A Nintendo continua debaixo de fogo intenso depois de ter anunciado o preço da Nintendo Switch 2, que vai custar 469,99 euros – um aumento de 120 euros comparativamente ao modelo OLED ou de 140 euros relativamente ao modelo original.
Desde então, os fãs da Nintendo têm demonstrado o seu desagrado, não apenas com o preço da consola, mas também com os restantes custos associados ao ecossistema. Tanto os jogos como os acessórios ficaram mais caros.
No caso dos jogos, o exemplo mais gritante é a edição física de Mario Kart World, que custa 89,99 euros. Mas não é a única peça do ecossistema da Nintendo com este preço. Os novos Joy-Con e Comando Pro também custam 89,99 euros.
Perante a insatisfação dos consumidores, Doug Bowser, presidente da Nintendo of America, saiu-se recentemente com declarações que podem levar os fãs a ficarem ainda mais insatisfeitos com a posição da marca.
Numa entrevista com a CBC, o presidente aconselhou o seguinte para quem não tem dinheiro para comprar a Nintendo Switch 2:
Reconhecemos que há pessoas que talvez não consigam pagar o preço da [Switch 2]. É por isso que quisemos manter as outras plataformas Switch disponíveis, para que [as pessoas] ainda tenham a oportunidade de entrar no nosso universo de jogos, fazer parte dessas personagens e desses mundos, e perceber valor, por assim dizer, em qualquer nível da plataforma por onde entrarem."
A nossa opinião
Tendo em conta que a Nintendo Switch 1 já ultrapassou a marca de 150 milhões de unidades, é provável que a maioria das pessoas que estejam interessadas no ecossistema da Nintendo já tenham uma. Portanto, as declarações de Bowser parecem desligadas da realidade.
(via Nintendo Everything)