</p></li><li><p>Copo de shot de Chunkee, o Peixe-boi</p></li><li><p>Colher swizzle colecionável Vice City</p></li><li><p>Chaveiro de lâmina Vice City</p></li><li><p>Conjunto de pins esmaltados das Leonida Keys numa lata de metal</p></li><li><p>Conjunto de adesivos das Leonida Keys</p></li><li><p>Pôster dupla face com o mapa de Leonida</p></li></ul><p>Quem quiser a coleção completa terá de pagar os 399,99€ da caixa mais o preço do jogo, que são 79,99€ ou 99,99€  dependendo da edição. Portanto, o total pode facilmente ultrapassar os 500€.</p><div class="filament-tiptap-grid-builder" data-type="responsive" data-cols="2" data-stack-at="md"><div class="filament-tiptap-grid-builder__column" data-col-span="1"><p><img src="https://geekinout.pt//storage/images/f008fe15-d318-46ed-b601-cc4c0a62bd69.jpg" width="2048" height="2048"></p></div><div class="filament-tiptap-grid-builder__column" data-col-span="1"><p><img src="https://geekinout.pt//storage/images/3c7b92c7-d1b3-4049-a371-d0dbcb8d4b3c.jpg" width="2048" height="2048"></p></div></div><p><em>Crédito das imagens: Rockstar Games</em></p>
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                                        ]]></description>
                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/edicao-de-colecionador-de-gta-vi-custa-eur39999-e-nao-inclui-o-jogo</guid>
                <pubDate>Thu, 24 Sep 2026 16:49:27 +0100</pubDate>
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                <title>Meta anuncia VR Glasses: óculos de realidade virtual com ecrã 5K e pesam apenas 100 gramas</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/meta-anuncia-vr-glasses-preco-portugal</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>Há vários anos que as companhias de tecnologia estão a tentar tornar a realidade virtual em algo mais acessível e apelativo para as massas. O novo hardware da Meta, a gigante por detrás do Facebook, Instatagram e outras redes sociais, pode estar próximo de conseguir esse efeito.</p><p>A Meta revelou durante a madrugada de hoje os Meta VR Glasses, uns novos óculos de realidade virtual que prometem ser os mais avançados até agora. O lançamento está previsto para a Primavera de 2027, por 1299,99 dólares. Pesam apenas 100 gramas – resolvendo um dos maiores problemas da tecnologia – o que é cinco vezes menos do que o Meta Quest 3.</p><p>O design aposta num sistema de duas partes: os óculos tratam dos sensores e do ecrã, enquanto um módulo separado ligado por um cabo óptico, que se prende ao bolso ou mala, aloja a bateria, o processador e o armazenamento. Não há correias nem hardware pesado na cabeça.</p><p>O ecrã é um painel micro-OLED com resolução 5K e 37 pixels por grau, com suporte a Dolby Vision e Dolby Atmos. A câmara de passthrough mantém o utilizador consciente do ambiente à sua volta. O processador é o novo Snapdragon Reality Elite da Qualcomm, e a bateria do módulo externo garante até três horas de reprodução contínua com carregamento rápido de 45W.</p><p><span class="article-figure"><img class="" src="https://geekinout.pt//storage/images/4e3e9fa1-a2e4-43df-b2d3-32aefaa64e11.webp" alt="Meta VR Glasses 2027" width="1024" height="578"><span class="article-figure-caption">Meta VR Glasses 2027</span></span><br><em>Crédito da imagem: Meta</em></p><p>O controlo é feito por voz, olhar e gestos manuais, sem necessidade de comandos. A Meta AI está integrada diretamente no sistema operativo.</p><p>Em termos de entretenimento, os Meta VR Glasses são o primeiro dispositivo VR certificado IMAX Enhanced e contam com uma parceria com a Disney para experiências em 3D no Disney+, incluindo filmes Marvel e Star Wars em ambientes imersivos como a Avengers Tower ou Tatooine. A parceria com James Cameron e a Lightstorm Vision prevê o lançamento de filmes &quot;pela primeira vez em 3D&quot; em 2027. </p><p>O Xbox Cloud Gaming também está integrado, permitindo jogar centenas de títulos com um comando Bluetooth.</p><p>Para trabalho, os óculos permitem ligar wirelessly ou por USB-C a um Mac ou PC Windows, com teclado de superfície e rato. Para gaming, suportam mais de 75 jogos controláveis apenas com gestos manuais e compatibilidade total com o catálogo Meta Quest.</p><div>
    <blockquote class="tiktok-embed" cite="https://www.tiktok.com/@geekinout.pt/video/7689059997644295446" data-video-id="7689059997644295446" > <section> <a target="_blank" title="@geekinout.pt" href="https://www.tiktok.com/@geekinout.pt?refer=embed">@geekinout.pt</a> Eis as minhas primeiras impressões dos Meta VR Glasses, com base no que foi revelado até agora. Será este o futuro dos videojogos e dos ecrãs em casa? <a title="metavr" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/metavr?refer=embed">#metavr</a> <a title="vrglasses" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/vrglasses?refer=embed">#vrglasses</a> <a title="vrgaming" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/vrgaming?refer=embed">#vrgaming</a> <a title="tecnologia" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/tecnologia?refer=embed">#tecnologia</a> <a title="videojogos" target="_blank" href="https://www.tiktok.com/tag/videojogos?refer=embed">#videojogos</a> <a target="_blank" title="♬ Paint The Town Red (Instrumental) - Doja Cat" href="https://www.tiktok.com/music/Paint-The-Town-Red-Instrumental-7273614838022178818?refer=embed">♬ Paint The Town Red (Instrumental) - Doja Cat</a> </section> </blockquote> 
</div>

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                                        ]]></description>
                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/meta-anuncia-vr-glasses-preco-portugal</guid>
                <pubDate>Thu, 24 Sep 2026 12:31:11 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>PS6 e Xbox Project Helix: leak aponta chips já prontos e até 4x mais TFLOPS do que a atual geração</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/ps6-e-xbox-project-helix-leak-aponta-chips-ja-prontos-e-ate-4x-mais-tflops-do-que-a-atual-geracao</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>Mesmo com a crise de preços de memória RAM e SSDs a fomentar rumores de atrasos, a próxima geração de consolas parece continuar no caminho previsto. Pelo menos, é isso que sugere a mais recente atualização do leaker KeplerL2, uma referência em fugas de informação sobre hardware AMD, partilhada esta semana no <a href="https://www.neogaf.com/threads/playstation-6-will-deliver-up-to-80-tflops-and-will-be-faster-than-the-rtx-5080.1701626/page-7#post-272024479" data-as-button="false">fórum NeoGAF</a>.</p><p>Quando questionado se os chips da PS6 e Xbox Project Helix já tinham passado por <em>tape-out</em>, Kepler confirmou que sim para ambas as consolas. O termo refere-se ao momento em que o design final de um chip é enviado para a fábrica de semicondutores para produção das primeiras amostras físicas, a fase que separa &quot;o chip existe no papel&quot; de &quot;o chip existe fisicamente&quot;. </p><p>Não significa produção em massa para chegar aos consumidores, mas é um passo importante para uma nova consola. Normalmente, é preciso esperar entre um a dois anos desde o <em>tape-out</em> até à chegada ao mercado, o que encaixa com os rumores de lançamento no Natal de 2027 para ambas as consolas.</p><p>Kepler adiantou também números de desempenho: 40 TFLOPS para a PS6 e 56 TFLOPS para a Xbox Project Helix. Comparado com a atual geração, a PS5 tem 10,28 TFLOPS e a Xbox Series X atinge os 12,15, o que colocaria a PS6 perto de 4x acima da PS5, e a Helix 4,6x mais poderosa do que a Series X.</p><p><strong>Só que há um &quot;mas&quot; nesta comparação de poder...</strong></p><p>A forma como a Kepler está a contar TFLOPS, baseada num método de &quot;<em>FMA-throughput</em>&quot;, pode não ser diretamente comparável à forma como a PS5 e a Series X anunciaram os seus números na altura. </p><p>Já aconteceu algo semelhante entre as gerações RDNA2 e RDNA3 da AMD, os TFLOPS subiram muito no papel, mas o ganho de desempenho &quot;verdadeiro&quot; ficou aquém dessa diferença, porque a metodologia de contagem mudou.</p><p>Ou seja, o salto real pode não chegar aos 4x sugeridos pelos números brutos. A isto, há que somar outros factores com a largura de banda de memória, hardware de ray tracing, desempenho do CPU, limites de energia e a otimização de cada estúdio, que pesam tanto ou mais do que o TFLOPS de pico na experiência final do jogo, já para não falar de tecnologias de upscaling como o PSSR da Sony ou o FSR Diamond da AMD.</p><p>Este <em>tape-out </em>reforça também a ideia de que a data de lançamento, que de acordo com vários rumores está definida para o final de 2027, continua de pé, apesar da crise de componentes provocada pela procura de memória para centros de dados de IA, que tem feito disparar os preços em todo o setor.</p><p>Segundo a mesma fonte, os contratos de produção destes chips já estão assinados para o segundo trimestre de 2027, o que tornaria um atraso mais caro do que simplesmente absorver o custo elevado da memória.</p><p><strong>Importa sublinhar que nada disto é oficial. Nem a Sony, nem a Microsoft, nem a AMD confirmaram qualquer destes detalhes, e apesar do histórico da Kepler em leaks de hardware ser geralmente credível, continua a tratar-se de informação não confirmada, sujeita a mudar até ao anúncio oficial.</strong></p>
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                                        ]]></description>
                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/ps6-e-xbox-project-helix-leak-aponta-chips-ja-prontos-e-ate-4x-mais-tflops-do-que-a-atual-geracao</guid>
                <pubDate>Wed, 23 Sep 2026 15:42:15 +0100</pubDate>
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                <title>Steam Machine (análise) | máquina quase perfeita, a um preço imperfeito</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/steam-machine-analise</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>A Steam Machine é um produto que captou imenso a minha atenção desde que foi anunciada, com promessas de uma experiência dentro do que já gostava na Steam Deck e no ecossistema Steam OS, só que muito mais poderosa e feita para assentar numa sala ou numa secretária de forma mais natural. O meu entusiasmo inicial foi desvanecendo conforme o panorama dos preços se deteriorava constantemente e a previsão de lançamento era igualmente alargada, sempre a temer que o valor final apresentado fosse suficiente para tornar este dispositivo inviável para muitos. </p><p>Ainda assim, a Machine é algo que realmente queria adicionar ao meu setup da sala para me poder livrar dos cabos chatos que tinha desde a minha secretária até à TV que me era muito inconveniente, portanto, optei por me juntar à queue de reserva e pedi à minha parceira para fazer o mesmo, reavaliando até lá se estava ou não disposto a pagar o elevado preço de admissão. </p><p>No final de agosto, a minha namorada recebeu o email a confirmar que estava uma unidade disponível para compra e, após considerarmos se realmente valia a pena, acabámos por encomendar o modelo de 512GB com um<a href="https://geekinout.pt/artigos/steam-controller-review" data-as-button="false"> Steam Controller</a>, para assim cada um ter o seu e não haver disputas. Agora que a tenho há alguns dias como um dos pilares de entretenimento da minha sala, esta é a análise à minha experiência até ao momento.</p><h2>Compacta e Silenciosa</h2><p>Com os recentes rumores de uma transição da próxima geração da XBOX para uma experiência híbrida de consola/PC, a Valve foi a primeira a entrar num mercado que, até agora, se reservava maioritariamente a dispositivos montados em casa com componentes adquiridos avulsos. Com a Steam Machine, estamos perante a primeira máquina mainstream pré-construída de forma compacta para poder encaixar facilmente numa estante ou móvel com proximidade a uma TV. </p><p><span class="article-figure"><img class="" src="https://geekinout.pt//storage/images/619b23ee-0285-4617-a3bf-344c07abafc3.jpg" alt="Steam Machine tamanho" width="1920" height="2560"><span class="article-figure-caption">Steam Machine tamanho</span></span><br><em>Crédito da imagem: Geekinout.pt</em></p><p>Onde anteriormente tinha a minha Steam Deck em modo Docked na sala, agora tenho a Machine que não ocupa muito mais espaço e é relativamente leve de carregar. Com um visual simples, mas extremamente funcional, através do seu formato cúbico, de cor preta que é principalmente quebrada pela barra luminosa que atravessa a sua frente e pelo seu heatsink a ocupar a traseira quase na sua totalidade, é fácil de encaixar em qualquer lado. O painel frontal sai com facilidade, mas não ao ponto de sair por engano, de forma a ser trocado de forma prática no futuro, com modelos já à venda online, tanto por pessoas a título individual, como por lojas mais reputáveis como a Dbrand. O único problema é que o material usado para o exterior da máquina é um íman de dedadas, sendo extremamente fácil deixar a nossa impressão ao mínimo toque. </p><p>Em termos de ruído pelos métodos de refrigeração, tenho que dizer que nunca ouvi a Machine a fazer sons percetíveis de todo, algo que também é ajudado pelo facto do áudio proveniente da TV abafar qualquer ruído que possa ser emitido sob stress. Este é um hardware criado de forma competente e eficaz. Desde o seu lançamento já vi imensos criadores de conteúdo a criar alternativas que acabavam sempre por se deparar com os mesmos problemas: era maior do que a Machine; encontravam problemas de sobreaquecimento; arranjar componentes tão compactos acabava por ficar mais caro. </p><p>É certo que se pode fazer um dispositivo com preço semelhante ou até mais económico com desempenho superior, mas a praticidade da Steam Machine é por si só um ponto de venda que a deixa aterrar facilmente tanto na sala como no escritório sem grandes considerações a ter em conta no que toca a espaço.</p><h2>OS amadurecido</h2><p><span class="article-figure"><img class="" src="https://geekinout.pt//storage/images/73ca812d-c9f4-475f-9107-b27df839e2f6.jpg" alt="Steam OS Steam Machine" width="1920" height="1273"><span class="article-figure-caption">Steam OS Steam Machine</span></span><br><em> Imagem capturada por Geekinout.pt</em></p><p>O Steam OS tem dado passos gigantes desde o lançamento da Steam Deck. Em algo que inicialmente foi feito para o dispositivo portátil da Valve, este sistema operativo evoluiu imenso graças a esforços da empresa americana, dos seus parceiros e também da comunidade, estando agora disponível numa maior variedade de configurações de PCs e de outros handhelds. É fácil, rápido e intuitivo ligar esta máquina pela primeira vez, efetuar as configurações iniciais e adicionar a conta Steam para transferir o primeiro jogo de forma a poder experimentar o seu potencial. </p><p>As velocidades de transferência são também estonteantes, ultrapassando de longe o que está disponível na Steam Deck, chegando a utilizar a minha ligação de internet de 1GB quase na sua totalidade. Existe também imensa margem para customizar o próprio modo de jogo, desde alterações a nível visual a outras mais práticas, como a instalação de plugins que permitem adicionar upscaling e geração de frames a jogos que não o permitam nativamente através de Lossless Scaling. É isto que separa este híbrido das restantes consolas, que possuem um sistema muito mais rígido e resistente a alterações ao seu ecossistema. Além de tudo o que está ligado ao gaming mode, tens também uma verdadeira experiência de Linux que é acessível até a alguém como eu que desde a minha adolescência usei sistemas operativos da Microsoft. </p><p>Podes instalar os teus browsers de eleição e os seus add-ons associados, as tuas aplicações preferidas e usar a Steam Machine como um autêntico PC que podes usar na sala ou no escritório. Podes até instalar o Windows 11 se quiseres, já que a Valve não criou nenhuma restrição neste aspeto. Graças ao <a href="https://geekinout.pt/artigos/steam-controller-review" data-as-button="false">Steam Controller</a>, tens também acesso a um rato através do teu touchpad direito e podes abrir um teclado que podes controlar livremente com o comando. É extremamente fácil navegar o modo desktop desta forma, mas podes também simplesmente ligar um rato e um teclado para o fazer de forma mais tradicional. </p><p><span class="article-figure"><img class="" src="https://geekinout.pt//storage/images/45092552-6fad-4deb-9c26-bd697fd8de4a.jpeg" alt="Steam Controller" width="1920" height="1080"><span class="article-figure-caption">Steam Controller</span></span><br><em>Crédito da imagem: Geekinout.pt</em></p><p>É verdade que, tal como na Steam Deck, o Steam OS tem os seus momentos em que empanca ou abranda, não sendo completamente livre de algumas peripécias que ocorrem ocasionalmente, mas 99% do tempo tudo corre na perfeição e não tive grande motivo de queixa. É um OS amadurecido, que cresce continuamente com imenso suporte de todas as partes envolvidas e bastante user friendly, tanto no modo de jogo como no de desktop. </p><h2>Uma experiência igual a uma consola</h2><p>A Steam Machine oferece uma experiência bastante semelhante às das gerações mais recentes das consolas. Posso deixar constantemente em modo de hibernar e manter os meus jogos abertos enquanto saio do sofá para fazer uma pausa ou trato de outros assuntos, sem ter que deixar a máquina ligada e correr riscos do jogo ir abaixo ou acordar com problemas que me iriam obrigar a reiniciá-lo de qualquer das maneiras, como o que acontece no meu desktop. </p><p>Graças ao seu SSD NVME, os tempos de carregamento dentro do jogo são velozes e o tempo para abrir diferentes títulos é também rápido. O que demora mais algum tempo a efetuar são as configurações iniciais quando abria alguma coisa pela primeira vez, mas nada que se tornasse excessivo ao ponto de me deixar impaciente. Com acesso a HDMI CEC, é também possível ligar a minha TV da sala e voltar diretamente à jogatana com um simples ligar do meu Steam Controller, algo que só valorizo assim que não tenho acesso. Ainda assim, a experiência neste aspeto não é 100% consistente e houve ocasiões em que a máquina ligava, mas tinha que ligar a televisão à moda tradicional. </p><p><span class="article-figure"><img class="" src="https://geekinout.pt//storage/images/343022f1-4dd5-4eab-abe7-4b79eb4379c8.jpg" alt="Horizon Zero Dawn Steam Machine" width="1920" height="1080"><span class="article-figure-caption">Horizon Zero Dawn Steam Machine</span></span><br><em>Horizon Zero Dawn a correr na Steam Machine (© Geekinout.pt)</em></p><p>Também, se estiver em modo Desktop, a Machine é incapaz de ligar a TV, algo que gostaria de ver modificado no futuro. Existe também a opção de ajustar o volume da TV pela Machine em si, mas infelizmente não consegui aplicar isso na minha sala, talvez pelo modelo da minha Smart TV não ser compatível com essa vertente. Em resumo, a experiência de consola da Steam Machine é sólida, ainda que não seja completamente consistente. Com o contínuo trabalho da Valve a refinar o dispositivo com atualizações regulares, acredito que este quesito seja melhorado no futuro.</p><h2>O desempenho é decente</h2><p>Para testar a máquina desde que a tenho, rodei alguns jogos relativamente recentes, tudo isto em 1440p. </p><ul><li><p>Um dos jogos em que passei mais tempo foi o <strong>Dragon&#039;s Dogma 2</strong> que, entretanto, vai receber a sua nova expansão, mas que já recebeu updates bem necessários para pavimentar o caminho até lá, incluindo trabalhos de otimização. Com FSR em Balanced e as opções gráficas maioritariamente em High, mas sem Ray Tracing, obtive uma experiência que era locked nos 60 frames com algumas quebras na casa dos 40-50 em lutas mais intensas ou em visitas às principais cidades. </p></li><li><p>Aproveitei também para fazer umas corridas em <strong>Sonic Racing: Crossworlds</strong> com a minha namorada, alcançando 60FPS com todas as opções gráficas no máximo, sem nenhuma quebra de performance em jogabilidade. </p></li><li><p>Também em modo cooperativo, testámos o <strong>Reanimal</strong> que saiu no início deste ano. Com todas as definições gráficas no máximo tirando o Ray Tracing que impacta imenso a performance, o jogo correu lindamente a 60FPS durante o nosso tempo passado.</p></li><li><p>Em <a href="https://geekinout.pt/artigos/lego-batman-legacy-of-the-dark-knight-analise" data-as-button="false"><strong>LEGO Batman: Legacy of the Dark Knight</strong></a>, aproveitámos para experimentar o novo modo Mayhem que saiu esta semana. Com as opções gráficas a misturar algumas definições em High e em Medium e upscaling implementado no modo Qualidade, a nossa diversão cooperativa foi um pouco mais instável. Ainda que mantivesse os 60 FPS em algumas secções, houve momentos mais caóticos em que a taxa caía para os 50 e até para os 40 e poucos durante alguns instantes.</p></li><li><p>Em <strong>Horizon Zero Dawn Remastered</strong>, com o upscaling de tentar alcançar os 60 FPS e uma mistura de gráficos Medium e High, o título conseguia atingir o objetivo de forma regular, mas com várias quebras nas secções iniciais enquanto explorava o mundo aberto e também visitava Mother&#039;s Crown onde existe uma forte densidade de NPCs. </p></li></ul><p><span class="article-figure"><img class="" src="https://geekinout.pt//storage/images/b7ef876d-8c7e-4209-b18e-5a06e888a478.jpg" alt="LEGO Batman 3 Stem Machine" width="1920" height="1080"><span class="article-figure-caption">LEGO Batman 3 Stem Machine</span></span><em>LEGO Batman 3 a correr na Steam Machine (© Geekinout.pt)</em></p><p>O desempenho geral do que experimentei até agora tem sido boa, portando-se de forma expectável em títulos mais otimizados e simples ao atingir uma experiência consistente e sem grandes concessões. Em jogos mais pesados, já encontrei mais soluços que me obrigaram a algum trabalho de paciência para alcançar uma jogabilidade fluida que se assemelhe a uma consola, que é onde um dos problemas do dispositivo se encontra. </p><p>A Steam Machine é na sua essência um PC, por muito que o seu OS tente replicar a experiência de uma consola. Vais ter que andar a visitar muitas vezes as opções gráficas e a ver que compromissos tens que tomar para aumentar a performance, enquanto na PlayStation 5, por exemplo, grande parte dos jogos tem duas ou três opções visuais com os seus objetivos a alcançar, mas não há muito mais preocupações com esse aspeto. </p><p>Com a Steam Deck, alguns estúdios chegaram a implementar settings gráficos adaptados ao dispositivo algum tempo após o seu lançamento, como aconteceu com o Cyberpunk 2077, portanto resta saber se com a Machine vamos ter o mesmo tipo de atenção. </p><p><span class="article-figure"><img class="" src="https://geekinout.pt//storage/images/91ad7a57-7d83-47c1-980f-cf0a93e03f77.png" alt="Steam Machine preço" width="954" height="485"><span class="article-figure-caption">Steam Machine preço</span></span><br><em>Crédito da imagem: Valve</em></p><p>Ultimamente, tendo em conta o seu preço, que excede os 1000 euros no modelo com menos espaço de armazenamento, esta não atinge o objetivo de ser viável a 4K como o marketing inicial prometia, e o seu desempenho pode desapontar quem esperava algo de maior nível, o que vai ao encontro do ponto principal do meu veredito.</p>
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                                        ]]></description>
                <author>geral@geekinout.pt (Pedro Gomes)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/steam-machine-analise</guid>
                <pubDate>Wed, 23 Sep 2026 15:43:37 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>Middle-earth: Shadow Bundle traz Shadow of Mordor e Shadow of War à Switch 2, com 50% de desconto</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/middle-earth-shadow-bundle-traz-shadow-of-mordor-e-shadow-of-war-a-switch-2-com-50-de-desconto</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>Exatamente 12 anos depois do lançamento original, a 30 de setembro de 2014, o Middle-earth: Shadow of Mordor está de regresso, desta vez na Nintendo Switch 2, e traz a sequela consigo num bundle apelativo.</p><p>A Aspyr anunciou o Middle-earth: Shadow Bundle, que junta o Shadow of Mordor Game of the Year Edition e o Shadow of War Definitive Edition numa única compra, marcando a primeira vez que ambos os jogos chegam a uma consola da Nintendo. As duas edições incluem todo o conteúdo adicional lançado ao longo dos anos, incluindo as expansões Lord of the Hunt e The Bright Lord no primeiro jogo.</p><p>O grande atrativo mantém-se o mesmo de sempre: o Nemesis System, que gera orcs rivais que se lembram de cada confronto, derrota ou encontro com o jogador, e que continua a ser um dos sistemas mais elogiados da última década de jogos de ação. </p><p>No Shadow of War, a funcionalidade Garrison, que permite gerir os orcs recrutados entre regiões, passa a funcionar totalmente offline nesta versão, mas os modos online, como Conquests, Vendettas, Fight Pits e Chests, não estão disponíveis nesta edição para Switch 2.</p><p>Os dois jogos também podem ser comprados em separado, mas o bundle sai a 34,99€, com desconto de 50% sobre o preço base de 69,99€, uma oferta válida até 5 de outubro segundo a eShop portuguesa. O Middle-earth: Shadow Bundle chega à Nintendo Switch 2 já no dia 30 de setembro.</p>
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                                        ]]></description>
                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/middle-earth-shadow-bundle-traz-shadow-of-mordor-e-shadow-of-war-a-switch-2-com-50-de-desconto</guid>
                <pubDate>Wed, 23 Sep 2026 14:18:14 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>Filme de Resident Evil está &quot;inacabado&quot; na versão internacional</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/filme-de-resident-evil-esta-inacabado-na-versao-internacional</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>O novo filme de <a href="https://geekinout.pt/artigos/resident-evil-2026-filme-critica" data-as-button="false">Resident Evil de Zack Cregger</a> foi um sucesso de bilheteira, com mais de 100 milhões de dólares arrecadados no primeiro fim de semana a nível mundial, estabelecendo um novo recorde para adaptações de videojogos no cinema. Mas o realizador revelou um detalhe que até agora ninguém se tinha apercebido: a versão que chegou aos cinemas internacionais, incluindo Portugal, é diferente da versão americana.</p><p>Em entrevista ao podcast <a href="https://podcasts.apple.com/us/podcast/2026-best-picture-power-rankings-and-the-best-movies/id1439252196?i=1000791024264" data-as-button="false">The Big Picture</a>, Cregger explicou que o filme ficou concluído &quot;talvez&quot; duas semanas antes do lançamento, o que levou a perder o prazo de entrega do DCP internacional, o ficheiro digital enviado aos cinemas fora dos Estados Unidos.</p><blockquote><p>Foi trabalho até às 23h59 de sábado porque o DCP tinha de ser enviado&quot;, disse o realizador. &quot;A versão internacional é diferente da versão doméstica porque eu ainda precisava de fazer alterações e perdemos o prazo internacional. Há planos com que não estou satisfeito na versão internacional que ficaram melhores na versão doméstica. Foi tão à justa.&quot;</p></blockquote><p>Cregger não especificou quais as diferenças concretas entre as duas versões, e é provável que a maioria dos espetadores não as consiga identificar. Os processos de pós-produção mais comuns nesta fase final são efeitos visuais e correção de cor.</p><p>Vale recordar que Cregger lançou dois filmes em pouco mais de 12 meses (o outro filme foi Weapons), o que torna o calendário de produção particularmente exigente.</p>
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                                        ]]></description>
                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/filme-de-resident-evil-esta-inacabado-na-versao-internacional</guid>
                <pubDate>Wed, 23 Sep 2026 11:16:39 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>Diretor da história de Gears of War E-Day já foi despedido e o jogo nem foi lançado</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/diretor-da-historia-de-gears-of-war-e-day-ja-foi-despedido-e-o-jogo-nem-foi-lancado</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>Sabemos que a indústria dos videojogos está a passar por uma fase dura e sem misericórdia, com despedimentos constantes. Mas ainda assim, há decisões que não ficam bem na fotografia. Despedir o diretor de história de um jogo logo depois do desenvolvimento terminar é uma delas.</p><p>Foi isto o que aconteceu a Juan Vaca, responsável pela história de Gears of War E-Day. Através do <a href="https://www.linkedin.com/posts/juanvaca_i-am-part-of-this-round-of-microsoft-layoffs-activity-7508207178269315072-DSLS?utm_source=li_share&amp;utm_content=feedcontent&amp;utm_medium=g_dt_web&amp;utm_campaign=copy" data-as-button="false">Linkedin</a>, Juan Vaca partilhou a notícia de que foi um dos <a href="https://geekinout.pt/artigos/halo-vai-virar-call-of-duty-activision-vai-desenvolver-o-proximo-jogo-da-serie" data-as-button="false">268 afetados pelos despedimentos de hoje</a>, que fazem parte de uma grande reestruturação dos estúdios Xbox.</p><p>Gears of War E-Day, que vai ser lançado a 6 de outubro, atingiu recentemente o estado Gold, o que significa que o desenvolvimento chegou oficialmente ao fim (embora nos dias atuais, a equipa continue a trabalhar para corrigir erros e ter várias atualizações disponíveis no lançamento e dias seguintes).</p><p>Vaca juntou-se à The Coalition em 2022 e a sua função foi ajudar a construir uma história desde o conceito até à versão final, em execução no jogo.</p>
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                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
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                <pubDate>Tue, 22 Sep 2026 23:03:06 +0100</pubDate>
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                <title>LEGO x Dragon Ball é agora oficial</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/lego-x-dragon-ball-e-agora-oficial</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>É oficial: Dragon Ball vai-se juntar à enorme lista de colaborações da LEGO.</p><p>Tanto a LEGO como a Toei Animation oficializaram hoje através das redes sociais esta colaboração, com um curto teaser que mostra as 7 bolas do dragão a brilhar, com a descrição: &quot;estás pronto para pedir um desejo?&quot;.</p><p>Os logótipos escolhidos para o teaser não deixam dúvidas: os primeiros sets da coleção vai ser baseados no anime original de Dragon Ball (ou seja, nesta primeira ronda não vai haver Dragon Ball Z).</p><p>De acordo com os rumores anteriores, um dos primeiros sets será o Dragão Sagrado (Shenlong na versão original).</p><div>
    <blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/DdkdluPDnB0/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14"><div> <a href="https://www.instagram.com/reel/DdkdluPDnB0/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank"> <div> <div></div> <div> <div></div> <div></div></div></div><div></div> <div><svg width="50px" height="50px" viewBox="0 0 60 60" version="1.1" xmlns="https://www.w3.org/2000/svg" xmlns:xlink="https://www.w3.org/1999/xlink"><g stroke="none" stroke-width="1" fill="none" fill-rule="evenodd"><g transform="translate(-511.000000, -20.000000)" fill="#000000"><g><path d="M556.869,30.41 C554.814,30.41 553.148,32.076 553.148,34.131 C553.148,36.186 554.814,37.852 556.869,37.852 C558.924,37.852 560.59,36.186 560.59,34.131 C560.59,32.076 558.924,30.41 556.869,30.41 M541,60.657 C535.114,60.657 530.342,55.887 530.342,50 C530.342,44.114 535.114,39.342 541,39.342 C546.887,39.342 551.658,44.114 551.658,50 C551.658,55.887 546.887,60.657 541,60.657 M541,33.886 C532.1,33.886 524.886,41.1 524.886,50 C524.886,58.899 532.1,66.113 541,66.113 C549.9,66.113 557.115,58.899 557.115,50 C557.115,41.1 549.9,33.886 541,33.886 M565.378,62.101 C565.244,65.022 564.756,66.606 564.346,67.663 C563.803,69.06 563.154,70.057 562.106,71.106 C561.058,72.155 560.06,72.803 558.662,73.347 C557.607,73.757 556.021,74.244 553.102,74.378 C549.944,74.521 548.997,74.552 541,74.552 C533.003,74.552 532.056,74.521 528.898,74.378 C525.979,74.244 524.393,73.757 523.338,73.347 C521.94,72.803 520.942,72.155 519.894,71.106 C518.846,70.057 518.197,69.06 517.654,67.663 C517.244,66.606 516.755,65.022 516.623,62.101 C516.479,58.943 516.448,57.996 516.448,50 C516.448,42.003 516.479,41.056 516.623,37.899 C516.755,34.978 517.244,33.391 517.654,32.338 C518.197,30.938 518.846,29.942 519.894,28.894 C520.942,27.846 521.94,27.196 523.338,26.654 C524.393,26.244 525.979,25.756 528.898,25.623 C532.057,25.479 533.004,25.448 541,25.448 C548.997,25.448 549.943,25.479 553.102,25.623 C556.021,25.756 557.607,26.244 558.662,26.654 C560.06,27.196 561.058,27.846 562.106,28.894 C563.154,29.942 563.803,30.938 564.346,32.338 C564.756,33.391 565.244,34.978 565.378,37.899 C565.522,41.056 565.552,42.003 565.552,50 C565.552,57.996 565.522,58.943 565.378,62.101 M570.82,37.631 C570.674,34.438 570.167,32.258 569.425,30.349 C568.659,28.377 567.633,26.702 565.965,25.035 C564.297,23.368 562.623,22.342 560.652,21.575 C558.743,20.834 556.562,20.326 553.369,20.18 C550.169,20.033 549.148,20 541,20 C532.853,20 531.831,20.033 528.631,20.18 C525.438,20.326 523.257,20.834 521.349,21.575 C519.376,22.342 517.703,23.368 516.035,25.035 C514.368,26.702 513.342,28.377 512.574,30.349 C511.834,32.258 511.326,34.438 511.181,37.631 C511.035,40.831 511,41.851 511,50 C511,58.147 511.035,59.17 511.181,62.369 C511.326,65.562 511.834,67.743 512.574,69.651 C513.342,71.625 514.368,73.296 516.035,74.965 C517.703,76.634 519.376,77.658 521.349,78.425 C523.257,79.167 525.438,79.673 528.631,79.82 C531.831,79.965 532.853,80.001 541,80.001 C549.148,80.001 550.169,79.965 553.369,79.82 C556.562,79.673 558.743,79.167 560.652,78.425 C562.623,77.658 564.297,76.634 565.965,74.965 C567.633,73.296 568.659,71.625 569.425,69.651 C570.167,67.743 570.674,65.562 570.82,62.369 C570.966,59.17 571,58.147 571,50 C571,41.851 570.966,40.831 570.82,37.631"></path></g></g></g></svg></div><div> <div>Ver esta publicação no Instagram</div></div><div></div> <div><div> <div></div> <div></div> <div></div></div><div> <div></div> <div></div></div><div> <div></div> <div></div> <div></div></div></div> <div> <div></div> <div></div></div></a><p><a href="https://www.instagram.com/reel/DdkdluPDnB0/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank">Uma publicação partilhada por LEGO (@lego)</a></p></div></blockquote>

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                                        ]]></description>
                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/lego-x-dragon-ball-e-agora-oficial</guid>
                <pubDate>Tue, 22 Sep 2026 16:09:46 +0100</pubDate>
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                <title>Halo vai virar Call of Duty? Activision vai desenvolver o próximo jogo da série</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/halo-vai-virar-call-of-duty-activision-vai-desenvolver-o-proximo-jogo-da-serie</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>A Xbox anunciou hoje mais 268 despedimentos e uma reorganização profunda dos seus estúdios, incluindo uma decisão que vai levantar muitas sobrancelhas: o próximo jogo de Halo será desenvolvido pela Activision, o estúdio por detrás de Call of Duty.</p><p>Segundo o comunicado partilhado pela liderança da Xbox, a Activision expande o seu âmbito para incluir também a World&#039;s Edge e a Rare, e ficará responsável por um novo título de Halo, desenvolvido por uma equipa dedicada e separada das equipas de Call of Duty. Uma equipa pequena da Halo Studios continuará a dar suporte à comunidade e aos jogos já lançados.</p><p>A Bethesda também vai ser expandida para incluir a Obsidian, que continuará os seus projetos atuais, incluindo Grounded e o novo projeto Fallout em colaboração com a Bethesda Game Studios.</p><p>Entretanto, também serão feitas as seguintes mudanças:</p><ul><li><p>A Playground Games e a Turn 10 fundem-se numa única equipa focada nas franchises Forza e Fable.</p></li><li><p>A King expande o seu âmbito para incluir os Microsoft Casual Games, unindo as duas divisões de jogos casuais da empresa.</p></li></ul><h2>A Ninja Theory pode ser encerrada</h2><p>Das <a href="https://geekinout.pt/artigos/xbox-despede-3200-pessoas-e-vende-quatro-estudios-o-nosso-negocio-nao-esta-saudavel" data-as-button="false">quatro vendas de estúdios anunciadas anteriormente</a>, três concretizaram-se com sucesso. </p><p>A Compulsion Games e a Double Fine regressaram à independência com os seus IPs e catálogos. A Undead Labs transitou em termos semelhantes e, com uma nova editora, lançará State of Decay 3 no Game Pass no dia de lançamento.</p><p>Porém, os dois acordos negociados para a venda da Ninja Theory falharam. A Xbox iniciará agora um processo de consulta com os funcionários sobre um possível encerramento do estúdio, enquanto continua a explorar outras alternativas. O processo relativo à Arkane ainda está em curso e deverá prolongar-se até ao final do ano.</p><p>Com estas ações, a Xbox afirma estar aproximadamente a três quartos do processo de reestruturação anunciado em julho.</p><div>
    <blockquote class="instagram-media" data-instgrm-captioned data-instgrm-permalink="https://www.instagram.com/reel/Ddl-uDpsoPL/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" data-instgrm-version="14"><div> <a href="https://www.instagram.com/reel/Ddl-uDpsoPL/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank"> <div> <div></div> <div> <div></div> <div></div></div></div><div></div> <div><svg width="50px" height="50px" viewBox="0 0 60 60" version="1.1" xmlns="https://www.w3.org/2000/svg" xmlns:xlink="https://www.w3.org/1999/xlink"><g stroke="none" stroke-width="1" fill="none" fill-rule="evenodd"><g transform="translate(-511.000000, -20.000000)" fill="#000000"><g><path d="M556.869,30.41 C554.814,30.41 553.148,32.076 553.148,34.131 C553.148,36.186 554.814,37.852 556.869,37.852 C558.924,37.852 560.59,36.186 560.59,34.131 C560.59,32.076 558.924,30.41 556.869,30.41 M541,60.657 C535.114,60.657 530.342,55.887 530.342,50 C530.342,44.114 535.114,39.342 541,39.342 C546.887,39.342 551.658,44.114 551.658,50 C551.658,55.887 546.887,60.657 541,60.657 M541,33.886 C532.1,33.886 524.886,41.1 524.886,50 C524.886,58.899 532.1,66.113 541,66.113 C549.9,66.113 557.115,58.899 557.115,50 C557.115,41.1 549.9,33.886 541,33.886 M565.378,62.101 C565.244,65.022 564.756,66.606 564.346,67.663 C563.803,69.06 563.154,70.057 562.106,71.106 C561.058,72.155 560.06,72.803 558.662,73.347 C557.607,73.757 556.021,74.244 553.102,74.378 C549.944,74.521 548.997,74.552 541,74.552 C533.003,74.552 532.056,74.521 528.898,74.378 C525.979,74.244 524.393,73.757 523.338,73.347 C521.94,72.803 520.942,72.155 519.894,71.106 C518.846,70.057 518.197,69.06 517.654,67.663 C517.244,66.606 516.755,65.022 516.623,62.101 C516.479,58.943 516.448,57.996 516.448,50 C516.448,42.003 516.479,41.056 516.623,37.899 C516.755,34.978 517.244,33.391 517.654,32.338 C518.197,30.938 518.846,29.942 519.894,28.894 C520.942,27.846 521.94,27.196 523.338,26.654 C524.393,26.244 525.979,25.756 528.898,25.623 C532.057,25.479 533.004,25.448 541,25.448 C548.997,25.448 549.943,25.479 553.102,25.623 C556.021,25.756 557.607,26.244 558.662,26.654 C560.06,27.196 561.058,27.846 562.106,28.894 C563.154,29.942 563.803,30.938 564.346,32.338 C564.756,33.391 565.244,34.978 565.378,37.899 C565.522,41.056 565.552,42.003 565.552,50 C565.552,57.996 565.522,58.943 565.378,62.101 M570.82,37.631 C570.674,34.438 570.167,32.258 569.425,30.349 C568.659,28.377 567.633,26.702 565.965,25.035 C564.297,23.368 562.623,22.342 560.652,21.575 C558.743,20.834 556.562,20.326 553.369,20.18 C550.169,20.033 549.148,20 541,20 C532.853,20 531.831,20.033 528.631,20.18 C525.438,20.326 523.257,20.834 521.349,21.575 C519.376,22.342 517.703,23.368 516.035,25.035 C514.368,26.702 513.342,28.377 512.574,30.349 C511.834,32.258 511.326,34.438 511.181,37.631 C511.035,40.831 511,41.851 511,50 C511,58.147 511.035,59.17 511.181,62.369 C511.326,65.562 511.834,67.743 512.574,69.651 C513.342,71.625 514.368,73.296 516.035,74.965 C517.703,76.634 519.376,77.658 521.349,78.425 C523.257,79.167 525.438,79.673 528.631,79.82 C531.831,79.965 532.853,80.001 541,80.001 C549.148,80.001 550.169,79.965 553.369,79.82 C556.562,79.673 558.743,79.167 560.652,78.425 C562.623,77.658 564.297,76.634 565.965,74.965 C567.633,73.296 568.659,71.625 569.425,69.651 C570.167,67.743 570.674,65.562 570.82,62.369 C570.966,59.17 571,58.147 571,50 C571,41.851 570.966,40.831 570.82,37.631"></path></g></g></g></svg></div><div> <div>Ver esta publicação no Instagram</div></div><div></div> <div><div> <div></div> <div></div> <div></div></div><div> <div></div> <div></div></div><div> <div></div> <div></div> <div></div></div></div> <div> <div></div> <div></div></div></a><p><a href="https://www.instagram.com/reel/Ddl-uDpsoPL/?utm_source=ig_embed&amp;utm_campaign=loading" target="_blank">Uma publicação partilhada por Geekinout.pt | Jorge Loureiro (@geekinout.pt)</a></p></div></blockquote>

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<p></p>
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                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/halo-vai-virar-call-of-duty-activision-vai-desenvolver-o-proximo-jogo-da-serie</guid>
                <pubDate>Tue, 22 Sep 2026 15:58:23 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>Jogadores Xbox vão receber The Witcher 3 de graça no PC</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/jogadores-xbox-vao-receber-the-witcher-3-de-graca-no-pc</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>Se tens a versão Xbox de The Witcher 3, então sorri porque há uma boa notícia.</p><p>A CD Projekt anunciou (através da sua conta japonesa no X) que, como a versão Remasterizada de The Witcher 3 tem suporte para Xbox Plays Anywhere, quem tem a versão da consola vai ter, sem pagar nada, acesso à versão para PC através da loja Xbox.</p><p>Vale a pena recordar que o upgrade de The Witcher 3 para a versão remasterizada, que vai ficar disponível a 29 de setembro, é totalmente gratuito. Neste caso, os jogadores da Xbox vão passar a ter acesso a duas versões melhoradas do jogo, sem custos adicionais.</p><p>Parece demasiado bom para ser verdade, mas neste caso, é mesmo real.</p><div>
    <blockquote class="twitter-tweet"><p lang="ja" dir="ltr">【お知らせ】<br>9月29日の『ウィッチャー３ ワイルドハント』の「リマスターアップデート」配信に伴い、Xbox版が「Xbox Play Anywhere」に対応いたします。これにより、Xboxで『ウィッチャー３ ワイルドハント』をお持ちのお客様は、Microsoft…</p>&mdash; CD PROJEKT RED - Japan (@CDPRJP) <a href="https://x.com/CDPRJP/status/2101869030143377416?ref_src=twsrc%5Etfw">September 21, 2026</a></blockquote> 
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                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/jogadores-xbox-vao-receber-the-witcher-3-de-graca-no-pc</guid>
                <pubDate>Tue, 22 Sep 2026 11:32:19 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>Sony testa programa de recompensa para quem comprar jogos na PS Store</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/sony-testa-programa-de-recompensa-para-quem-comprar-jogos-na-ps-store</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>Com o formato físico na PlayStation com fim à vista em 2028, a Sony parece estar à procura de novas formas de incentivar os jogadores a continuarem a adquirir jogos em formato digital na PlayStation Store.</p><p>Um desses incentivos pode ser um novo programa de recompensas, que está neste momento em fase de testes.</p><p>Vários utilizadores relatam (com imagens de prova) que a compra de jogos selecionados na PlayStation Store estão a garantir um crédito de $10 para voltar a gastar noutros produtos. A recompensa surge em títulos recentes como Onimusha: Way of the Sword, Blood of Dawnwalker e o novo Halloween.</p><p>O programa foi avistado no Estados Unidos e também Reino Unido, mas não está a aparecer a todos os utilizadores, o que indica que a Sony ainda está a testar para ver a reação e resultado dos utilizadores.</p><p>Oficialmente, a PlayStation ainda não se pronunciou sobre esta programa. É também incerto se chegará a Portugal, tendo em conta que nem todas as iniciativas da marca são aplicadas à escala global, como por exemplo, a <a href="https://geekinout.pt/artigos/playstation-lanca-televisao-gratuita-com-anuncios-na-ps5" data-as-button="false">televisão gratuita da PS5</a>.</p><div>
    <blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">Looks like &quot;Wallet Credits&quot; is a new rewards program?<br><br>Some users are getting $10 in PS Store credit after purchasing a new game like Onimusha, Blood of Dawnwalker, Halloween or etc. <br><br>Strange that Sony hasn&#39;t officially announced this yet <a href="https://t.co/9oeb5Ojd9k">https://t.co/9oeb5Ojd9k</a> <a href="https://t.co/je2snyOjMl">pic.twitter.com/je2snyOjMl</a></p>&mdash; Radec (@realradec) <a href="https://x.com/realradec/status/2102041601849561176?ref_src=twsrc%5Etfw">September 21, 2026</a></blockquote> 
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    <blockquote class="twitter-tweet"><p lang="qme" dir="ltr"> <a href="https://t.co/fSNvTuI9rC">pic.twitter.com/fSNvTuI9rC</a></p>&mdash; Sam (@coopxrrrrrr) <a href="https://x.com/coopxrrrrrr/status/2102034640575873410?ref_src=twsrc%5Etfw">September 21, 2026</a></blockquote> 
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                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/sony-testa-programa-de-recompensa-para-quem-comprar-jogos-na-ps-store</guid>
                <pubDate>Tue, 22 Sep 2026 10:49:06 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>Kojima afirma que mantém boa relação com a PlayStation, apesar da troca para a Xbox</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/kojima-afirma-que-mantem-boa-relacao-com-a-playstation-apesar-da-troca-para-a-xbox</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>A Kojima Productions publicou um comunicado oficial em resposta a um artigo do Bloomberg publicado na semana passada, que especulava sobre os motivos que levaram o estúdio a mudar de parceiro para <a href="https://geekinout.pt/artigos/sony-cancelou-physint-de-hideo-kojima-e-a-xbox-salvou-o-jogo" data-as-button="false">Physint</a>, passando da PlayStation para a Xbox.</p><p>O artigo mencionava as vendas fracas de Death Stranding 2, que não teriam correspondido às expectativas da PlayStation, e atrasos no desenvolvimento de Physint, que já estaria a exceder o orçamento previsto.</p><p>Isto teria levado a PlayStation a desistir do projecto, o que obrigou Hideo Kojima a procurar um novo parceiro para publicar o jogo e continuar com o financiamento. Acontece que esse parceiro é a Xbox, rival direta da PlayStation nas consolas.</p><p>O estúdio reconhece que, por norma, não comenta especulações, mas justificou a exceção com o impacto que as alegações tiveram junto de fãs, parceiros criativos e colegas com quem a Kojima Productions trabalha há 30 anos.</p><blockquote><p>Nenhuma das alegações escritas partiu de qualquer fonte oficial ou declarada&quot;, lê-se no comunicado, com o estúdio a encorajar os leitores a encará-las &quot;com uma dose de ceticismo&quot;.</p></blockquote><p>Em relação ao estado atual da empresa, a Kojima Productions foi direta: o estúdio encontra-se numa situação saudável e lucrativa, o desenvolvimento de Physint continua a avançar com a Xbox, e a relação com a PlayStation mantém-se forte.</p><p>A Kojima Productions não confirmou nem desmentiu os detalhes específicos das alegações, limitando-se a rejeitar a credibilidade das fontes utilizadas.</p><p>Neste momento, o estúdio de Hideo Kojima tem dois jogos em desenvolvimento em parceria com a Xbox. O primeiro é OD, um jogo de terror experimental desenvolvido em colaboração com o realizador de cinema Jordan Peele. O outro é Physint, que originalmente era um exclusivo PlayStation.</p>
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                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/kojima-afirma-que-mantem-boa-relacao-com-a-playstation-apesar-da-troca-para-a-xbox</guid>
                <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 15:25:31 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>Sonic the Hedgehog e Sonic 2 recebem cartuchos colecionáveis de edição limitada para celebrar o 35.º aniversário</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/sonic-the-hedgehog-e-sonic-2-recebem-cartuchos-colecionaveis-de-edicao-limitada-para-celebrar-o-35o-aniversario</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>A iam8bit e a SEGA anunciaram duas edições comemorativas em cartucho para celebrar o 35.º aniversário de Sonic the Hedgehog. Sim, estamos a falar de um relaçamento em formato físico (e jogável) dos dois primeiros jogos da saga.</p><p>Ambos os jogos já estão disponíveis para reserva, com o preço de $99,99 cada um através do site da <a href="https://www.iam8bit.com/products/sonic-the-hedgehog-2-35th-anniversary-legacy-cartridge-collection" data-as-button="false">Iam8Bit</a>.</p><p>É importante sublinhar que os cartuchos são compatíveis com a Sega Genesis, a versão NTSC americana da consola que na Europa conhecemos como Mega Drive. Quem tiver a versão PAL da consola, vai precisar de um adaptador de região para os usar.</p><h3>O que inclui cada edição</h3><p><strong>Sonic the Hedgehog — Legacy Cartridge Collection</strong></p><ul><li><p>Cartucho translúcido azul &quot;Blue Blur&quot;, embalagem clamshell laranja com folha premium, manual de instruções a cores com arte restaurada e um novo prefácio, e surpresas retro no interior da caixa. O design da embalagem e restauro ficaram a cargo de Jango Snow Art &amp; Design, com fabrico pela Retrotainment Games.</p></li></ul><p><strong>Sonic the Hedgehog 2 — Legacy Cartridge Collection</strong></p><ul><li><p>Cartucho translúcido âmbar &quot;Two Tail Amber&quot;, com a mesma estrutura de embalagem premium e os mesmos extras colecionáveis do primeiro título.</p></li></ul><p>Em ambas as edições, 1 em cada 8 cartuchos foi &quot;infundido com energia de Esmeralda do Caos&quot;. Na prática, isto significa que essa versão especial tem um acabamento com um brilho que vem do interior (ver a imagem de capa, onde isso fica evidente).</p><p>O limite de compra é de duas unidades por cliente.</p><p>A primeira ronda de encomendas vai ser enviada no terceiro trimestre de 2026, com uma segunda ronda no quarto trimestre. As restantes encomendas vão ser enviadas para os clientes no primeiro trimestre de 2027.</p>
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                                        ]]></description>
                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/sonic-the-hedgehog-e-sonic-2-recebem-cartuchos-colecionaveis-de-edicao-limitada-para-celebrar-o-35o-aniversario</guid>
                <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 11:10:18 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>Vendas de Wolverine: é o terceiro maior lançamento da PS5 no Reino Unido</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/vendas-de-wolverine-e-o-terceiro-maior-lancamento-da-ps5-no-reino-unido</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>Os dados das vendas de Wolverine no Reino Unido já são conhecidos.</p><p>De acordo com Christopher Dring, editor do The Game Business, o jogo da Insomniac Games, que ficou disponível a 15 de setembro, é o terceiro maior lançamento de 2026 na PS5, ficando atrás de Resident Evil Requiem e 007 First Light, mas à frente de Assassin&#039;s Creed: Black Flag Resync.</p><p>É importante sublinhar que estes dados são referentes à edição em formato físico, não estão englobados os dados das vendas digitais, que atualmente representam a fatia maior do bolo das vendas.</p><p>Comparativamente ao jogo anterior da Insomniac Games – Spider-Man 2 – Wolverine vendeu 60% menos. Vendeu ligeiramente mais do que Ghost of Yotei e três vezes mais do que Death Stranding 2.</p><p>Marvel&#039;s Wolverine está envolvido em controvérsia desde que saíram as primeiras análises. As pontuações não corresponderam às expectativas e o jogo foi criticado severamente por sistemas de ajuda demasiado presentes.</p><p>Podes ler aqui a nossa <a href="https://geekinout.pt/artigos/marvels-wolverine-analise" data-as-button="false">review a Wolverine</a>.</p><div>
    <blockquote class="twitter-tweet"><p lang="en" dir="ltr">Marvel&#39;s Wolverine is the No.3 biggest PS5 UK launch of 2026 (boxed sales). Behind Resident Evil and 007. But ahead of Assassin&#39;s Creed: Black Flag Resynced. <br><br>It&#39;s 60% lower than Spider-Man 2 and marginally lower than Ghost of Yotei. Nearly 3x bigger than Death Stranding 2</p>&mdash; Christopher Dring (@Chris_Dring) <a href="https://x.com/Chris_Dring/status/2101886497171615903?ref_src=twsrc%5Etfw">September 21, 2026</a></blockquote> 
</div>

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                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
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                <pubDate>Mon, 21 Sep 2026 09:55:27 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>Multiplayer de GTA VI chega em 2027, afirma CEO da Twitch</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/gta-vi-online-chega-em-2027-afirma-ceo-da-twitch</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>A Rockstar Games ainda não falou sobre os seus planos para a componente online de GTA VI, preferindo focar-se no lançamento do jogo, que apenas terá campanha single-player a 19 de novembro.</p><p>Mas, o CEO da Twitch, Dan Clancy, adiantou-se e revelou numa entrevista quando é que o modo multiplayer online vai ser lançado. E com base nas declarações, não parece que o CEO esteja a especular, visto que afirma que tem falado imenso com a Rockstar Games sobre o impacto do jogo na plataforma de streaming.</p><blockquote><p>Passámos muito tempo a falar com a Rockstar sobre os seus planos, e também a ajudá-los como podem interagir com os nossos criadores. Vais ver este grande salto com GTA VI, mas vai haver um salto ainda maior no próximo ano quando lançarem o multiplayer.</p></blockquote><p>Estas declarações foram dadas numa <a href="https://www.bloomberg.com/news/articles/2026-09-17/twitch-ceo-urges-game-firms-to-avoid-attention-vortex-of-gta-6 " data-as-button="false">entrevista com o Bloomberg</a>. Até agora, a Rockstar Games não veio a publicar comentar o que foi dito.</p>
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                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
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                <pubDate>Fri, 18 Sep 2026 09:35:00 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>Afinal, GTA VI tem edição física... mas apenas para o CD e Vinyl da banda sonora</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/afinal-gta-vi-tem-edicao-fisica-mas-apenas-para-o-cd-e-vinyl-da-banda-sonora</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>A Rockstar Games revelou GTA VI: The Album, a banda sonora oficial de Grand Theft Auto VI, com 34 faixas originais que capturam a energia de Vice City e Leonida. O álbum será lançado a 19 de novembro, em simultâneo com o jogo, e já é possível ouvir seis singles através do <a href="https://open.spotify.com/intl-pt/artist/15o7qdDTBzs6xWRUYUtZc1" data-as-button="false">Spotify</a>.</p><p>Esta não é a edição física, nem edição de colecionador, que os fãs tanto têm pedido. Mas é, sem dúvida, uma edição física.</p><p><strong>Os seis singles já disponíveis</strong></p><ul><li><p>That&#039;s It — Yung Lean, feat. Future e Metro Boomin&#039;</p></li><li><p>RHYNO — Travis Scott</p></li><li><p>Sexy Magic — CA7RIEL &amp; Paco Amoroso, PinkPantheress, Fred again.., Etienne de Crécy</p></li><li><p>Last Thing You Need — Morgan Wallen</p></li><li><p>Macacoa 2000 — Rauw Alejandro</p></li><li><p>Bright Lights, Big City — Keith Richards</p></li></ul><h3>Formatos e preços</h3><p>O álbum estará disponível em versão digital e em formato físico, para pré-encomenda com três opções:</p><ul><li><p>CD: 16,99€</p></li><li><p>Vinil: 51,99€</p></li><li><p>Vinil Edição Limitada: 123,99€</p></li></ul><p>A edição limitada de vinil inclui arte adicional inspirada no universo de Vice City, com design em tons de rosa e azul característicos da estética do jogo.</p><p><span class="article-figure"><img class="" src="https://geekinout.pt//storage/images/e4c5cfe2-ba16-488d-b7ee-677dcb44bc7f.png" alt="GTA VI banda sonora" width="804" height="514"><span class="article-figure-caption">GTA VI banda sonora</span></span><br><em>Crédito da imagem: Rockstar Games</em></p>
                                            <img src="/storage/5373/01M2QSZ45ZW309PMBEH2460J04.jpeg" alt="image"/>
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                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
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                <pubDate>Thu, 17 Sep 2026 14:47:45 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>Bill Skarsgård é o protagonista de Physint, o novo jogo de Hideo Kojima para a Xbox</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/bill-skarsgard-e-o-protagonista-de-physint-o-novo-jogo-de-hideo-kojima-para-a-xbox</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>Hideo Kojima confirmou hoje durante o Xbox Tokyo Game Show 2026 que Bill Skarsgård vai protagonizar Physint, o seu novo jogo de ação e espionagem atualmente em desenvolvimento com a Xbox.</p><blockquote><p>Estou encantado em confirmar que o papel principal de Physint será de Bill Skarsgård&quot;, disse Kojima no anúncio. &quot;Somos fãs mútuos do trabalho um do outro há muito tempo, e decidimos embarcar juntos nesta nova aventura. As sessões de fatos, os scans e os testes de câmara que realizámos com o Bill e a Charlee no início deste ano deram-me uma enorme confiança na direção do projeto.&quot;</p></blockquote><p>Skarsgård, conhecido pelo papel de Pennywise em It, junta-se a um elenco que já incluía Charlee Fraser, Don Lee e Minami Hamabe.</p><p>O anúncio surge uma semana depois de Kojima Productions ter confirmado que Physint passou da PlayStation para a Xbox, depois de a Sony ter cancelado o projeto de forma inesperada em junho. A Kojima Productions descreveu Physint como &quot;a culminação de 40 anos de carreira de Hideo Kojima como criador de videojogos&quot;, com o objetivo de estabelecer um novo patamar para o género de ação e espionagem.</p><p>Physint é o terceiro IP original do estúdio, a seguir a Death Stranding e ao próximo OD, um jogo de terror desenvolvido em colaboração com Jordan Peele e com um elenco que inclui Sophia Lillis e Hunter Schafer, também publicado pela Xbox.</p>
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                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
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                <pubDate>Thu, 17 Sep 2026 12:28:37 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>Resident Evil (2026): Um bom filme de terror que falha como adaptação</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/resident-evil-2026-filme-critica</link>
                <description><![CDATA[
                    <p><em>Visto em antestreia no MarShopping, sala IMAX, a convite da Sony Pictures Portugal e da agência WOWMe.</em></p><hr><p>Vou ser direto: gostei do filme. Genuinamente. Zack Cregger é um realizador talentoso (já o tinha provado antes) e este Resident Evil funciona muito bem como filme de terror. O problema é que se chama Resident Evil. e apesar do realizador ser admitidamente um fã da saga, tomou demasiadas liberdades criativas e acabou por diluir o nome da saga.</p><div class="lead"><h3>A primeira metade promete muito</h3></div><p>O filme começa bem, com o pé direito. A primeira metade captura com precisão a atmosfera que define a saga: isolamento, sensação de perigo iminente, personagens que não percebem bem o que está a acontecer à volta delas, e até um toque de gestão de recursos pelo qual os jogos são tão conhecidos. É tenso, é eficaz, e é claramente o trabalho de alguém que percebe de terror. </p><p>Algumas liberdades são tomadas logo à partida, por exemplo, está a nevar em Raccoon City, o que não corresponde ao que sabemos dos jogos. Mas é uma liberdade que funciona para o filme. Não é por aí que a crítica vai. Não sou um daqueles puristas que acha que o filme tem que ser exatamente igual ao jogo.</p><div data-youtube-video="true" class="responsive"></div><p></p><h3>A segunda metade é onde tudo se complica</h3><p>O problema surge quando a história avança e os monstros aparecem. </p><p>Cregger confirmou em entrevista que foi buscar elementos a Resident Evil 4 e Resident Evil 7, e isso nota-se. O T-Virus não se comporta como nos primeiros jogos, e as criaturas que aparecem estão mais próximas das Las Plagas de Resident Evil 4 do que dos zombies clássicos pelos quais a saga ficou marcada.</p><p>O que me incomoda não é a liberdade criativa em si. Numa saga tão rica como Resident Evil, qual é a necesidade de inventar e distorcer elementos clássicos da saga, quando o filme podia ter funcionado exatamente da mesma forma respeitando mais o que aconteceu em Resident Evil 2, que pegando na cronologia dos jogos, seria onde o filme se insere.</p><p>Este Resident Evil é basicamente uma reinterpretação de como o T-Virus se espalhou em Raccoon City, não uma história original no universo, nem uma adaptação fiel dos eventos do jogo. Fica num terreno intermédio. que satisfaz menos em ambas as direções.</p><p>Há também monstros que parecem completamente inventados, sem correspondência nos jogos. E isso é uma escolha difícil de justificar quando existem criaturas icónicas que teriam funcionado muito bem no filme. O Licker, por exemplo, é um dos monstros mais assustadores de toda a saga, e está completamente ausente.</p><div data-youtube-video="true" class="responsive"></div><h2>O que salva o filme</h2><p>A cinematografia é muito boa. Os planos absorvem-nos na imagem. A abordagem minimalista funciona. E como experiência de terror pura, o filme entrega o que promete, tanto que está neste momento com 96% no Rotten Tomatoes, o que é justificado se o avaliarmos enquanto filme de terror.</p><p>Para comparação: os primeiros dois filmes de Resident Evil com Milla Jovovich, com todos os defeitos que têm, acabam por ter mais elementos característicos da saga do que este novo Resident Evil de Cregger.</p>
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                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
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                <pubDate>Thu, 17 Sep 2026 12:10:11 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>Nintendo Switch 2 terá novos bundles em outubro, mas sem bateria substituível pelo utilizador</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/nintendo-switch-2-tera-novos-bundles-em-outubro-mas-sem-bateria-substituivel-pelo-utilizador</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>A Nintendo anunciou hoje que vai lançar na Europa, no final de outubro 29 de outubro, quatro novos bundles da Nintendo Switch, sendo que dois deles são da Nintendo Switch 2 e os dois restantes são ainda da primeira Nintendo Switch.</p><p>Os quatro bundles em questão são:</p><p><strong>Nintendo Switch 2 + Nintendo Switch Sports Resort (22 de outubro)</strong></p><ul><li><p>Inclui consola Nintendo Switch 2, jogo completo Nintendo Switch Sports e um código de subscrição individual de três meses do Nintendo Switch Online.</p></li></ul><p><strong>Nintendo Switch 2 + Mario Kart World (29 de outubro)</strong></p><ul><li><p>Inclui a consola Nintendo Switch 2, o jogo completo Mario Kart World para descarregar e um código de subscrição individual de três meses do Nintendo Switch Online.</p></li></ul><p><strong>Nintendo Switch + Mario Kart 8 Deluxe (29 de outubro)</strong></p><ul><li><p>Inclui a consola Nintendo Switch e uma versão física de Mario Kart 8 Deluxe.</p></li></ul><p><strong>Nintendo Switch Lite + Tomodachi Life: Living the Dream (29 de outubro)</strong></p><ul><li><p>Inclui a consola Nintendo Switch Lite na cor turquesa, o jogo completo Tomodachi Life: Living the Dream para descarregar e um período de teste gratuito de 30 dias do Nintendo Switch Online.</p></li></ul><p>Estes quatro bundles junta-se a <a href="https://geekinout.pt/artigos/nintendo-switch-do-40o-aniversario-do-zelda-ainda-nao-traz-bateria-substituivel" data-as-button="false">edição do 40.º Aniversário de The Legend of Zelda</a>, que também ficará disponível a 29 de outubro.</p><p>Um detalhe importante, confirmado pela Nintendo no comunicado de imprensa, é que nenhuma das consolas Nintendo Switch 2 incluídas nestes novos bundles vêm com bateria substituível pelo utilizador.</p><p>As consolas Switch 2 este tipo de bateria já estão a ser introduzidas lentamente na Europa, para entrar em conformidade com uma lei europeia que entra em vigor em fevereiro de 2027, mas parece que entretanto a Nintendo está a tentar livrar-se do stock antigo.</p>
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                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/nintendo-switch-2-tera-novos-bundles-em-outubro-mas-sem-bateria-substituivel-pelo-utilizador</guid>
                <pubDate>Wed, 16 Sep 2026 16:38:12 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>Estudantes portugueses usam cada vez mais IA para trabalhos de casa</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/estudantes-portugueses-usam-cada-vez-mais-ia-para-trabalhos-de-casa</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>Já fico claro que a Inteligência Artificial veio para ficar e vai fazer cada vez mais parte do nosso quotidiano. E quem está no grupo da frente nessa adesão são os estudantes, de acordo com os dados oficiais da Google.</p><p>Os dados Google Trends partilhados pela Google Portugal apontam um Inteligência Artificial generativa nos últimos 12 meses em Portugal, com o pico de pesquisas dos últimos cinco anos a registar-se em março de 2026.</p><p>Nos últimos meses, verificou-se também uma súbida significativa de uso de IA nos trabalhos de casa.</p><p><strong>Eis um resumo desses dados:</strong></p><ul><li><p>IA generativa: crescimento de 90% nas pesquisas nos últimos 12 meses</p></li><li><p>Gemini Notebook: crescimento de 340% nas pesquisas nos últimos 12 meses, atingindo o valor mais elevado em maio de 2026</p></li><li><p>Apontamentos e tomada de notas: crescimento de 70% nos últimos 12 meses, com máximo em fevereiro de 2026</p></li><li><p>Trabalhos de casa: subida de 50%, com os valores mais elevados no início de janeiro e entre março e abril</p></li><li><p>Agentes de IA: crescimento de 1.820% em 12 meses, com pico em maio de 2026</p></li></ul><p>Este último número é o que mais diz sobre a direção para onde caminhamos. </p><p>Um Agente de IA não é apenas uma ferramenta de pesquis, é um sistema que executa tarefas de forma autónoma. O facto de as pesquisas por este conceito terem aumentado quase 20 vezes em Portugal em um ano sugere que a adoção vai muito além de &quot;pedir ao ChatGPT para resumir um texto. ou fazer perguntas básicas do dia-a-dia.</p><h3>Usar IA na escola é batota ou inevitável?</h3><p>Este debate não é novo e já despoletou no passado várias polémicas. Os números da Google mostram que existe uma grande adopção da IA por todos, desde adultos até estudantes. Agora, fica a pergunta no ar: como é que as escolas e universidades se vão adaptar e reagir a isto.</p><p>Há quem questione a dependência de IA no futuro, e que não é o melhor método de aprendizagem, e também o que acontecerá a essas pessoas num cenário hipotético em que essas ferramentas deixam de estar disponíveis.</p>
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                                        ]]></description>
                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/estudantes-portugueses-usam-cada-vez-mais-ia-para-trabalhos-de-casa</guid>
                <pubDate>Wed, 16 Sep 2026 16:21:23 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>GTA VI: 9 artistas já confirmados para a banda sonora</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/gta-vi-9-artistas-ja-confirmados-para-a-banda-sonora</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>A banda sonora de GTA VI está a ganhar forma, com vários nomes confirmados até agora através teasers nas redes sociais.</p><p>De forma organizada e conjunta, vários  artistas começaram a publicar arte oficial de GTA VI nos seus perfis nas redes sociais, de forma a sinalizar o seu envolvimento no jogo da Rockstar Games.</p><p><strong>Os nove artistas confirmados até ao momento (ou seja, que publicaram arte nos seus perfis) são:</strong></p><ul><li><p>Ca7riel &amp; Paco Amoroso</p></li><li><p>Future (Freebandz)</p></li><li><p>Keith Richards (The Rolling Stones)</p></li><li><p>Metro Boomin</p></li><li><p>Morgan Wallen</p></li><li><p>PinkPantheress</p></li><li><p>Raul Alejandro</p></li><li><p>Travis Scott</p></li><li><p>Yung Lean</p></li></ul><p>A presença de Keith Richards, guitarrista dos Rolling Stones, é talvez o nome mais surpreendente da lista, dado o peso histórico da banda.</p><p>Do lado do hip-hop, Travis Scott, Future e Metro Boomin garantem uma presença forte. PinkPantheress e Yung Lean trazem um ângulo mais alternativo, enquanto Ca7riel &amp; Paco Amoroso e Raul Alejandro reforçam o alcance latino da banda sonora, algo que faz todo o sentido dado o cenário de Vice City.</p><p>Morgan Wallen, o artista country com maior projeção da lista, é também o nome mais controverso. Em 2021 foi filmado a usar um insulto racial, e em 2024 foi detido após atirar uma cadeira do topo de um edifício em Nashville. </p><p>No &quot;Extended Look&quot; de GTA VI, ou através de vídeos nas redes sociais da Rockstar, houve outros artistas confirmados para o jogo. A lista até agora está composta desta forma:</p><ul><li><p>Student</p></li><li><p>Birdman</p></li><li><p>Bob Moses</p></li><li><p>Captain &amp; Tennille</p></li><li><p>Cariel &amp; Paco Amoroso</p></li><li><p>Cd</p></li><li><p>Chk Chk Chk (!!!)</p></li><li><p>Cliff Richard</p></li><li><p>Def Leppard</p></li><li><p>Depeche Mode</p></li><li><p>Elderbrook</p></li><li><p>Fred Again</p></li><li><p>Jay Ferguson</p></li><li><p>Jayda G</p></li><li><p>Kodak Black</p></li><li><p>Lil Wayne</p></li><li><p>Meah Pace</p></li><li><p>Omega</p></li><li><p>Phil Collins</p></li><li><p>Prefab Sprout</p></li><li><p>Sexy Red</p></li><li><p>Tammy Wynette</p></li><li><p>The Bellamy Brothers</p></li><li><p>The Pointer Sisters</p></li><li><p>Tom Petty</p></li><li><p>Wang Chung</p></li></ul><p>GTA VI será lançado a 19 de novembro para PS5 e Xbox Series X|S. Ainda não existe confirmação ou data para a versão PC.</p>
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                                        ]]></description>
                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
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                <pubDate>Wed, 16 Sep 2026 11:55:21 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>Jogadores dão quase 5 estrelas a Marvel&#039;s Wolverine na PS Store</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/jogadores-dao-quase-5-estrelas-a-marvels-wolverine-na-ps-store</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>As pontuações dos utilizadores a Marvel&#039;s Wolverine na PS Store começaram a ser publicadas ontem, coincidindo com o lançamento do jogo. Neste momento, com mais de 16 mil avaliações, o jogo está com 4.85 estrelas (dentro de 5 estrelas possíveis).</p><p>Estas avaliações contrastam com a média atribuída pelos críticos profissionais. No <a href="https://opencritic.com/game/17842/marvels-wolverine/charts" data-as-button="false">OpenCritic</a>, o jogo da Insomniac Games conta com uma média de 78. Na <a href="https://geekinout.pt/artigos/marvels-wolverine-analise" data-as-button="false">review do Geekinout.pt</a>, o jogo recebeu 7/10, sendo descrito como um título que &quot;alterna entre muito bom e o razoável&quot;.</p><p>Pouco depois das análises terem sido publicadas a 10 de setembro, a Internet assumiu uma postura extremamente severa com o jogo, com base nas declarações de algumas análises, particularmente a questão do hand-holding e uma linha azul de guia que só aparece com Wolverine tem que encontrar algo ou alguém seguindo o cheiro.</p><p>No entanto, depois de experimentarem, os jogadores estão a chegar à conclusão que o jogo não é mau como pensavam, pelo contrário, e que as reações na Internet foram exageradas. Parece que a Internet está a descobrir que uma média de 78 não representa um mau jogo, na verdade, é um jogo com diversas qualidades e alguns defeitos que reduzem a experiência, mas não severamente.</p><p>Não é a primeira vez que este fenómeno acontece, e provavelmente não será a última. Os fãs agora estão a recordar Days Gone, outro jogo que também não recebeu notas tão altas como outros exclusivos da PlayStation, mas que acabou por conquistar o público.</p>
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                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/jogadores-dao-quase-5-estrelas-a-marvels-wolverine-na-ps-store</guid>
                <pubDate>Wed, 16 Sep 2026 10:06:55 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>Videojogos: Autor português lança livro que desafia a narrativa centrada no Japão e nos EUA</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/videojogos-autor-portugues-lanca-livro-que-desafia-a-narrativa-centrada-no-japao-e-nos-eua</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>Ivan Barroso, Professor Assistente na Universidade Lusófona e doutorado em Estudos de Jogos, lançou o seu quarto livro dedicado à história dos videojogos. Chama-se <strong>A Playable Past: A Lens Through Politics, Culture, Technology, and Game History</strong> e está disponível na <a href="https://amzn.eu/d/0cKXulcI " data-as-button="false">Amazon</a> em três formatos: Kindle (9,99€), capa mole (24,99€) e capa dura (33,70€).</p><p>O livro, que apenas está disponível em inglês e com prefácio de David Amador e Micael Sousa, parte de uma premissa pouco explorada: não é apenas mais uma cronologia de consolas lançadas e títulos mais vendidos, analisa os videojogos enquanto produtos dos seus contextos políticos, económicos, tecnológicos e culturais.</p><p>A narrativa começa no período após a Segunda Guerra Mundial e acompanha como a reconstrução da Europa, a revolução tecnológica norte-americana, o milagre económico japonês, e a globalização do final do século XX criaram as condições para o florescimento da indústria dos videojogos.</p><p>Mas o que distingue A Playable Past de outras obras semelhantes é a atenção dada ao papel da Europa no crescimento da indústria, frequentemente ignorada em favor do Japão e América do Norte. Explora os programadores britânicos, pioneiros alemães, o toque francês, e também o contributo de Portugal neste contexto.</p><p>Este é quarto livro de Ivan Barroso, depois de História dos Videojogos (2012), Revolução Interactiva (2018) e da colaboração em Service Games: The Rise and Fall of SEGA (2013).</p><p><span class="article-figure"><img class="" src="https://geekinout.pt//storage/images/1f68fe6b-8081-47ef-9055-1f51ac7e32ac.jpg" alt="Ivan Barroso a Playable Past" width="1920" height="1738"><span class="article-figure-caption">Ivan Barroso a Playable Past</span></span><br><em>Crédito da imagem: Ivan Barroso</em></p>
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                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
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                <pubDate>Tue, 15 Sep 2026 10:46:59 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>Cupão NatureCan Portugal — Código GEEKINOUT (20% de desconto)</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/cupao-naturecan</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>Ainda não conheces a NatureCan? É uma marca de suplementos e bem-estar com presença crescente em Portugal, e que conta atualmente com mais de 40 mil avaliações positivas no TrustPilot, bem como produtos testados por laboratórios independentes.E se já conheces, temos boas notícias para partilhar: agora temos um código de desconto que te dá 20% de desconto em todas as encomendas.</p><p>O código é <strong>GEEKINOUT</strong> e é aplicado diretamente no checkout, no campo &quot;Código de desconto&quot;. <a href="https://geekinout.pt/naturecan-portugal.pxf.io/gR7VBv" data-as-button="false">Salta para o site da NatureCan aqui</a>.</p><h3>Suplementos fazem sentido para gamers?</h3><p>À medida que os videojogos se foram tornando num formato de entretenimento mais popular, a idade média dos gamers também foi aumentando. Há muito que deixou de ser uma coisa para crianças. Na verdade, a idade média dos gamers é atualmente 37 anos nos Estados Unidos, e 41 anos no resto do mundo, de acordo com os dados da Entertainment Software Association (ESA).</p><p>Vários <a href="https://med.stanford.edu/news/insights/2026/01/healthy-habits-longevity-40s-and-50s.html" data-as-button="false">estudos indicam que os 40 anos é uma idade crítica</a> para começar a tratar melhor o corpo, de forma a aumentar a qualidade de vida nos anos seguintes e aumentar a longevidade. Infelizmente, jogar regularmente pode vir com alguns efeitos negativos, como sessões demasiado longas à frente do ecrã, horários irregulares de dormir, sono afetado pela luz artificial dos ecrãs e estimulo constante, e até energia que oscila ao longo do dia.</p><p>Os suplementos não vão corrigir os teus hábitos, nem tão pouco tornar-te num jogador profissional, mas podem ajudar a manter o teu corpo e a tua mente em melhores condições para tudo o que fazes, dentro e fora do jogo.</p><h3>Produtos recomendados na NatureCan</h3><p><span class="article-figure"><img class="" src="https://geekinout.pt//storage/images/91e07715-4020-4b71-a786-56410fc54eda.webp" alt="NatureCan Creatina desconto" width="3000" height="3000"><span class="article-figure-caption">NatureCan Creatina desconto</span></span><br><em>Crédito da imagem: NatureCan</em></p><p><strong>Magnésio</strong></p><p>O magnésio contribui para a função muscular normal e ajuda a reduzir o cansaço e a fadiga. Para quem passa demasiadas horas à frente dos ecrãs, o magnésio é um dos suplementos mais recomendados para melhorar a qualidade do sono e reduzir a sensação de cansaço acumulado. A NatureCan tem o Bisglicinato de Magnésio 3:1, uma forma altamente absorvível para o corpo.</p><p><strong>Creatina</strong></p><p>A creatina está bem estabelecida no aumento do desempenho físico em esforços sucessivos de curta duração e alta intensidade. Mas além do desempenho físico, estudos recentes sugerem benefícios cognitivos, incluindo na memória de curto prazo e no foco, o que a torna interessante para quem procura manter a atenção durante sessões longas.</p><p><strong>Colagénio em pó</strong></p><p>O colagénio em pó da NatureCan oferece 12,5g de colagénio bovino hidrolisado por dose, disponível em múltiplos sabores e também na versão sem sabor, tornando-o fácil de misturar. Para quem passa muitas horas sentado, o suporte às articulações é algo a ter em conta a médio e longo prazo.</p><p><strong>NMN (Nicotinamida Mononucleótido)</strong></p><p>Os suplementos de NMN da NatureCan fornecem 500mg de NMN 99,9% puro por cápsula e são testados independentemente na Alemanha para confirmar a pureza e a segurança O NMN é um dos suplementos mais estudados no contexto da longevidade e do metabolismo energético, e a qualidade da matéria-prima faz toda a diferença.</p><p><strong>Proteína e vitaminas</strong></p><p>A NatureCan tem uma gama completa de suplementos, desde proteína e vitaminas a creatina. Para quem quer complementar a alimentação sem grande complicação, as vitaminas e a proteína são os pontos de entrada mais acessíveis.</p><h2>Como usar o cupão GEEKINOUT</h2><ol start="1"><li><p>Vai a <a href="https://geekinout.pt/naturecan-portugal.pxf.io/gR7VBv" data-as-button="false">naturecan.pt</a> e escolhe os produtos que queres</p></li><li><p>Adiciona ao carrinho e vai para o checkout</p></li><li><p>No campo &quot;Código de desconto&quot;, escreve GEEKINOUT</p></li><li><p>O desconto de 20% é aplicado automaticamente ao subtotal</p></li></ol><p>Os portes são gratuitos em encomendas acima de 25€, o que combinado com o desconto de 20% torna a relação qualidade/preço bastante competitiva face a outras marcas disponíveis em Portugal.</p><hr><p><em>Artigo com links de afiliado. O uso do código GEEKINOUT não tem qualquer custo adicional para o comprador.</em></p>
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                                        ]]></description>
                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/cupao-naturecan</guid>
                <pubDate>Tue, 15 Sep 2026 10:33:28 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>Nintendo Switch do 40º aniversário do Zelda ainda não traz bateria substituível</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/nintendo-switch-do-40o-aniversario-do-zelda-ainda-nao-traz-bateria-substituivel</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>A Nintendo Switch 2 Edição do 40.º Aniversário de The Legend of Zelda não vai ter bateria removível. A confirmação veio da própria Nintendo Portugal, através do serviço de apoio ao cliente, numa resposta partilhada no Reddit pelo utilizador &quot;bzefas&quot;.</p><p>O utilizador contactou a Nintendo Store para esclarecer a dúvida, uma vez que não existia qualquer declaração oficial sobre o assunto. A resposta foi clara: &quot;Informamos que a Nintendo Switch 2 Edição do 40.º Aniversário de The Legend of Zelda não dispõe de bateria removível.&quot;</p><p>A situação é curiosa tendo em conta que a Nintendo está precisamente neste momento a lançar versões revistas da Switch 2 standard com baterias substituíveis pelo utilizador, para cumprir as novas regulamentações europeias que entram em vigor em fevereiro de 2027. </p><p>A edição limitada de Zelda, disponível a 29 de outubro, fica assim de fora dessa atualização.</p><p>Para quem valoriza a possibilidade de substituir a bateria em casa sem recorrer a assistência técnica, este é um detalhe relevante a ter em conta antes de comprar. Esta edição da consola está a ser vendida por 529 euros e já se encontra esgotada em quase todas as lojas.</p><div>
    <blockquote class="reddit-embed-bq" data-embed-height="598">
<a href="https://www.reddit.com/r/Switch/comments/1wfxym5/zelda_40th_anniversary_special_edition_switch_2/">Zelda 40th Anniversary Special Edition Switch 2 doesn't have removable battery</a><br> by
<a href="https://www.reddit.com/user/bzefas/">u/bzefas</a> in
<a href="https://www.reddit.com/r/Switch/">Switch</a>
</blockquote>
</div>
<p></p>
                                            <img src="/storage/5364/01M2GBP18SC731Q63H130BTV48.jpeg" alt="image"/>
                                        ]]></description>
                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/nintendo-switch-do-40o-aniversario-do-zelda-ainda-nao-traz-bateria-substituivel</guid>
                <pubDate>Mon, 14 Sep 2026 17:23:46 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>Onimusha: Way of the Sword (análise) | Um renascer bem afiado</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/onimusha-way-of-the-sword-analise</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>Este ano é realmente de celebração para a Capcom, com 3 lançamentos de sucesso até ao momento, um acréscimo de uma expansão a um dos seus títulos com receção mais mista dos últimos tempos a caminho (Dragon&#039;s Dogma 2) e agora o ressuscitar de uma das franquias do seu cardápio que já andava desaparecida há 20 anos.</p><p>Se <a href="https://geekinout.pt/artigos/resident-evil-requiem-analise" data-as-button="false">Resident Evil Requiem</a> e <a href="https://geekinout.pt/artigos/pragmata-analise" data-as-button="false">Pragmata</a> serviram para satisfazer os fãs de tiros na terceira pessoa e de terror, e Monster Hunter Stories 3 cativou os adeptos de um sólido JRPG, Onimusha: Way of the Sword chegou para oferecer uma experiência de combate e ação que retira também inspirações do género soulslike, numa combinação que tem tudo para o sucesso.</p><p>É certo que jogos deste género começam a sair de forma um pouco mais frequente do que esperava, pelo que é necessário oferecer uma experiência que se demarque da competição, além do pequeno detalhe de que estes 2 meses estão repletos de lançamentos que vão dar um verdadeiro arrombo à carteira dos jogadores. </p><p>Já para não falar que novembro também promete duas bombas a competir pela atenção: The Legend of Zelda: Ocarina of Time e Grand Theft Auto VI. Assim sendo, será que a boa fé adquirida pelo estúdio japonês tem aqui mais um título que consegue continuar a sua rajada de sucessos, ou será que esta espada de samurai saiu com a lâmina por afiar?</p><hr><ul><li><p>Compra por 46.99€ (versão PC) na <a href="https://www.instant-gaming.com/en/7913-buy-onimusha-way-of-the-sword-pc-steam/?igr=geekinout" data-as-button="false">Instant-Gaming</a></p></li><li><p>Versão testada: PS5</p></li><li><p>Estúdio / editora: Capcom</p></li><li><p>Género: Ação</p></li></ul><hr><h3>Invasão demoníaca</h3><p><span class="article-figure"><img class="" src="https://geekinout.pt//storage/images/854d7e5c-4e48-41e2-9673-de06bc79cf71.jpg" alt="Onimusha Way of the Sword analise" width="3840" height="2160"><span class="article-figure-caption">Onimusha Way of the Sword analise</span></span><br><em>Imagem capturada por Geekinout.pt</em></p><p>Em Onimusha voltamos aos tempos do Japão feudal para conhecer Musashi Miyamoto, um samurai talentoso à procura de se provar como um mestre da sua arte, que infelizmente se depara com uma invasão sem precedentes dos Genma, uma raça demoníaca que chegou a Quioto para tomar conta de tudo, aproveitando também para consumir o que lhes aparece à frente e espalhar Malice por onde passam.</p><p>Com uma ousadia que muitas das vezes o coloca em situações precárias, Musashi acaba por perder a sua vida perante uma horda de demónios. No seu caminho para o inferno, o samurai recebe uma &quot;oferta&quot; que o traz de volta à vida, custando-lhe apenas um dos seus braços, que agora é ocupado pela misteriosa Luva Oni, um misterioso equipamento com imenso potencial. Será que o nosso samurai conseguirá repelir a invasão e libertar-se desta parasítica luva?</p><p>O enredo é bom para o género em que está inserido, algo que é fortemente carregado pelo elenco principal presente em Way of the Sword. Musashi é um protagonista cheio de charme e personalidade, cujos esforços de captura facial são perfeitos a capturar a sua essência, enquanto os nossos companheiros ao longo da jornada e também os nossos inimigos têm igualmente os seus momentos para brilhar. Com cinemáticas de excelente qualidade, momentos de evolução das personagens e situações macabras que não se poupam em demonstrar as hostilidades dos Genma, a história aqui presente é um dos pontos fortes da experiência.</p><h3>Combate viciante e intenso</h3><p><span class="article-figure"><img class="" src="https://geekinout.pt//storage/images/1419755e-5f87-4818-bee6-151aea83e2e1.jpg" alt="Onimusha Way of the Sword combate" width="3840" height="2160"><span class="article-figure-caption">Onimusha Way of the Sword combate</span></span><em>Imagem capturada por Geekinout.pt</em></p><p>Outro dos pontos mais fortes deste Onimusha é o seu sistema de combate, que é um excelente pilar para a jornada, num estilo que me fez muito lembrar títulos como Sekiro e Lies of P, ainda que este não seja um soulslike.</p><p>Musashi é extremamente competente em combate, com ataques e reflexos bem aguçados que lhe permitem bloquear, defletir, ripostar e desviar-se dos vários tipos de ataques inimigos, mas a luva que tem no seu braço acrescenta muito mais ferramentas ao nosso arsenal. Por via da Oni Gauntlet é possível absorver as almas que os Genma deixam para trás durante o combate, utilizar ataques que desfazem qualquer tipo de defesa, ter acesso a um arco e flechas que permitem triunfar em confrontos à distância, e até é possível desbloquear um poder secreto que só é revelado mais tardiamente na jornada.</p><p>A Gauntlet permite-nos também usar armamentos Oni que preenchem diferentes nichos de jogabilidade, desde ataques a um só inimigo que dão prioridade à sua barra de HP e extraem almas para recuperar a nossa vida, a outros que afetam uma área maior e são ideais em ocasiões de grande inferioridade numérica, entre outros. Além disso tens muitos mais consumíveis úteis para as lutas, equipamento para melhorar e diferentes tipos de Hozuki Pouches, que são um pouco semelhantes aos Frascos de Dark Souls e servem diferentes tipos de jogabilidade.</p><p>Todas as mecânicas vão sendo gradualmente apresentadas ao jogador de forma a nunca se tornarem sufocantes em termos de aprendizagem, deixando sempre espaço para aperfeiçoar as diversas técnicas que são apresentadas e que fazem a diferença entre um duelo bem-sucedido e a morte. O foco dos confrontos passa por usar todo o arsenal à nossa disposição para desbastar as barras de stamina que, ao serem esgotadas, abrem uma janela para infligir um golpe letal em todos os inimigos básicos, sendo até possível deixar vários oponentes sem stamina para realizar execuções em cadeia de forma veloz e estilosa.</p><p>Com um excruciante nível de detalhe em cada movimento no calor das lutas, que oferecem um ótimo feedback ao jogador por cada ataque demolidor sucessivamente repelido por Musashi, e animações e efeitos sonoros que aplicam um verdadeiro selo de qualidade, cada um destes encontros suados torna-se num verdadeiro espetáculo que nunca me cansava de observar, numa experiência quase cinematográfica.</p><h3>A variedade e a repetibilidade dos bosses</h3><p><span class="article-figure"><img class="" src="https://geekinout.pt//storage/images/20e02f26-8be8-4a1a-ab8f-69d2cc7798d5.jpg" alt="Onimusha Way of the Sword boss" width="3840" height="2160"><span class="article-figure-caption">Onimusha Way of the Sword boss</span></span><br><em>Imagem capturada por Geekinout.pt</em></p><p>Existe uma boa variedade de inimigos para encontrar em Way of the Sword, desde os inimigos básicos que recebem inclusões novas até bem tarde na aventura principal, até aos bosses, que é onde os maiores desafios do jogo se encontram.</p><p>Estas principais barreiras ao progresso são os momentos em que o combate é realizado na sua plenitude. Ao contrário dos inimigos básicos, os bosses incluem barras de HP e stamina bem maiores, esta última que, ao ser esgotada totalmente, permite a execução de um ataque demolidor. Aqui é possível escolher entre vários pontos chave para atacar, optando entre desferir um golpe que causa mais dano ou um que liberta mais almas, muito úteis para recuperar vida. Existe até um destes inimigos ao qual podes cortar a cauda, deixando-a no meio do campo de batalha, podendo ser usada mais tarde como uma arma de arremesso, algo genial que é infelizmente muito raro de ver no resto do jogo.</p><p>Ainda que os bosses iniciais não sejam um desafio demasiado imponente, mesmo estes são extremamente punitivos em relação a qualquer erro ou distração e não hesitam em mandar Musashi ao chão. A partir de meio do jogo, o grau de dificuldade dá um salto e mete o pé no acelerador, com lutas extremamente desafiantes e bem coreografadas que tornam cada vitória numa imensa sensação de orgulho. Contudo, é perto da segunda metade do jogo que também começa a notar-se um dos problemas presentes no título.</p><p>Existe uma forte reutilização de alguns destes chefões durante a aventura principal. Ainda que alguns façam sentido em termos narrativos e regressem com um conjunto de movimentos evoluído em comparação ao encontro anterior, há também um par de inimigos que são repetidos de forma excessiva. Ao ponto de me ter deparado três vezes com um deles no espaço de pouco mais de duas horas. A cada reaparição, já estava a suspirar de cansaço, o que mancha a minha impressão do título no seu geral e é um ponto que espero ver melhorado numa potencial sequela.</p><h3>Hub central e conteúdo secundário</h3><p><span class="article-figure"><img class="" src="https://geekinout.pt//storage/images/cf844ee9-2567-48c4-8aec-b2df1eef8f35.jpg" alt="Onimusha Way of the Sword hub" width="3840" height="2160"><span class="article-figure-caption">Onimusha Way of the Sword hub</span></span><br><em>Imagem capturada por Geekinout.pt</em></p><p>A ação desenrola-se em vários mapas mais lineares, que é onde o jogo realmente atinge o seu auge em termos de jogabilidade, com secções inspiradas e sólidas. A interligar todos estes está Quioto, a nossa base de operações e hub central de Onimusha. Quando aqui chegamos pela primeira vez, a capital está sobrecarregada de Malice e Genma, algo que é aliviado com o progresso na história principal, desbloqueando progressivamente este mapa de tamanho considerável.</p><p>O design de nível aqui é realmente confuso, algo que torna o uso do Wayfinder disponibilizado absolutamente essencial. É possível marcar o objetivo para o qual me queria deslocar, mas é quase sempre impossível seguir o meu próprio instinto porque ia sempre dar a um beco sem saída ou a uma porta fechada que só conseguia ser aberta do outro lado. Muitas das vezes algo que parecia estar a uns poucos metros de distância estava afinal a um longo e árduo percurso de ser alcançado, num aspeto que levou ao meu desinteresse em tentar completar o conteúdo disponível.</p><p>Este conteúdo em si também me causou um misto de emoções. Existem portais Oni onde podes desbloquear novos upgrades para a Gauntlet, que são bem úteis, Lion Dogs perdidos que dão acesso a skins cosméticas para a nossa espada, e dois tipos de missões secundárias. Enquanto um destes tenta misturar misticismo e folclore japonês com pedidos de ajuda por parte dos habitantes de Quioto, o outro resume-se a tarefas de &quot;vai matar Genma ali&quot; ou &quot;encontra este tesouro aqui&quot;, com pouca inspiração envolvida.</p><p>Ainda que acrescentem mais horas de conteúdo e ofereçam recompensas úteis para melhorar o nosso equipamento, ao serem parcialmente desinspiradas e ao obrigarem-me a navegar o labirinto que é a cidade central, senti-me desmotivado em relação ao que era oferecido. Sinto que a experiência no seu geral beneficiaria de um maior foco na sua linearidade, que é onde boa parte da sua qualidade reside, em prol deste conteúdo que acaba por ser padding desnecessário e retira o foco à campanha em si.</p><h3>Visuais e animações</h3><p><span class="article-figure"><img class="" src="https://geekinout.pt//storage/images/4742278e-c8be-4edf-b651-03d13983b96c.jpg" alt="Onimusha Way of the Sword gráficos" width="3840" height="2160"><span class="article-figure-caption">Onimusha Way of the Sword gráficos</span></span><br><em>Imagem capturada por Geekinout.pt</em></p><p>Os ambientes aqui disponíveis não chegam ao nível dos títulos lançados este ano pela Capcom, nos quais são percetíveis os compromissos visuais através do modo Qualidade disponibilizado, tanto pelas superfícies de água como pelos visíveis artefactos de upscaling. Ainda assim, os efeitos visuais são excelentes e acrescentam imenso eye candy durante a ação frenética.</p><p>Onde este título realmente se destaca é pelas animações, algo que já referi previamente, mas que realmente quero frisar. O combate, a história e as personagens são elevados pelo trabalho realizado pelos responsáveis pelas animações, seja nas cinemáticas através das expressões de Musashi e do restante elenco, seja na diversidade de reatividade perante os diferentes ataques desferidos pelo elenco de vilões disponível.</p><p>Way of the Sword é mais uma boa aplicação do RE Engine, disponibilizando um modo de 120Hz que beneficia igualmente a ação fluida e demonstra mais uma vez o poderio e versatilidade do motor gráfico da Capcom. Também em termos de estabilidade e bugs, a experiência mantém o brio habitual do estúdio, sem nada que tenha beliscado a minha experiência.</p><p><span><strong>Prós</strong></span></p><ul><li><p>Combate fluido e extremamente gratificante;</p></li><li><p>Bosses imponentes e repletos de qualidade;</p></li><li><p>Animações soberbas, tanto em combate como em cinemáticas;</p></li><li><p>História interessante com bons momentos;</p></li><li><p>Elenco com imensa personalidade e carisma.</p></li></ul><p><span><strong>Contras</strong></span></p><ul><li><p>Reutilização excessiva de certos bosses;</p></li><li><p>Exploração em Quioto é confusa;</p></li><li><p>Conteúdo secundário que sabe a padding desnecessário.</p></li></ul>
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                <author>geral@geekinout.pt (Pedro Gomes)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/onimusha-way-of-the-sword-analise</guid>
                <pubDate>Mon, 14 Sep 2026 11:25:11 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>Bracarense recebe prémio de desportivismo no Campeonato Mundial de Go na Coreia do Sul</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/bracarense-recebe-premio-de-desportivismo-no-campeonato-mundial-de-go-na-coreia-do-sul</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>Fernando João Ferreira Gonçalves, jogador de Go natural de Braga, representou Portugal no 46.º World Amateur Go Championship, realizado entre 6 e 13 de setembro em Mungyeong, na Coreia do Sul.</p><p> Ao lado do irlandês Byoung Ju Lee, Fernando foi distinguido pelos organizadores com um prémio especial de desportivismo, em reconhecimento pelo espírito generoso com que participou no torneio.</p><p>O jogador bracarense, que compete no nível europeu 4k, terminou o campeonato na 50.ª posição com um registo de 2 vitórias e 6 derrotas, numa competição que reúne os melhores jogadores amadores de Go de todo o mundo.</p><p>Em declarações ao E-Journal da American Go Association, Fernando destacou o que mais valoriza neste tipo de evento: &quot;É muito bom ver os jogadores. No início não se conhecem, e depois, à medida que o evento avança, começam a formar-se grupos e as pessoas tornam-se amigas.&quot;</p><p>Sobre a experiência de competir contra adversários mais fortes, o bracarense deixou uma reflexão que vai além do resultado: </p><blockquote><p>Por vezes jogas os teus melhores jogos, mas tens de ter consciência das tuas limitações. Perdes, mas sentes que cresceste como jogador.&quot;</p></blockquote>
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                                        ]]></description>
                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/bracarense-recebe-premio-de-desportivismo-no-campeonato-mundial-de-go-na-coreia-do-sul</guid>
                <pubDate>Sun, 13 Sep 2026 19:15:15 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>Razão do divórcio entre Kojima e PlayStation? Death Stranding 2 terá vendido apenas 2.5 milhões de unidades</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/death-stranding-2-tera-vendido-apenas-25-milhoes-de-unidades</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>Os fãs ficaram confusos quando a PlayStation anunciou que <a href="https://geekinout.pt/artigos/sony-cancelou-physint-de-hideo-kojima-e-a-xbox-salvou-o-jogo" data-as-button="false">deixou de financiar Physint</a>, o próximo jogo de Hideo Kojima. Mas agora, surgiram informações que apontam que a decisão foi baseada em desempenho financeiro.</p><p>Os dados partilhados pela <a href="https://alineaanalytics.substack.com/p/sony-divorces-kojima-while-nintendo" data-as-button="false">Alinea Analytics</a> apontam que Death Stranding 2 terá vendido apenas 2.5 milhões de unidades, divididas entre 1.8 milhões para a versão PS5 e as restantes 700 mil unidades no PC.</p><p>A sequela terá gerado cerca de $170 milhões em receita, mas alegadamente, o orçamento terá ficado entre $150 a $200 milhões, o que significa que o segundo jogo mal atingiu o ponto de <em>break-even</em> ou terá dado até prejuízo.</p><p>O desempenho do primeiro jogo foi melhor. No mesmo período de vida, o primeiro Death Stranding já tinha vendido 5 milhões de unidades, gerando uma receita na ordem dos $243 milhões contra um orçamento de $100 milhões.</p><p>Numa época em que os custos de desenvolver videojogos estão cada vez mais elevados, e com a PlayStation a apertar o cinto depois de vários investimentos falhados em jogos como serviço, a decisão de abandonar Physint poderá ter sido devido ao desempenho de Death Stranding.</p>
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                                        ]]></description>
                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/death-stranding-2-tera-vendido-apenas-25-milhoes-de-unidades</guid>
                <pubDate>Fri, 11 Sep 2026 14:55:04 +0100</pubDate>
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                    <item>
                <title>O trailer de GTA VI na Netflix gerou mais de 100 mil subscrições em apenas 6 horas</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/o-trailer-de-gta-vi-na-netflix-gerou-mais-de-100-mil-subscricoes-em-apenas-6-horas</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>O &quot;extended look&quot; de GTA VI que a Rockstar Games estreou em exclusivo na Netflix a 27 de agosto gerou mais de 100 mil novas subscrições nos Estados Unidos durante a janela de 6 horas de exclusividade, tornando-se o terceiro maior pico de subscrições da plataforma em 2026, segundo dados da Ampere Analysis citados pelo <a href="https://www.gamesindustry.biz/gta-6-netflix-preview-drove-more-than-100000-sign-ups-during-its-six-hour-exclusivity-window" data-as-button="false">GamesIndustry.biz</a>.</p><p>O resultado ficou apenas atrás da temporada final de Stranger Things e de um combate de MMA entre Rousey e Carano, mas superou praticamente todos os eventos desportivos em direto transmitidos pela Netflix este ano. Isto significa que, apesar das críticas que os jogadores lançaram à iniciativa, houve realmente quem estivesse disposto a pagar uma subscrição para ver o trailer de GTA VI.</p><p>Outro dado relevante é que mais de 5% dos utilizadores que não acediam à Netflix há pelo menos 30 dias regressaram à plataforma especificamente para ver o extended look de GTA VI, antes de consumirem outro conteúdo. Segundo a Ampere, esta taxa de reativação foi superior à de qualquer outra série ou filme durante o mesmo período.</p><p>Em quatro dias, o vídeo acumulou 31,1 milhões de visualizações na Netflix, tornando-se o título mais visto da semana. A Sensor Tower registou um aumento de 35% por hora nas visualizações mobile da Netflix nos EUA durante a transmissão, enquanto o tráfego web subiu 125%.</p><p>No Reino Unido, o efeito foi igualmente visível no hardware. Segundo a Nielsen IQ, as vendas de consolas PlayStation e Xbox aumentaram 33% e 34% respetivamente na semana em que saiu o trailer de GTA VI.</p>
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                                        ]]></description>
                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
                <guid isPermaLink="true">https://geekinout.pt/artigos/o-trailer-de-gta-vi-na-netflix-gerou-mais-de-100-mil-subscricoes-em-apenas-6-horas</guid>
                <pubDate>Fri, 11 Sep 2026 13:20:33 +0100</pubDate>
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                <title>Marvel&#039;s Wolverine (análise) | Entre o incrível e o razoável</title>
                <link>https://geekinout.pt/artigos/marvels-wolverine-analise</link>
                <description><![CDATA[
                    <p>O sucesso de Spider-Man foi claramente uma faca de dois gumes para a Insomniac Games. Com apenas três jogos — Marvel&#039;s Spider-Man (2018), Spider-Man: Miles Morales (2020) e Marvel&#039;s Spider-Man 2 (2023) — ultrapassou 50 milhões de unidades vendidas. Por um lado, isto coloca o estúdio de Burbank numa posição confortável entre os PlayStation Studios e com futuro garantido. Por outro, parece agora condenado aos videojogos de super-heróis e a aplicar a sua fórmula de sucesso a outras propriedades, como é o caso de Marvel&#039;s Wolverine.</p><p>Para o bem e para o mal, muitos dos elementos que tornaram Spider-Man num sucesso estão presentes neste novo jogo. Há coisas que resultam, outras nem por isso. O problema maior está na estrutura. Spider-Man era um jogo de mundo aberto com grande liberdade e fluidez de movimento. Wolverine é um jogo linear, com câmeramais próxima em vários momentos, para transmitir brutalidade e violência, e também com mais elementos decorativos nos níveis, em espaços mais fechados na maioria das vezes.</p><hr><ul><li><p>Versão testada: PS5</p></li><li><p>Data de lançamento: 15/09/2026</p></li><li><p>Estúdio: Insomniac Games</p></li><li><p>Código enviado por PlayStation</p></li></ul><hr><div data-youtube-video="true" class="responsive"></div><h3>A herança de Marvel&#039;s Spider-Man</h3><p>Isto faz com que alguns defeitos, que provavelmente já existiam em Spider-Man mas que estavam escondidos pela natureza do jogo, sejam agora mais evidentes: animações partidas na colisão com arestas, movimento que fica preso mediante a distância a certos objetos, e alguma jogabilidade pesada, que provavelmente resultou da tentativa da Insomniac de transmitir a sensação de que Logan é fisicamente mais pesado e poderoso.</p><p>Na transição de um jogo para o outro, parece que o toque de midas de Insomniac Games foi diluído.</p><p>São falhas ocasionais que não retiram todo o prazer de jogar Marvel&#039;s Wolverine, até porque o jogo acerta em várias outras coisas. O combate animalesco que tanto caracteriza Logan foi capturado na perfeição. Há sangue por todo o lado. Cortamos cabeças, pernas e braços. Perfuramos cabeças e troncos com as garras de Adamantium. Logan fica todo despedaçado, com falta de pedaços de carne, em que vemos o seu esqueleto exposto. E tudo isto com um detalhe gráfico que provavelmente chocará as pessoas mais sensíveis.</p><p><span class="article-figure"><img class="" src="https://geekinout.pt//storage/images/e3faea6b-f174-4ac3-a7a9-4892f9550daf.jpg" alt="Wolverine PS5 gráficos" width="3840" height="2160"><span class="article-figure-caption">Wolverine PS5 gráficos</span></span><br><em>Imagem capturada por Geekinout.pt</em></p><h3>Jogabilidade furiosa, mas com falta de mais opções</h3><p>Mas se jogaste Spider-Man, vais facilmente reconhecer os vários sistemas. O combate começa simples e limitado, e vai abrindo as possibilidades à medida que progrides no jogo e na árvore de habilidades. Embora não esperasse um Devil May Cry ou Bayonetta em questão de combos, confesso que fiquei negativamente surpreendido pela falta de variedade de combinações entre o quadrado e o triângulo, que são os principais botões de ataque. É certo que tens acesso a várias habilidades através do L2, mas senti falta de mais opções.</p><p>Um sistema particular a Wolverine é a fúria. À medida que combate, Logan vai enchendo três barras no canto superior esquerdo, por debaixo da barra de saúde. Quando chega à terceira, fica altamente poderoso e capaz de executar finishers com o R2 e L2. Nestes momentos, o jogo também muda visualmente, ganhando uma tonalidade a preto e branco, com os órgãos dos inimigos a aparecer a laranja e jorros de sangue a vermelho para um efeito dramático.</p><p>No entanto, há também uma falha de design no sistema de fúria. Este estado é ativado automaticamente, e não manualmente pelo jogador, o que significa que muitas vezes é ativado no final dos combates — devido à necessidade de encher a barra — e é completamente desperdiçado, quando podia ser aproveitado para a fase seguinte. Percebo a ideia da fúria ser algo cumulativo e descontrolado, mas em termos práticos não beneficia a jogabilidade. Para quem se questionar se há mais armas além das lâminas, podemos, mais adiante, pegar em espadas espetadas no corpo de Logan, e usá-las para executar um <em>finisher</em> nos adversários. Também podemos atirar inimigos de precipícios, caixas elétricas e contra máquinas empilhadoras. </p><h3>Secções de stealth opcionais</h3><p>É mais uma herança de Spider-Man, mas em Wolverine as secções de stealth são opcionais, no sentido em que nunca vês um ecrã de Game Over se não fores sorrateiro. Logan pode abater inimigos de pontos altos, esconder-se nas ervas altas e atrás de objetos, ou simplesmente dar um salto enorme e cravar-lhes as lâminas no peito. Em termos de inteligência dos adversários, são pouco inteligentes e quase cegos — uma falha de tantos jogos que apostam em secções de stealth.</p><p>Ao longo do jogo também combatemos ao lado de outros mutantes, como Sabretooth e Jean Grey, criando momentos em que abatemos inimigos em conjunto com finishers especiais. O jogo está desenhado para estares sempre a combater nestes momentos, porque se parares uns instantes, vais aperceber-te que na verdade os outros mutantes não provocam dano aos inimigos. Há também inimigos que não saem da sua posição e ficam eternamente à espera que chegues até eles. A imersão é frágil.</p><p>O jogador pode personalizar Wolverine não apenas com vários fatos, que vão sendo desbloqueados, mas também com genes. Podes escolher até 10 genes que beneficiam certas formas de jogar. Se fazes muitos parries, podes escolher genes que dão mais bónus quando fazes isso. Ou podes escolher genes que aumentam a fúria mais rapidamente. Ou genes que premiam o stealth.</p><h3>História que melhora no final, mas falta-lhe ritmo</h3><p>Demorei 15 horas a terminar Marvel&#039;s Wolverine. No entanto, existem vários momentos em que o jogo parece estar a aumentar artificialmente a duração, com momentos mortos e aborrecidos onde temos de fazer coisas que realmente não nos apetece fazer enquanto Wolverine, como encontrar desenhos de uma criança mutante para adivinhar qual a palavra-chave que nos permite entrar no seu quarto. Existem vários destes momentos entre missões, para encher o tempo por assim dizer. Isto acaba por estragar o ritmo do jogo.</p><p>A história é original, e apesar de ser baseada nas bandas desenhadas, acaba por se desviar consideravelmente do material de origem. Não quero entrar em spoilers, mas quando jogarem, acho que vão entender. A narrativa começa com a X-Force, a equipa de Logan antes de eventualmente se juntar aos X-Men, numa luta contra Bolivar Trask, que quer acabar com os mutantes. Daqui, parte depois para outros arcos narrativos e que englobam outras personagens. O final, contudo, é altamente previsível, além de haver problemas de lógica na escrita do guião, em que os poderes dos mutantes aumentam ou diminuem conforme a situação, para se moldar à direção do guião.</p><p><span class="article-figure"><img class="" src="https://geekinout.pt//storage/images/5a5ad777-e9f5-4ee9-b42f-6ddb03f69595.jpg" alt="Marvel&#039;s Wolverine New Game Plus" width="3840" height="2160"><span class="article-figure-caption">Marvel&#039;s Wolverine New Game Plus</span></span><br><em>Imagem capturada por Geekinout.pt</em></p><p>Apesar de linearidade dos níveis, há momentos de exploração. Há caixas de materiais, que precisas para fabricar novos fatos, e garrafas de whisky, que Logan tanto adora (e existe um fato exclusivo se encontrares todas). Em quase todos os níveis tens também uma porta de pesadelo, que são desafios.  Existem três tipos diferentes: corridas de obstáculos contra o tempo, em que temos de percorrer um nível rapidamente usando as habilidades de travessia de Logan; combate contra o tempo, em que temos de derrotar os adversários no tempo indicado; e desafios de pontuação, onde temos de acumular pontos suficientes para atingir o patamar Adamantium, o mais alto.</p><h3>Dobragem em português</h3><p>Joguei Marvel&#039;s Wolverine com a dobragem portuguesa na quase totalidade. Troquei algumas vezes para inglês para ver a diferença. No geral, a nota é positiva, mas algumas das vozes menos importantes não encaixam bem com as personagens, e algumas entoações soam a desenho animado. Encontrei também erros de progressão relacionados com a troca de línguas, em que após trocar de idioma o jogo não desencadeava o script necessário para avançar na missão. Tive de reiniciar o checkpoint várias vezes para conseguir desbloquear.</p>
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                                        ]]></description>
                <author>geral@geekinout.pt (Jorge Loureiro)</author>
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                <pubDate>Thu, 10 Sep 2026 16:09:21 +0100</pubDate>
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