A indústria portuguesa de videojogos está em crescimento.

Desde 2018, o número de estúdios em território nacional cresceu 33%, segundo os dados revelados por Diogo Rato, director executivo da Associação de Produtores de Videojogos Portugueses (via Games Industry).

Os dados oficiais mostram que desde 2010, o número de estúdios em Portugal tem aumentando mais de 20% por ano, e com um ritmo de 33% desde 2018.

Um dado mais impressionante é Taxa de Crescimento Anual Composta da indústria portuguesa de videojogos. Em 2022 o volume de negócios estava em mais de €38 milhões, um crescimento de 63% comparativamente a 2018.

O número de pessoas a trabalharam na indústria também aumentou, a cada ano desde 2018, 53%.

Na GDC desde ano em São Francisco, houve pela primeira vez um pavilhão dedicado apenas a Portugal. A iniciativa foi financiada pela eGames Lab, um aglomerado de companhias de desenvolvimento e investigação de videojogos situado nas ilhas da Madeira.

Estiveram presentes diferentes estúdios como a RedCatPig, Infinity Games, One Way Eleven, WalkMe Mobile Games, Whales and Games, Zarc Attack, entre outros.

Apesar do crescimento dos últimos anos, Diogo Rato queixa-se da falta de incentivos fiscais e financeiros em Portugal para apoiar a produção de videojogos, diferente do que acontece noutros países da Europa.

Para apoiar uma indústria em crescimento, companhias já estabelecidas precisam de atrair talentos séniores, e os benefícios fiscais podem permitir aos produtores portugueses oferecer salários competitivos. A APVP está envolvida com a administração local para exploração a implementação de tais incentivos.