Elon Musk, o dono da Tesla, SpaceX e da rede social X, está alinhado com Donald Trump no lema para salvar os Estados Unidos da América. Nas últimas semanas, o seu feed no X transformou-se completamente em propaganda política e nem os videojogos escapam.

O empresário, defensor da teoria que DEI (Diversidade, Equidade e Inclusão) mata a arte (o próprio fez este comentário relativamente a Assassin's Creed Shadows quando foi anunciado), quer agora um bloco de votação para videojogos.

A ideia escapou-lhe para as muitas publicações que faz no X. Na publicação, Elon Musk escreveu: "Precisamos de um bloco de votação de videojogos! Torem os jogos grandes novamente!!".

O plano de Musk não é muito claro, mas parece que a ideia é criar um consórcio composto por jogadores, cujo propósito é aprovar ou vetar o lançamento de videojogos. Elon Musk afirma ser um defensor do discurso livre e da liberdade de expressão.

Na sua afirmação que "DEI Kills Art", Elon Musk não está sozinho. Esta semana, Thomas Mahler, o CEO e director criativo da Moon Studios (os criadores da saga Ori), republicou a afirmação de Musk.

Nunca tinha retuitado nada do Elon porque sou designer de jogos, mas concordo plenamente com esta afirmação. O problema do DEI não está no seu princípio, mas na forma como está a ser implementado. Anos antes de a DEI se tornar uma coisa, tivemos Quentin Tarantino, um realizador branco, a fazer um filme sobre um negro durão que se juntou a um branco. O que quero dizer é o seguinte: Deixem os artistas serem artistas e o DEI acontecerá naturalmente. Em última análise, uma boa mensagem tem de vir do coração e não da doutrinação.

Concordas com Thomas Mahler?